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De acordo com a gravadora Sony Music, o AC/DC, em comemoração aos 40 anos do clássico Highway to Hell, divulgará vídeos raros e inéditos sobre um dos álbuns mais importantes da história do rock.

Em seu sexto álbum de estúdio, o grupo australiano aumentou a temperatura e brilhou com mais intensidade do que nunca, espalhando seu rock ’n’ roll para um público mundial. Com mais de 8,5 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, Highway To Hell marcou o início de um novo capítulo na história do AC/DC — e, ao mesmo tempo, o final amargo do anterior.

Conhecido por sua abordagem musical testada e aprovada, Highway To Hell, no entanto, marcou um passo à frente para a banda. Pela primeira vez, o grupo não colaborou com os produtores de longa data Harry Vanda e George Young (irmão mais velho dos guitarristas Angus e Malcolm).

Depois de algumas paradas e recomeços, incluindo uma sessão interrompida com o engenheiro de Jimi Hendrix, Eddie Kramer, a banda abordou Robert John “Mutt” Lange (que colaborou com Graham Parker & The Rumor e os Boomtown Rats).

As sessões, embora cansativas e muito mais longas do que as que a banda havia feito na época, foram produtivas: a ética de trabalho de Mutt combinou bem com o AC/DC e a banda aprendeu com suas técnicas. “Ele era meticuloso sobre o som, pegando as guitarras e a bateria certas,” disse Angus Young posteriormente à Mojo. “Ele costumava focar — e também era bom na parte vocal. Até mesmo Bon [Scott, vocalista] ficou impressionado com a forma como ele conseguia fazer soar a sua voz”.

Lançado no verão de 1979, Highway To Hell se tornou o primeiro álbum do AC/DC a alcançar o Top 20 da parada de álbuns da Billboard e a faixa título marcou sua primeira aparição na pesquisa Hot 100 da revista. Ele também se tornou o terceiro álbum Top 20 da banda em sua terra natal e seu primeiro Top 10 na Inglaterra.

Em uma análise retrospectiva publicada pela Rolling Stone em 2003, o álbum foi elogiado por ajudar o grupo a se “graduar da parte de trás do bar para a frente da arena… as músicas são mais compactas e os refrões enriquecidos pelas harmonias das equipes de rúgbi.” A revista classificou Highway To Hell na posição de número 197 em sua lista dos 500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos.

Infelizmente, o maior sucesso da banda foi seguido por seu maior contratempo: Bon Scott, líder icônico do AC/DC, morreu menos de um ano após seu lançamento. Contra todas as probabilidades e com o incentivo da família de Scott, a banda continuou. Seu álbum seguinte, Back In Black, de 1980 (também produzido por Mutt Lange e com o vocalista Brian Johnson), tornou-se um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos. Porém, foi a triunfante declaração final de Bon em Highway to Hell que estabeleceu o AC/DC como uma força do rock a ser reconhecida — um fato que ainda existe até hoje.

ROCK

Elton John ganha exposição virtual “SIR: A Retrospective of Rock Royalty”

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Elton John ganha exposição virtual "SIR: A Retrospective of Rock Royalty"
Divulgação

Toda a carreira do lendário músico britânico Elton John é revisitada na galeria virtual SIR: A Retrospective of Rock Royalty, promovida pela Morrison Hotel Gallery, especializada em fotografia musical.

Elton John ganha exposição virtual "SIR: A Retrospective of Rock Royalty"

SIR: A Retrospective of Rock Royalty conta com imagens capturadas ao longo de cinco décadas por fotógrafos aclamados como Ed Caraeff, Norman Parkinson e, mais notavelmente, pelo falecido Terry O’Neill, que conheceu o cantor e pianista em 1970, após o estrelato mundial quando o clássico Your Song foi lançado.

Robin Morgan, CEO da Morrison Hotel Gallery, descreveu a primeira reunião de O’Neill com Elton John para a revista Rolling Stone, dizendo que “Terry disse que ele gostava de ser um fantasma. Gostava de ser uma sombra em torno dos assuntos dele”.

