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Carlos Cipa, compositor e multi-instrumentista de Munique, lança, nesta sexta-feira (19), o single And She Was, que antecipa o terceiro álbum da carreira Retronyms que  estará disponível em todas as plataformas digitais pela Warner Music Classics no dia 23 de agosto. Este trabalho funde a formação do artista como pianista e compositor clássico e o interesse dele por música experimental e pop num só projeto.

Depois de inúmeras apresentações ao vivo ao longo dos anos, uma série de colaborações e, entre outros, trabalhos para cinema e teatro, Cipa convidou diferentes músicos para o estúdio que mantém em Munique para gravar oito peças.

Em Retronyms, a improvisação anda de mãos dadas com a alta arte da composição, enquanto instrumentos acústicos e, parcialmente incomuns, como o caso da celesta se encontram com métodos de produção eletrônica ou sintetizadores analógicos.

Entre a estética de vanguarda da primeira faixa Fanfare, à alegria orquestral de Senna’s Joy e à última peça de improvisação, Paon, Carlos Cipa prova ter expandido radicalmente a abordagem como compositor. Cada nota deste álbum é meticulosamente pensada e, ainda assim, Retronyms irradia com vivacidade visceral.

O novo álbum carrega esse título por um motivo: um retrônimo é uma mudança de nome subsequente que fornece um novo termo para algo antigo. Um exemplo seria a “guitarra acústica” que foi renomeada após a invenção da guitarra elétrica. Os retrônimos são cunhados no final de um excitante desenvolvimento cultural ou tecnológico, assim como Retronyms marca uma virada decisiva no desenvolvimento de Cipa como compositor.

No álbum, Carlos Cipa combinou uma moderna tecnologia de estúdio digital com hardware analógico, misturas de metais e instrumentos de sopro ou guitarra elétrica com sons de piano e muito mais. O músico toca piano e uma variedade de instrumentos de teclado como a celesta ou o harmônio, piano Rhodes, Wurlitzer e sintetizadores analógicos. Esta música de câmara acústico-eletrônica surrealmente bonita consegue preservar a originalidade de seus elementos acústicos e a autenticidade da performance ao vivo de uma só vez.

Com peças como a épica Senna’s Joy, este novo trabalho destaca as qualidades orquestrais que as peças de piano solo anteriores do artista até agora só sugeriram.

Ao longo de oito peças, a interação entre a repetição sutil e as mudanças de alto contraste cria uma tensão constante que pode ser ouvida em cada detalhe do complexo arranjo deste álbum. O ruído brando e os sons do ambiente atraem o público para a situação de gravação vibrante e, no entanto, todas as notas deste projeto estão exatamente onde Cipa queria que estivessem. Por isso, Retronyms cria um todo unificado de componentes totalmente heterogêneos: enquanto a primeira peça é de apenas 50 segundos, a segunda se estende por quase 13 minutos. Mesmo que uma composição como Slide seja baseada em uma estrutura harmônica complexa, o resultado final soa despreocupado e cativante.

Num momento, algo pode parecer evocar um certo humor; no outro, você pode encontrá-lo para expressar o oposto. Pois é um álbum em constante mudança, assim como Carlos Cipa, que expandiu radicalmente sua abordagem composicional com este lançamento.

O compositor, que fala tão apaixonadamente sobre diferentes interpretações das suítes de Bach quanto sobre toda a discografia de Björk e que se sente tão confortável em uma performance de música minimalista quanto em Heroes, de Bowie, no seu toca-discos, abandonou parcialmente o seu controle composicional. O álbum é uma obra composta e, ao mesmo tempo, fruto de uma cooperação produtiva ocasional durante as sessões de gravação.

Para a peça de abertura Fanfare, por exemplo, Cipa gravou trechos dos exercícios de seus trombonistas e depois os condensou através de vários métodos de processamento em uma miniatura de arte sonora de vanguarda.

