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Ana Vilela e 3030 lançam clipe de “Fala” Ana Vilela e 3030 lançam clipe de “Fala”

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Ana Vilela e 3030 lançam clipe de “Fala”

Pop e rap se encontram em faixa que marca nova sonoridade da cantora e faz parte de seu último álbum “Contato”

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Ana Vilela lançou na última sexta-feira (25), o clipe de Fala. A parceria com o 3030 traz uma mistura de pop e rap, carregando a essência da cantora e provando seu amadurecimento musical nesta nova fase da carreira. A faixa faz parte de seu último álbum Contato, lançado pela Som Livre via Slap em agosto.

Dentre as sete faixas que compõem o trabalho, Fala é uma canção de amor e seu clipe traz referências de realidade virtual.

Ana Vilela e 3030 lançam clipe de “Fala”

No refrão, Ana mostra sua personalidade, que se mistura com as rimas do grupo baiano: “Amor, eu tinha tua boca na minha e pra que cobertor? / Cê briga, me tira do sério e me chama de amor / Não joga esse jogo comigo que cê já ganhou / Eu já não sei mais quem eu sou sem ser teu amor”.

O disco Contato fala sobre relacionamentos e nasceu da necessidade da artista se aproximar do seu público. “Escrevi pensando em ser alguma coisa mais dançante, quase meio latina, com uma batida mais marcada. Quando a gente percebeu que seria incrível ter um rap nela, logo pensamos no 3030, que eu sou fã. A música ficou linda demais”, declara Ana.

Os integrantes de 3030 se mostram animados com o lançamento do videoclipe e afirmam que a experiência foi uma surpresa muito agradável com uma vibe ótima. O projeto uniu os artistas e da conexão musical nasceu uma amizade. Formado por LK, Bruno Chelles e Rod, o grupo está na cena do rap desde 2008 e já coleciona trabalhos marcantes que falam desde a temática espiritual até sociopolítica.

Rod, que faz parte do grupo, conta que não imaginava que cantariam um dia com a Ana Vilela, mas que foi surpreendente como fluiu o projeto. “Foi uma enorme satisfação fazer esta parceria com a Ana. A gente já conhecia o trabalho dela, mas não imaginávamos fazer uma música juntos. Foi uma surpresa muito agradável quando a gente se conheceu, uma ‘vibe’ ótima”, declara.

Confira:

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Exalta lança o samba de “Hotel Quase Particular”

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Exalta lança o samba de "Hotel Quase Particular"
Divulgação | ONErpm

Foi lançado nas plataformas digitais pela ONErpm nesta sexta-feira (27), o single Hotel Quase Particular, o primeiro do Exalta em 2020. Completando quatro anos de carreira, a nova formação do grupo traz a faixa inédita, de autoria de Tiago Alexandre e Carol Mendonça.

Exalta lança o samba de "Hotel Quase Particular"

Hotel Quase Particular carrega em sua essência uma bossa nova com letra e levada similares aos maiores sucessos das décadas de 1950 e 1960. Com arranjo de Jota Moraes,  música conta com o contexto artístico e musical predominante nos mais de 30 anos da carreira do grupo Exaltasamba.

Com Jeffinho e Magrão, novos intérpretes do Exalta, o grupo soma mais de 95 mil ouvintes mensais no Spotify e cerca de 9 milhões de visualizações em seu canal no YouTube.

Confira:

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Deezer comemora 20 anos de carreira de Adriana Calcanhotto no podcast “Originals”

Artista conta sua trajetória, passando por Lupicínio Rodrigues a Rubel e contando curiosidades sobre Maria Bethânia

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Deezer comemora 20 anos de carreira de Adriana Calcanhoto no podcast "Originals"
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Uma voz marcante, fluida como o mar; que às vezes revolta, já foi vista como pop rock; e que já deu samba. Não à toa, Adriana Calcanhotto fez a trilogia Maritmo (1998), Maré (2008) e Margem (2019) e a influência do oceano, assim como os cuidados com a composição e curiosidades de sua vida artística, ela conta no Essenciais, da Deezer.

Deezer comemora 20 anos de carreira de Adriana Calcanhoto no podcast "Originals"

Neste episódio, o podcast original – série com grandes nomes da música brasileira – traz desde a Adriana que teve breve passagem por bares e restaurantes de Porto Alegre, sua cidade natal, até a professora da Universidade de Coimbra; sem deixar de passar pelo Rio de Janeiro, onde chegou em 1989. Na capital gaúcha teve a confirmação que fazer covers não lhe fazia sentido, precisava se apropriar das canções.

