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Blue Note Records comemora 80 anos com relançamentos de clássicos em vinil Blue Note Records comemora 80 anos com relançamentos de clássicos em vinil

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Blue Note Records comemora 80 anos com relançamentos de clássicos em vinil

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A lendária gravadora Blue Note Records anunciou o relançamento de grandes obras do jazz em comemoração ao seu 80º aniversário, todas no formato vinil de 180 gramas.

Com a curadoria assinada por Don Was e Cem Kurosman, a coleção Blue Note 80 revisitará muitas eras da história da gravadora apresentadas por temas: Blue Note Debuts, Blue Grooves, Great Reid Miles Covers, Blue Note Live e Blue Note Drummer Leaders.

Blue Note 80 será lançada no dia 10 de maio com o relançamento de três grandes nomes da história da gravadora: Takin ´Off de Herbie Hancock, Doin ´Alright de Dexter Gordon e Canvas de Robert Glasper.

Confira as datas de lançamento:

10 de maio – Blue Note Debuts, Part 1

Dexter GordonDoin’ Allright (1961)
Herbie Hancock Takin’ Off (1962)
Robert GlasperCanvas (2005)

14 de junho – Blue Note Debuts, Part 2

Johnny GriffinIntroducing Johnny Griffin (1956)
Freddie HubbardOpen Sesame (1960)
Grant GreenGrant’s First Stand (1961)

12 de julho – Blue Grooves, Part 1

Lonnie Smith Think! (1968)
Reuben WilsonBlue Mode (1969)
Bobbi HumphreyBlacks And Blues (1973)

9 de agosto – Blue Grooves, Part 2

Lou DonaldsonAlligator Bogaloo (1967)
Donald Byrd Ethiopian Knights (1971)
John ScofieldHand Jive (1993)

13 de setembro – Great Reid Miles Covers, Part 1

Freddie HubbardHub-Tones (1962)
Kenny DorhamUna Mas (1963)
Art Blakey & The Jazz Messengers Indestructible (1964)

11 de outubro – Great Reid Miles Covers, Part 2

Jutta Hipp Jutta Hipp with Zoot Sims (1956)
Herbie HancockInventions & Dimensions (1963)
Joe HendersonIn ‘n Out (1964)

8 de novembro – Blue Note Live, Part 1

Art Blakey & The Jazz Messengers Meet You at the Jazz Corner of the World (1960)
Horace Silver Doin’ The Thing (1961)
Grant GreenAlive! (1970)

13 de dezembro – Blue Note Live, Part 2

Jimmy SmithGroovin’ At Smalls’ Paradise (1957)
Lonnie SmithLive at Club Mozambique (1970)
Lee KonitzAlone Together (1996)

É jornalista e pesquisador musical. Cobre shows nacionais e internacionais e já entrevistou bastante gente interessante do Brasil e do mundo. Foi vencedor do Prêmio TopBlog Brasil em 2010 na categoria "Música"e foi membro do Grammy Latino.

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Trompetista Lucienne Renaudin-Vary lança o novo álbum “Mademoiselle in New York”

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Trompetista Lucienne Renaudin-Vary lança o novo álbum "Mademoiselle in New York"
Divulgação | Warner Music Brasil

A trompetista francesa Lucienne Renaudin-Vary faz uma travessia musical transatlântica no segundo álbum da carreira, Mademoiselle in New York, já disponível pela Warner Classics, em todas as plataformas digitais. O projeto foi antecipado em agosto pelas faixas: Se Tu Vois Ma Mère e Pavane Pour une Infante Défunte, de Ravel.

Embora traga mais compositores norte-americanos, liderados por Bernstein e Gershwin, Mademoiselle in New York também chega com faixas dos franceses Maurice Ravel e Charles Aznavour. No setlist, foram incluídos ainda um número do alemão Kurt Weill e até uma melodia de Dvořak, tcheco responsável pela composição da sinfonia New World e que, posteriormente, se tornou diretor do Conservatório Nacional de Música em Nova York.

Trompetista Lucienne Renaudin-Vary lança o novo álbum "Mademoiselle in New York"

O intercâmbio cultural do projeto fica claro em Si Tu Vois Ma Mère. Coração do álbum, a faixa original é de Sidney Bechet. Nascido em Nova Orleans (EUA), o artista passou vários anos em Paris, tendo morrido lá, em 1959, e para sua obra, transpôs todos esses anos na cidade luz. Woody Allen, o arquetípico nova-iorquino, incluiu a faixa no conhecido longa Meia-Noite em Paris, sucesso de 2011.

