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Após uma década fora do mercado fonográfico, Luiz Ayrão, compositor de sucessos como Os Amantes, Bola Dividida, Porta Aberta, Lencinho, Ciúme de Você e Nossa Canção (as duas últimas eternizadas na voz de Roberto Carlos), comemora 50 anos de carreira com o lançamento de Um Samba de Respeito, álbum de sambas autorais e inéditos, que será distribuído pela Universal Music nas plataformas digitais.

Luiz Ayrão se une a Zeca Baleiro e Zeca Pagodinho no single "Tentação do Malandro"

Luiz Ayrão contou com um time de primeira linha para acompanhá-lo neste trabalho. Hoje, o público já poderá ter acesso ao primeiro single, Tentação do Malandro, que conta com as participações de Zeca Pagodinho e Zeca Baleiro.

“Esta é uma composição bem das raízes do samba de breque. O autor é o meu pai, com o qual, infelizmente, convivi apenas por 13 anos. Fala da reflexão de um bom malandro da década de 1940, diante de uma mulher irresistível, de seu homem, malandro mau e valente, e do poder despótico dos delegados de polícia daquela época”, comenta Ayrão sobre a faixa.

Além dos Zecas, fazem parte do projeto nomes como Alcione e Diogo Nogueira, que cantam na faixa Um Samba Merece Respeito, que será lançada no próximo dia 17, Péricles divide com Ayrão Oxitocina, Xande de Pilares interpreta No Cravo e na Ferradura, o grupo Demônios da Garoa participa no samba Fina Ironia, Toninho Geraes em Pétalas de Rosa e Monarco presenteia o amigo com a única faixa não autoral, Pobre Passarinho, que o veterano sambista compôs para Ayrão.

O álbum completo estará disponível dia 24 de maio, em todas as plataformas digitais.

Ouça o single:

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MPB & SAMBA

Spotify lança documentário sobre o gênero pernambucano “Brega-Funk”

Plataforma digital registra aumento de 145% no interesse por playlist dedicada ao gênero musical

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Spotify lança documentário sobre o gênero pernambucano "Brega-Funk"
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O Spotify está lançando o documentário MPB Brega-Funk, o segundo do projeto Música Pelo Brasil (MPB), contando a história do gênero musical pernambucano e suas origens recifenses.

MPB Brega-Funk, com direção de Felipe Larozza e apresentação do jornalista GG Albuquerque, explora a evolução desse verdadeiro ritmo contagiante e da cena no Brasil. As gravações aconteceram em Recife, onde o brega-funk nasceu, e passa também por São Paulo, com entrevistas exclusivas com alguns dos maiores nomes dessa cena, como o próprio Dadá Boladão, com 3 milhões de ouvintes mensais na plataforma, Shevchenko & Elloco, MC Loma e as Gêmeas Lacração, MC Troia, A Tropa, MC Lia e Magnatas do Passinho SA, entre outros.

Spotify lança documentário sobre o gênero pernambucano "Brega-Funk"

“A história do brega-funk é a história da cultura de sobrevivência dos Mcs do Recife. O movimento reuniu elementos de diferentes cenas musicais da periferia do Brasil em uma batida eletrônica original e inovadora. Um som que mudou a identidade e o imaginário cultural de Pernambuco e Nordeste”, diz GG Albuquerque, pesquisador de músicas periféricas e curador do documentário produzido pelo Spotify.

O material aborda o brega-funk num contexto geográfico, musical e social, mostrando como o gênero ajudou a moldar o cenário cultural de Recife: “Brega-funk é um lifestyle, tem tirado muita gente da criminalidade, principalmente a galera que dança passinho. Quando surgiu o passinho Shevchenko tudo mudou. A galera que dança passinho saiu do tráfico, da bandidagem, saiu do vácuo mesmo”, destaca MC Draak, da galera do É A Tropa.

Neste contexto, o documentário traz também dados de consumo proprietários do estilo no Spotify, que ajudam a entender sua popularização com base em números reais de streams: “Eu to achando muito massa e agradecendo muito a Deus por estarmos chegando em locais que diziam que a gente não ia chegar e a gente vem hoje rompendo as barreiras”, completa MC Troia, que tem total apoio de outra entrevistada do documentário, a MC Lia: “A válvula de escape das comunidades do Recife hoje em dia é o brega-funk. O brega-funk vai dominar o mundo. Se o mundo não terminar em guerra ele termina em brega-funk, disso eu sei.”, conclui a cantora.

“Quando esse tipo de fenômeno cultural, essa junção de ritmos acontece localmente – neste caso o brega-funk – ele se reflete na música que ouvimos no Spotify. Por isso, por meio da cultura local e musical, o Spotify consegue conectar artistas e fãs de uma maneira que antes não era possível, construindo uma comunidade de descoberta e inspiração mútuas, expandindo esse fenômeno para todo país”, diz Roberta Pate, diretora de relacionamento com artistas e gravadoras do Spotify na América Latina.

