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Alceu Valença desfila com seu bloco "Bicho Maluco Beleza" em São Paulo  Alceu Valença desfila com seu bloco "Bicho Maluco Beleza" em São Paulo 

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Alceu Valença desfila com seu bloco “Bicho Maluco Beleza” em São Paulo 

Pelo sexto ano consecutivo, lendário artista pernambucano levará seu bloco ao Obelisco do Ibirapuera

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Alceu Valença coloca na rua a 6ª edição de seu bloco Bicho Maluco Beleza no carnaval de São Paulo. Produzido pela Pipoca – plataforma de impacto cultural para pessoas, marcas e cidades – o pernambucano promete, mais uma vez, agitar o Carnaval de São Paulo. O desfile do bloco acontece na Avenida Pedro Álvares Cabral, em frente à praça do Obelisco, na região do Parque do Ibirapuera, no dia 15 de fevereiro a partir das 13h.

Alceu Valença desfila com seu bloco "Bicho Maluco Beleza" em São Paulo 

Com o repertório que contém frevos e hits como Bicho Maluco Beleza, Me Segura Que Senão Eu Caio, Beijando a Flora, Frevo da Lua, Bom Demais, Vampira, Diabo Louro e Roda e Avisa, além de Voltei Recife e Hino do Elefante, entre outras canções que trazem para o carnaval paulistano um pouco da folia pernambucana, um dos eventos carnavalescos mais tradicionais do país.

Outros grandes sucessos da carreira de Alceu também fazem parte do repertório, mas em outras versões. A música Tropicana, por exemplo, ganha versão frevo, já Anunciação acentua a influência do afoxé, e Belle de Jour adquire contornos de ciranda.

Gêneros musicais foliões que dividem espaço com o frevo na folia pernambucana marcam presença em Maracatu e nas cirandas como Ciranda da Rosa Vermelha, Ciranda da Traição e Ciranda da Rosa Vermelha.

Além do bloco Bicho Maluco Beleza, a plataforma Pipoca produz outras atrações no carnaval de rua de São Paulo como Frevo Mulher da Elba Ramalho (15/02), Monobloco (16/02), Navio Pirata do BaianaSystem (29/02), Bell Marques na Rua (29/02), Orquestra Voadora e Preta Gil (01/03), além de ser responsável pela co-produção do Acadêmicos do Baixo Augusta (maior bloco da capital paulista), viabilizando também patrocínios para outros 11 blocos tradicionais e regionais de São Paulo, três na cidade de Olinda (PE) e três na capital carioca, Rio de Janeiro (RJ).

A expectativa deste ano é de superar 1,3 milhões de foliões em todos os desfiles de São Paulo.

Bloco Bicho Maluco Beleza com Alceu Valença
Data: 15/02/20
Horário Concentração: 13:00
Horário Dispersão: 18:00
Endereço Concentração: Avenida Pedro Álvares Cabral, 220
Trajeto: Avenida Pedro Álvares Cabral
Endereço Dispersão: Praça Armando Sales de Oliveira

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Marcia Castro e Margareth Menezes cantam “Arco-Íris do Amor” e refletem sobre liberdades comportamentais no Carnaval 

Este é o primeiro single de “Axé” que Marcia lança em abril

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Marcia Castro e Margareth Menezes cantam "Arco-Íris do Amor" e refletem sobre liberdades comportamentais no Carnaval 
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Figura fundamental na construção do axé music a partir do final dos anos 1980, Margareth Menezes é a convidada de Marcia Castro na faixa Arco-Íris do Amor, primeiro single de Axé, álbum que Marcia dedica ao mais popular gênero da música pop baiana. A cantora lançou também um lyric vídeo da faixa.

Marcia Castro e Margareth Menezes cantam "Arco-Íris do Amor" e refletem sobre liberdades comportamentais no Carnaval 

A composição de Lucas Santtana exalta as liberdades – afetivas, sexuais, de pensamento, de decisão, de expressão – a que os foliões têm direito, seja ou não Carnaval. De acordo com o release oficial, “a canção faz contraponto ao obscurantismo vigente em nossos dias, quando o governo federal chega ao ponto de criar uma bizarra campanha para promover a abstinência sexual”

A banda que toca na faixa tem Bruno Marques (mpc, synth bass), André Lima (teclados), Rafa Moraes (guitarras), Hudson (percussão), Ricardo Braga (percussão), André Becker (sax alto), Joatan Nascimento (trompete), João Teoria (trompete), Gilmar Chaves (trombone) e Roney Scott (sax baritono). O arranjo de metais é de Letieres Leite.

Arco-Íris do Amor é o primeiro single de Axé, novo álbum de Marcia Castro, que tem direção artística de Marcus Preto e produção de Letieres Leite e Lucas Santtana.

Previsto para chegar ao público em 3 de abril, pelo Coala.Lab o álbum Axé é dedicado ao mais popular gênero da música pop baiana que teve auge na década de 1990 e segue movendo multidões para além do período carnavalesco.