Si Tu Vois Ma Mère é a sétima faixa do álbum e, juntamente com Pavane Pour une Infante Défunte, de Ravel, puderam ser degustadas antecipadamente, em todas as plataformas digitais, aquecendo o público para hoje, dia da estreia completa do projeto.

“O trompete é a minha voz”, diz Lucienne Renaudin Vary, de 20 anos. Ganhadora do prêmio Revelação de 2016 oferecido pela prestigiosa premiação Victoires de La Musique Classique, a artista fez história ao se tornar a primeira trompetista a conquistar vagas simultâneas como estudante de música clássica e jazz no prestigiado Conservatório Nacional de Paris.

“Eu me sinto mais em casa quando estou tocando do que se eu tivesse que cantar – ou até mesmo falar”, comenta Lucienne Renaudin-Vary. “Os trompetistas e os cantores respiram da mesma maneira. Eu passo muito tempo ouvindo os cantores: sou fascinada por sua espontaneidade, expressividade, fraseado e a relação entre música e palavras. E essas coisas realmente inspiram o meu modo de tocar”.

Sobre o álbum de estreia The Voice of the Trumpet lançado em 2017, a Gramophone disse: “Seu tom amanteigado é maravilhoso, aplicando um filtro esfumaçado para alguns dos números mais jazzísticos”.

Ouça o álbum:

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Blue Note, lendária gravadora do jazz, lança o documentário “Beyond The Notes”

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Blue Note, lendária gravadora do jazz, lança o documentário "Beyond The Notes"
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A Universal Music anunciou nesta sexta-feira (13) que o documentário Blue Note Records: Beyond The Notes chega ao Brasil em versão física.

Beyond The Notes é uma jornada reveladora e emocionante dos bastidores da Blue Note Records, o selo pioneiro que deu voz a alguns dos melhores artistas de jazz dos séculos 20 e 21.

Blue Note, lendária gravadora do jazz, lança o documentário "Beyond The Notes"

Quando os refugiados judeus alemães Alfred Lion e Francis Wolff começaram o Blue Note, em 1939, em Nova York, os dois berlinenses permitiram aos artistas total liberdade e os incentivaram a compor novas músicas.

Sua abordagem visionária e intransigente levou a lançamentos que não apenas revolucionaram o jazz, mas deixaram uma marca indelével na arte e na música, incluindo o hip-hop. Os lendários músicos Herbie Hancock e Wayne Shorter se reúnem com a geração atual de artistas inovadores da Blue Note, como Robert Glasper e Ambrose Akinmusire, para gravar o álbum All-Stars.

Essas reflexões nos levam de volta às figuras altamente influentes do passado sobre as quais o legado do Blue Note é construído: Thelonious Monk, Bud Powell, John Coltrane, Art Blakey, Horace Silver e Miles Davis.

Dirigido por Sophie Huber, o filme estreou no Tribeca Film Festival, em 2018.

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Série “Motown in Mono” contará com cinco álbuns clássicos

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Série Motown in Mono contará com cinco álbuns clássicos

Em comemoração aos 60 anos da Motown Records, será lançado um conjunto de 5 LP´s em uma edição limitada intitulada Motown In Mono no dia 8 de novembro pela Universal Music para o mercado internacional.

Seguindo uma ordem cronológica, a série inicia com o álbum You´ve Really Got A Hold On Me do Miracles, conhecidos como The Fabulous Miracles. Depois, o álbum The Temptations Sing Smokey que inclui o megahit My Girl, além de The Way You Do The Things You Do e It´s Growing.

Motown in Mono segue com o lançamento do Four Tops com Reach Out de 1967 que inclui os sucessos Reach Out I´ll Be There, Walk Away Renée, 7 Rooms of Gloom, Bernadette, entre outros. Já em 1968, a gravadora lança The Marvelettes com Sophisticated Soul e Diana Ross & The Supremes com Reflections.

Os álbuns podem ser encomendados como um conjunto de 5 LP´s com um slipmat de plataforma giratória exclusivamente através do site da The Sound of Vinyl pelo valor de £139.99 (cerca de R$ 699) . Cada disco foi remasterizado através de suas fitas master analógicas originais por Kevin Gray na Cohearent Audio. Todos são prensados em vinil de 180 gramas com qualidade audiófila.

“Havia uma grande razão pela qual o mono era ótimo para a Motown – a ênfase então era o rádio”, observa Kevin Gray. “Eles fizeram mixagens especiais em mono, destinadas ao rádio e essas coisas são as que crescemos ouvindo”, disse.

Esta série oferecerá a chance de colecionadores e admiradores adquirirem alguns álbuns raros da Motown.

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