Morgan ainda compartilhou o momento em que Terry O’Neill se tornou o fotógrafo de longa data de Elton John: “Elton teve seu primeiro contrato de gravação e tocou sua primeira música na rádio. Terry ouviu e pensou que estava ouvindo a mais nova brilhante estrela americana. Ele foi procurar ese cara e encontrou Elton, a uma milha de distância de eu morava. Eles se tornaram grandes amigos e Terry se tornou o principal candidato de Elton”.

Entre as fotos icônicas de Elton, Terry O’Neill assina as dos lendários shows no Dodger Stadium em Los Angeles (1975) e na opera Tommy do The Who (1974), além de momentos com o seu letrista de longa data, Bernie Taupin e de amigos como Billie Jean King.

Terry O’Neill morreu no final de 2019 aos 81 anos e Elton John prestou homenagem ao seu amigo: “Terry O’Neill tirou as fotografias mais icônicas de mim ao longo dos anos, capturando completamente meu humor. Ele era brilhante, engraçado e eu absolutamente amei a companhia dele. Um personagem real que se foi agora. RIP homem maravilhoso”.

As fotos de SIR: A Retrospective of Rock Royalty estão disponíveis para compra no site oficial da da Morrison Hotel Gallery.

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ROCK

Coronavírus: vocalista do Green Day já escreveu seis músicas durante isolamento

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Coronavírus: vocalista do Green Day já escreveu seis músicas durante isolamento
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Billie Joe Armstrong, frontman do Green Day, tem aproveitado o seu tempo de quarentena do coronavírus para avançar com o próximo projeto da banda.

Coronavírus: vocalista do Green Day já escreveu seis músicas durante isolamento

O hitmaker de Boulevard of Broken Dreams – que se une aos colegas Mike Dirnt e Tre Cool na banda – revela que já está trabalhando com o produtor Butch Walker, que assinou o último trabalho do Green Day, Father Of All… nas novas faixas.

“Eu tinha todas essas melodias na cabeça, então escrevi seis músicas desde que tudo isso aconteceu (a quarentena)”, disse Billie Joe Armstrong ao Kerrang!. “Eu não sei quando poderei me reunir com Kike e Tré, mas eu disse a eles para se certificarem de que eles estão em quarentena por enquanto, e então espero que no futuro possamos retornar ao estúdio com o produtor Butch Walker”, concluiu.

Recentemente, Billie Joe Armstrong, de 48 anos, apareceu no Living Room Concert For America, organizado por Elton John.

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ROCK

Steve Hackett toca clássicos do Genesis em versões acústicas. Assista

Lendário músico incluiu em uma live, canções como Horizons e Blood on the Rooftops

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Steve Hackett toca clássicos do Genesis em versões acústicas. Assista
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O lendário guitarrista Steve Hackett publicou uma série de apresentações acústicas a bordo de seu violão para entreter seus fãs durante o período de isolamento da pandemia do coronavírus. Essas canções incluem clássicos do Genesis, de seu período com a banda, incluindo Horizons e Blood on the Rooftops.

Steve Hackett toca clássicos do Genesis em versões acústicas. Assista

“Eu sei que a maioria de nós está presa em casa, é claro, por causa do vírus”, disse Hackett no inicio do primeiro clipe. “Mas eu pensei que poderia fazer uma série de pequenos vídeos curtos para tentar animar vocês, ok? Então sou eu, em casa, com o violão”, iniciou.

Os “vídeos curtos” como mencionou Hackett ganharam o título de Pandemic Nylon (nylon pandêmico), que conta com a versão de Horizons, faixa do álbum Foxtrot que o Genesis lançou em 1972 e uma introdução acústica de Blood on the Rooftops do álbum Wind and Wuthering de 1976, o último que o músico participou ao lado de Phil Collins, Mike Rutherford e Tony Banks.

Confira:

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