Serão dez faixas inéditas, compostas especialmente por Carlinhos Brown, Russo Passapusso (BaianaSystem), Nando Reis, Emicida, Teago Oliveira (Maglore), entre outros.

Confira:

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Festival de Verão em São Caetano terá Ed Motta e Paula Lima

Organizado pela Fundação das Artes, evento também contará com a Banda Mantiqueira

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Festival de Verão em São Caetano terá Ed Motta e Paula Lima
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Nos dias 14, 15 e 16, o Parque Espaço Cerâmica Tom Jobim (ao lado do ParkshoppingSãoCaetano) será palco do 1º Festival de Verão Fundação das Artes que busca difundir a música instrumental e a produção artística na cidade.

Em sua primeira edição, a expectativa é que o evento tenha o mesmo alcance do 1º Festival de Inverno Fundação das Artes, realizado no ano passado com a presença de mais de 8 mil pessoas.

Festival de Verão em São Caetano terá Ed Motta e Paula Lima

O evento é uma realização da Fundação das Artes de São Caetano do Sul, em parceria com a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Cultura, com o ParkShoppingSãoCaetano e apoio da Associação dos Amigos do Espaço Cerâmica.

Artistas renomados no cenário nacional se apresentarão no evento: na sexta (14), o show será da cantora Paula Lima, às 20h. No sábado (15), às 20h, sobe ao palco o cantor Ed Motta e, no domingo (16), às 19h, o encerramento será com a Banda Mantiqueira.

O evento acontece das 18h às 22h na sexta-feira, dia 14 de fevereiro, e nos dias 15 e 16, das 10h às 22h. Conjuntos formados nas dependências da Fundação das Artes também se apresentarão, como o Trio de Jazz Fundação das Artes.

A programação contará também com apresentações de artistas convidados em parceria com professores da Instituição, como o Duo Jazz e o grupo Micelânea Itinerante.

1º Festival de Verão Fundação das Artes
14, 15 e 16 de fevereiro
Parque Espaço Cerâmica Tom Jobim | Ao lado do ParkShoppingSãoCaetano
Mais informações: 4239-2020 | www.fascs.com.br | www.parkshoppingsaocaetano.com.br
Gratuito | livre

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Pseudo Banda usa humor cítrico no clipe “Não Me Importo (É Carnaval!)” 

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Pseudo Banda usa humor cítrico no clipe "Não Me Importo (É Carnaval!) 
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Faltando poucos dias para começar a maior festa popular brasileira, a Pseudo Banda veste a sua melhor fantasia para entoar o hino de carnaval dos desavisados: “Se não sou eu, eu não me importo. Se não sou eu quem se f*****, eu não me importo!”.

Com ritmo inspirado nas marchinhas de carnaval dos anos 1950, o clipe de Não Me Importo (É Carnaval!) lançado na última quarta-feira (12) investe na sátira como modo de reflexão e crítica da situação sociopolítica brasileira.

Pseudo Banda usa humor cítrico no clipe "Não Me Importo (É Carnaval!)"

“Em uma realidade cheia de distrações, é muito fácil fechar os olhos para o que não nos afeta diretamente. A crítica da música é válida para todos nós, para não nos rendermos ao conformismo e individualismo. Acreditamos que a mudança começa por meio da consciência e da empatia”, diz Julia Rosa, integrante do trio ao lado de Bea Pereira e Vinícius Árabe.

São três personagens criados para o clipe: Capitão Aleluia (Vinícius Árabe), Arlequina Consumista (Julia Rosa) e Agro Miranda Tech (Bea Pereira): A Arlequina Consumista foi inspirada na Commedia Dell Arte, simbolizando o consumismo inconsciente, vaidade exacerbada e a crença na meritocracia. Já a Agro Miranda Tech é a personificação da mídia sensacionalista, que endossa o agronegócio com todos os seus crimes e transforma tudo em espetáculo com muito glitter, dança e distração. Com elementos multicoloridos e não convencionais, a banda explora o lúdico para criar uma cenografia verdadeiramente brasileira e divertida no novo clipe.

O trio, que vive uma jornada de experimentação na música, encontra o cerne de sua arte nesse lançamento, brincando com estilos diferentes e maior liberdade rítmica. A canção conta com instrumentos clássicos do ritmo carnavalesco como cavaco, surdo, chocalho, caixa e repique. O clipe teve roteiro e direção de Karinna de Simone ao lado da Pseudo Banda, direção de arte da Gama Art Studio e figurino/maquiagem de Rafael Santos.

A composição foi inspirada no poema Intertexto, de Bertold Brecht, e propõe, segundo a banda, “uma ligação atemporal com o Brasil atual”. O clipe traz uma releitura mais apimentada a versão original da canção, que está presente no primeiro EP da Pseudo Banda, É Agora, lançado em agosto de 2019.

Composto por seis faixas autorais criadas ao longo dos quatro anos de banda, as temáticas de cada música são diferentes, assim como as sonoridades.

Nas letras, a banda retrata sua visão de mundo e experiências pessoais vividas na juventude urbana.

Assista:

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