Já em Paon, a última faixa, surgiu de uma improvisação livre entre Cipa e o trompetista Matthias Lindermayr. O músico cria uma interação entre instrumentos acústicos de teclado, paisagens sonoras de sintetizadores e métodos de produção digital, mas também entre elementos clássicos e estruturas de música pop: as texturas de dark tree abrem muito espaço para o piano de Cipa se desdobrar e entrar num diálogo musical com melodias de trompete jazzy. Todo um novo som é criado, um que não poderia ter sido concebido em uma partitura musical. Houve muitos momentos durante a gravação de Retronyms, nos quais tudo se desenvolvia organicamente, no qual músicos clássicos eram encorajados a improvisar ou um músico de jazz estava tocando pela partitura. No registro, isso resulta em uma versatilidade que, em um tempo de jogo de cerca de 49 minutos, integra as texturas de cordas suspensas de “Awbsmi” tão perfeitamente quanto as frases de piano entrelaçadas em And She Was.

Recentemente, o artista dedicou-se ao trabalho colaborativo com a compositora Sophia Jani e o produtor Martin Brugger a.k.a. Occupanther, com quem gravou música para cinema e TV, além de compor para conjuntos clássicos e marcar presença em apresentações de dança e teatro.

Com mais de cem concertos por toda a Europa, Cipa provou que sua música pode encantar o público de clubes ou salas de concertos clássicas tão bem quanto os de grandes festivais de música pop como Haldern-Pop, MS Dockville e o festival Reeperbahn. Tudo isso o viu dividindo o palco com artistas como Hauschka ou Nils Frahm e dando vida nova aos Six Pianos, de Steve Reich no Elbphilharmonie de Hamburgo.

Confira abaixo o segundo single de divulgação do novo trabalho de Carlos Cipa com And She Was:

CLASSICA

Festival Ópera na Tela chega a São Paulo com projeções a céu aberto

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Festival Ópera na Tela chega a São Paulo com projeções a céu aberto A primeira edição do Festival Ópera na Tela começa nesta sexta-feira (18) em São Paulo no parque do Museu da Casa Brasileira, em Itaim Bibi, oferecendo aos paulistanos montagens grandiosas em tela gigante, com alta qualidade de som e imagem, cadeiras confortáveis e preços acessíveis. Dez filmes inéditos de ópera da temporada europeia recente, um recital com a mezzzo-soprano Valentine Lemercier e um ciclo de palestras ministrado por Sérgio Casoy - pesquisador e estudioso de música lírica - este último gratuito. Depois, as projeções ao ar livre seguem para o Rio de Janeiro, dia 31 de outubro, abrindo a quinta edição carioca do evento no Parque Lage, no Jardim Botânico. Os títulos, em cópias digitais e legendadas, integraram a temporada europeia recente e trazem diversidade na programação em montagens clássicas e releituras mais contemporâneas, tornando a atualidade lírica mundial acessível ao público brasileiro. Sucesso há quatro anos no Rio de Janeiro e pela primeira vez e São Paulo, o Festival Ópera na Tela reúne as principais montagens de récitas em exibições na Europa. Exibindo sempre uma récita por dia, em São Paulo poderão ser vistos dez filmes e no Rio, 12. Em tela gigante, com alta qualidade de som e imagem e cadeiras confortáveis, o público terá a oportunidade de acompanhar as mais famosas composições de ópera de nome como Giuseppe Verdi, Franz Lehár, Mozart, Giacomo Puccini, entre outros. Festival ÓPERA NA TELA em São Paulo Ingressos: https://site.bileto.sympla.com.br/operanatelasp/ Durante o evento também haverá bilheteria nos espaços Data: entre os dias 18 e 27 de outubro Horário: Sábado, 19/10 às 18h, Segunda a Sábado às 19h e Domingos às 18h. Local: Museu da Casa Brasileira – Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2705 - Itaim Bibi Ingressos: R$30 (inteira) e R$15 (meia) Capacidade: 500 lugares Classificação indicativa: Livre ou 14 anos, dependendo da obra Outras informações: meia entrada conforme legislação e para classe artística mediante comprovação
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A primeira edição do Festival Ópera na Tela começa nesta sexta-feira (18) em São Paulo no parque do Museu da Casa Brasileira, em Itaim Bibi, oferecendo aos paulistanos montagens grandiosas em tela gigante, com alta qualidade de som e imagem, cadeiras confortáveis e preços acessíveis.

Festival Ópera na Tela chega a São Paulo com projeções a céu aberto

Dez filmes inéditos de ópera da temporada europeia recente, um recital com a mezzzo-soprano Valentine Lemercier e um ciclo de palestras ministrado por Sérgio Casoy – pesquisador e estudioso de música lírica – este último gratuito.