No Rio, a efervescência cultural e a energia do litoral lhe deram o mar. Em Coimbra, foi um renascimento após problemas físicos para tocar violão, e então ela virou professora da canção.

No meio de tudo isso, Adriana, tímida ainda com suas canções, conta que seu primeiro álbum, Enguiço, de 1990, foi dedicado à Maria Bethânia. Calcanhotto afirma que não existiria como artista se não fosse Bethânia, por isso a homenagem era natural e óbvia: “Aí alguém me ligou um dia e disse: ‘A Maria Bethânia gostaria de saber se a Maria Bethânia para quem você dedica seu disco é ela’. Eu falei: “Mas tem outra?”, risos.

Deezer comemora 20 anos de carreira de Adriana Calcanhotto no podcast "Originals"

Adriana Calcanhotto recebeu outro telefonema, e o interlocutor dizia que Bethânia ligaria mais tarde para falar sobre o álbum: “Então liguei para o Luciano Alabarse (diretor de teatro e de espetáculos musicais), contei e perguntei: o que faço? Ele respondeu: ‘Põe perfume, fica do lado do telefone e atende’”, diverte-se. Até hoje elas têm muito contato e Adriana, compositora, não manda mais canções nomeadas para Bethânia, pois a baiana sempre troca.

Com Senhas, álbum de 1992 já repleto de composições próprias, Adriana estourou com a música Esquadros: “Eu acho que você tem que fazer uma canção. Se ela é um hit isso não é com você, é com o mundo. Entende?” – é isso que ela diz aos seus alunos na Universidade de Coimbra, em Portugal.

Este Essenciais, com contextos históricos citados, da Semana de Arte Moderna ao Plano Collor I, quando houve o “sequestro das cadernetas de poupança” no início dos anos 1990, não fica sem Vambora, outro hit da cantora. Tema inclusive do casal homossexual Rafaela e Leila (Christiane Torloni e Sílvia Pfeifer), na novela Torre de Babel.

Adriana Partimpim, heterônimo para discos dela ditos para crianças, também não fica de fora. O nome é alcunha de como a própria se apresentava aos outros na infância, segundo o pai da cantora. Tem também a história de sua ligação com o samba de Lupicínio Rodrigues e a recente gravação de Você Me Pergunta, música composta por Rubel para ela. O compositor também dirigiu o clipe da canção, em que os dois se beijam.

Confira o Essenciais da Deezer com Adriana Calcanhotto:

https://www.deezer.com/episode/107759502?utm_source=deezer&utm_content=episode-107759502&utm_term=131151543_1585536450&utm_medium=web

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Guilherme Arantes se isola na Espanha: “Não dá para ser criativo, é muita tristeza”

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Guilherme Arantes se isola na Espanha: "Não dá para ser criativo, é muita tristeza"
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Em uma entrevista ao portal Terra, o cantor e compositor Guilherme Arantes revelou que está na Espanha com um projeto de isolamento e revisão pessoal que pode durar até seis meses.

O músico de 66 anos e dono de clássicos como Amanhã, Meu Mundo e Nada Mais e Cheia de Charme viajou para o país europeu com a sua esposa Márcia e se encontra na cidade de Ávila. Arantes tem acompanhado a quarentena do coronavírus e explicou a situação na Espanha em decorrência da pandemia do coronavírus: “A gente acompanhava o que acontecia na Itália com certo distanciamento”, observa o músico. “Agora, há um mês, veio o pânico. Há três semanas, sumiram o papel higiênico e o álcool em gel das prateleiras, mas passou essa fase e as pessoas deixaram de comprar em quantidades tão egoísticas. O governo agiu com muita seriedade e passou confiança às pessoas”, explicou.

Guilherme Arantes se isola na Espanha: "Não dá para ser criativo, é muita tristeza"

Guilherme Arantes também revelou em entrevista que se sente triste ao saber das notícias do Brasil. De acordo com a publicação ele “chora ao saber das notícias do Brasil e do “infantilismo” de alguns brasileiros que dizem que coronavírus se trata de uma invenção ideológica”: “É visto aqui como uma situação de tragédia internacional. Vejo de longe uma terra enlouquecida”.

E afirma que o momento não parece ser propício a ele para compor: “Não dá para ser criativo. É muita tristeza, não dá mais para se inspirar com as belezas do mundo. Estou em um estado de náusea com tantas mortes. Logo devemos passar a Itália em numero de mortos. É um processo mórbido. Só consigo mesmo fazer exercícios ao piano”, concluiu.

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