O Spotify ainda informa que a playlist Brega-Funk cresceu 145% só em 2019 no Brasil, impulsionada pelos sucessos Surtada de Dadá Boladão, Tati Zaqui e OIK, Envolvimento de MC Loma e As Gêmeas da Lacração e Contagiante de Felipe Original.

Confira o documentário:

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MPB & SAMBA

Erasmo Carlos envereda pelos caminhos do samba em novo disco

Projeto “Quem Foi Que Disse Que Eu Não Faço Samba?” começa dia 16 no Teatro Riachuelo, no Rio de Janeiro

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Erasmo Carlos envereda pelos caminhos do samba em novo disco
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Um dos maiores ícones de rock do país, Erasmo Carlos traz novidades. Neste novo momento, ele troca a guitarra e a jaqueta de couro pelo pandeiro e a leveza do samba. Com um vasto repertório conquistado ao longo da carreira, dedicada ao rock, mpb e à Jovem Guarda, Erasmo demonstra todo o seu amor pelo samba em um novo projeto autoral.

Erasmo Carlos envereda pelos caminhos do samba em novo disco

Quem Foi Que Disse Que Eu Não Faço Samba? é o nome de um novo EP do cantor com 8 faixas, entre inéditas e regravações de sua própria autoria.

No dia 15 de novembro sai a primeira faixa, A História Da Morena Nua Que Abalou As Estruturas Do Esplendor Do Carnaval em todas as plataformas de música. A previsão de lançamento do EP completo, também captado em imagens, é para dezembro, pela Som Livre.

O novo trabalho do Tremendão surgiu de um sonho antigo do cantor em compartilhar com o público suas composições de samba. Sobre o EP, Erasmo conta como foi difícil escolher apenas 8 faixas e o que o público pode esperar da sua experiência no gênero: “Minhas influências são o rock’n´roll e o samba, que vieram mais ou menos na mesma época. Sou músico e compositor, sempre fiz sambas, mas as pessoas nunca prestaram atenção nisso. Fiquei muito feliz com o resultado desse projeto com a Som Livre e espero que o público curta muito”, comemora.

Erasmo diz que adora fazer canções bem-humoradas e que gostaria de lançar muitas outras nesse mesmo estilo. Entusiasmado com a regravação de Moço para o EP, ele diz: “Foi uma música que tocou bastante e foi sucesso na novela O Bofe (1972), cantada na voz do Betinho e eu quis regravar”.

Além dessa, compõem o EP as faixas A História Da Morena Nua Que Abalou As Estruturas Do Esplendor Do Carnaval, Sem Anjo na Multidão, Samba Rock, Maria e o Samba, Samba da Preguiça, Medley de Samba e Mané João.

No dia 16, Erasmo abre a turnê de shows do projeto no Teatro Riachuelo, no Rio de Janeiro, às 20h. O setlist é composto pelas faixas do EP, junto a grandes sucessos do artista, como É Preciso Saber Viver, Festa de Arromba e Mulher. Depois Erasmo segue para São Paulo com duas sessões no Blue Note, no dia 22 de novembro, sendo a primeira às 20h com piano e voz, seguida da segunda apresentação às 22h30 com banda.

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Roberta Campos e Vitor Kley lançam o single “Fique na Minha Vida”

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Roberta Campos e Vitor Kley lançam o single "Fique na Minha Vida"
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Roberta Campos, em turnê do seu recente DVD Todo Caminho É Sorte, convidou Vitor Kley para um dueto em Fique Na Minha Vida. A faixa, que está disponível em todas as plataformas digitais pela Deck, apresenta sua harmonia de violão com delicadas guitarras e percussão, traz arranjos influenciados pelo pop rock e MPB.

Roberta Campos e Vitor Kley lançam o single "Fique na Minha Vida"

O single tem sua letra composta pela própria Roberta. “Dorme no meu peito, faça o seu ninho em mim”, diz um dos versos. De acordo com a cantora, sua vontade de convidar o autor de O Sol surgiu por achar que suas vozes combinariam bem.

“Eu fiquei muito feliz quando o Vitor me respondeu aceitando o convite de gravar a música comigo! Ficou ainda mais lindo do que eu imaginava”, explicou Roberta Campos.

O gaúcho já admirava a mineira e se sentiu à vontade na gravação: “Poder gravar com ela foi muito legal. É alguém que vem da mesma vibe que eu, estilo voz e violão. E ainda tem uma voz inconfundível. A música é linda”, comentou Kley.

Confira:

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