Depois, as projeções ao ar livre seguem para o Rio de Janeiro, dia 31 de outubro, abrindo a quinta edição carioca do evento no Parque Lage, no Jardim Botânico. Os títulos, em cópias digitais e legendadas, integraram a temporada europeia recente e trazem diversidade na programação em montagens clássicas e releituras mais contemporâneas, tornando a atualidade lírica mundial acessível ao público brasileiro.

Sucesso há quatro anos no Rio de Janeiro e pela primeira vez e São Paulo, o Festival Ópera na Tela reúne as principais montagens de recitais em exibições na Europa. Exibindo sempre uma récita por dia, em São Paulo poderão ser vistos dez filmes e no Rio, 12. Em tela gigante, com alta qualidade de som e imagem e cadeiras confortáveis, o público terá a oportunidade de acompanhar as mais famosas composições de ópera de nome como Giuseppe Verdi, Franz Lehár, Mozart, Giacomo Puccini, entre outros.

Festival Ópera na Tela em São Paulo
Ingressos: https://site.bileto.sympla.com.br/operanatelasp/
Durante o evento também haverá bilheteria nos espaços
Data: entre os dias 18 e 27 de outubro
Horário: Sábado, 19/10 às 18h, Segunda a Sábado às 19h e Domingos às 18h.
Local: Museu da Casa Brasileira – Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2705 – Itaim Bibi
Ingressos: R$30 (inteira) e R$15 (meia)
Capacidade: 500 lugares
Classificação indicativa: Livre ou 14 anos, dependendo da obra
Outras informações: meia entrada conforme legislação e para classe artística mediante comprovação

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CLASSICA

Andrea Bocelli e Ellie Goulding realizam dueto inédito em “Return To Love”

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Andrea Bocelli e Ellie Goulding realizam dueto inédito em "Return To Love"
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O astro Andrea Bocelli conta com a participação da cantora britânica Ellie Goulding, que acaba de se apresentar no Rock in Rio, para o lançamento da música Return To Love. A faixa já está disponível em todas as plataformas digitais pela Universal Music via Decca Records. Com direção de Luca Scota o videoclipe também é disponibilizado.

Andrea Bocelli e Ellie Goulding realizam dueto inédito em "Return To Love"

“Para mim, Andrea tem uma das mais belas e reconhecíveis vozes de nossa geração”, disse Ellie Goulding. “Todo amor é especial e ainda segue sempre a mesma lei: o mesmo amor que cresce a semente faz a flor florescer. Essa música imita o despertar do coração, a consciência de uma capacidade renovada de amar”, completou Andrea Bocelli.

Return to Love é a primeira canção apresentada de Si Forever: Diamont Edition, a versão estendida de seu último álbum, Si, que chega às plataformas digitais no próximo dia 8 de novembro, com novas faixas gravadas com alguns dos melhores artistas do mundo pop.

O trabalho traz três novas músicas, Alla Gioia (Ode to Joy), que foi gravada para comemorar o aniversário de 250 anos do nascimento de Ludwig van Beethoven, Ragazzo Mio (Danny Boy) e uma versão especial de comemoração de 25 anos para Il Mare Calmo Della Sera, faixa especial escrita pelo cantor italiano Zucchero, além de Giampiero Felisatti e Gloria Nuti, especialmente para Andrea.

Confira:

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CLASSICA

Placido Domingo renuncia ao cargo de diretor da Ópera de Los Angeles

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Placido Domingo renuncia ao cargo de diretor da Ópera de Los Angeles
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O tenor Placido Domingo renunciou ao cargo de diretor da Ópera de Los Angeles em meio a acusações de assédio sexual. Ele já havia renunciado, também, um cargo no Metropolitan Opera de Nova York e, agora, deixa uma posição que ocupava desde 2003. As informações são do Music News.

Placido Domingo renuncia ao cargo de diretor da Ópera de Los Angeles

De acordo com a publicação, vinte mulheres fizeram denúncia de Placido Domingo acusando-o de má conduta e assédio sexual. O tenor de 78 anos negou as acusações e pretende continuar lutando contra elas.

Domingo declarou, em uma entrevista ao Los Angeles Times, que as alegações feitas contra ele “criaram uma atmosfera em que minha capacidade de servir essa companhia que tanto amo foi comprometida”.

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