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Conheça Celeste, uma das grandes apostas da soul music mundial Conheça Celeste, uma das grandes apostas da soul music mundial

JAZZ SOUL R&B

Conheça Celeste, uma das grandes apostas da soul music mundial

Alessandro Raimondo

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Em meados de dezembro, o mundo da música é tomado por apostas para saber quem será a grande revelação no ano seguinte. Nesta época, surgem várias listas de potenciais nomes para assumirem esse posto. Na Europa, mais precisamente na Grã-Bretanha, um nome vem chamando a atenção de todos. É o caso da cantora e compositora Celeste, de apenas 25 anos, que conquistou o troféu na categoria de Rising Star Award (em português, Estrela em Ascensão) no 40º BRIT Awards, que aconteceu em fevereiro de 2020. Em anos anteriores, esse mesmo prêmio já foi concedido a Adele e Sam Smith, dois grandes nomes da música internacional.

Conheça Celeste, uma das grandes apostas da soul music mundial

Nascida nos Estados Unidos, a britânica de ascendência jamaicana Celeste mudou-se com sua mãe para Brighton, na Inglaterra, quando ainda era criança. Na adolescência, começou a demonstrar seu interesse por música e se expressar através de suas próprias composições.

Ela integrou algumas bandas e, aos 16 anos, divulgou sua primeira canção na internet. Nomeada pela emissora de TV BBC como revelação da BBC Music’s Sound of 2020, iniciativa que descobre e promove novos talentos, Celeste reconhece o importante papel que seu avô materno teve em sua vida. Foi ele quem a apresentou aos lendários artistas que posteriormente influenciaram seu som. Foi ele quem mostrou para a neta fitas cassetes de artistas como Aretha Franklin e Ella Fitzgerald, fazendo com que Celeste criasse uma profunda conexão com a emoção passada pelo soul clássico.

Desde cedo, a pequena cantora já fazia covers de diversos artistas, como Sly And The Family Stone, Ray Charles, Janice Joplin, entre outros. Com o passar do tempo, ela foi aprimorando e lapidando seu som, considerado irreverente e único dentro do estilo neo soul. Em março de 2017, Celeste apresentou seu EP de estreia, intitulado The Milk and Honey, contendo três faixas.

Dois anos mais tarde, ela viu sua carreira ganhar uma maior visibilidade, com o lançamento do EP Lately pela Universal Music, via Polydor Records. Também em 2019, Celeste divulgou a faixa Strange, que entrou para a Radio 1 Playlist, da BBC, e fez com que ela alcançasse um maior público. O videoclipe da canção já ultrapassa a marca de 1,5 milhão de views. Em fevereiro deste ano, a cantora e compositora apresentou Strange no palco do BRIT Awards, arrancando aplausos dos espectadores e dos fãs em casa.

Apesar da curta carreira, Celeste acumula no currículo shows de abertura para artistas como Michael Kiwanuka, Janelle Monáe e Neneh Cherry. Em 2019, a cantora esgotou diversas datas de seus shows na cidade de Londres e apareceu, pela primeira vez, na televisão britânica, performando ao vivo suas canções no famoso programa Later…With Jools Holland.

De lá pra cá, Celeste já conquistou mais de dois milhões de ouvintes mensais no Spotify e mais de nove milhões de visualizações totais em seu canal oficial do YouTube, plataforma onde divulga seus videoclipes.

No início de janeiro deste ano, ela presenteou os fãs com o single Stop this Flam, que alcançou a posição número 8 na popular playlist New Music Friday, do Spotify, nos Estados Unidos.

Até o momento, a faixa já arrebatou mais de oito milhões de streams. Com uma voz doce e melodia suave, Celeste já é considerada uma das grandes apostas de 2020, dando o seu toque especial para a soul music.

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Morre aos 90 anos, Lennie Niehaus, que compôs trilhas para filmes de Clint Eastwood

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Morre aos 90 anos, Lennie Niehaus, que compôs trilhas para filmes de Clint Eastwood 
Reprodução | Warner Bros Pictures | Photofest

Lennie Niehaus, lendário saxofonista que trabalhou na composição de trilhas sonoras para filmes de Clint Eastwood, morreu aos 90 anos de causas naturais. As informações são do portal The Hollywood Reporter, que recebeu a confirmação do óbito através dos familiares do músico.

Morre aos 90 anos, Lennie Niehaus, que compôs trilhas para filmes de Clint Eastwood 

Foto: Reprodução | Warner Bros Pictures | Photofest

Lennie Niehaus conheceu Clint Eastwood nos anos 1950. Ambos tinham como afinidade, o jazz. Niehaus orquestrou partituras para filmes estrelados por Eastwood como Tightrope (1984), Pale Rider (1985), entre outros.

O saxofonista conquistou o BMI Film & TV Awards pelos trabalhos em Heartbreak Ridge (1986), Unforgiven (1992), The Bridges of Madison County (1995) e Space Cowboys (2000).

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Bob Hurwitz é homenageado por Laurie Anderson, Philip Glass e Pat Metheny em “I Still Play” 

Álbum traz onze temas inéditos para piano

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Bob Hurwitz é homenageado por Laurie Anderson, Philip Glass e Pat Metheny em "I Still Play"
Divulgação | Nonesuch Records

Bob Hurwitz, o homem que presidiu a Nonesuch Records de 1984 a 2017, é homenageado na compilação I Still Play por grandes nomes como Laurie Anderson, Philip Glass e Pat Metheny. O álbum, já disponível em todas as plataformas digitais pela Warner Music, traz 11 temas inéditos para piano.

Bob Hurwitz é homenageado por Laurie Anderson, Philip Glass e Pat Metheny em "I Still Play"

Foto: Divulgação | Nonesuch Records

As peças foram apresentadas pela primeira vez na Academia de Música do Brooklyn (BAM), em 2017, em um concerto comemorando o mandato de Hurwitz na gravadora. Na ocasião, ele assumiu o cargo de Presidente Emérito, depois de administrar o selo por mais de três décadas.

David Bither, atual presidente da Nonesuch, disse sobre I Still Play: “O grande amigo de Bob, John Adams, merece crédito pela ideia que está no centro desta gravação. Eu pedi sua ajuda para pensar em como poderíamos homenagear Bob. Algumas semanas depois, ele sugeriu que perguntássemos aos compositores que haviam trabalhado tão intimamente com Bob que cada um escrevesse para ele uma nova peça musical, uma sugestão honrosa, mas com uma reviravolta”.

I Still Play inclui composições de John Adams, Laurie Anderson, Timo Andres, Louis Andriessen, Donnacha Dennehy, Philip Glass, Nico Muhly, Brad Mehldau, Steve Reich, Pat Metheny e Randy Newman. As peças foram gravadas por Andres e pelos companheiros de Nonesuch, os artistas Jeremy Denk, e também os próprios Mehldau e Newman.

Ouça o álbum:

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Hyldon participa da live “Warner Music Entrou na Sala”

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Hyldon participa da live "Warner Music Entrou na Sala"
Daryan Dornelles

Um dos grandes nomes de nossa música, o soulman Hyldon confirmou suas participação no evento online Warner Music Entrou Na Sala que acontecerá nesta quinta-feira (19) às 17h no Instagram oficial da gravadora.

Hyldon participa da live "Warner Music Entrou na Sala"

Foto: Divulgação | Daryan Dornelles

Conhecido como o soulman brasileiro, Hyldon é responsável pelo clássico Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda (Casinha de Sapê) nos anos 1970, faixa que foi revisitada nos anos 1990 pela banda Kid Abelha.

Considerado um dos precursores da música soul brasileira, Hyldon, que além de sua inconfundível voz é produtor, guitarrista e baixista, falará sobre sua carreira neste evento.

Já participaram do Warner Music Entrou na Sala, outros grandes artistas como Tiê, Olodum, Salgadinho, Sula Miranda e a banda nore-americana Bliss.

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