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Deezer revela queda do streaming no inicio da quarentena do coronavírus Deezer revela queda do streaming no inicio da quarentena do coronavírus

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Deezer revela queda do streaming no inicio da quarentena do coronavírus

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O momento que estamos vivendo tem causado uma série de mudanças em diversos setores no mundo todo, entre elas o hábito de consumo de áudio. Enquanto os streams que aconteciam durante o deslocamento das pessoas obviamente caíram por conta da pandemia do coronavírus, no mesmo período despontaram os aparelhos domésticos, rádios ao vivo e buscas de acordo com o MOOD.

Deezer revela queda do streaming no inicio da quarentena do coronavírus

No entanto, isso não significa que as pessoas deixaram de se embalar pelas melodias: essa é uma das descobertas do levantamento da Deezer realizado entre os dias 2 e 22 de março em todo o mundo.

“Com o distanciamento social que estamos enfrentando neste momento, todos estão se adaptando a uma vida totalmente nova. É preciso manter os seus filhos entretidos, manter a boa-forma, a saúde mental e, ainda por cima, equilibrar trabalho e tempo pessoal – tudo isso sem sair de casa”, afirma Aurélien Hérault, Chief Data & Research Officer global da Deezer.

Entre as mudanças observadas estão:

Estamos nos adaptando à vida em ambientes fechados

Uma das principais mudanças causadas pelo isolamento no mundo todo é também uma das mais óbvias: o fim do deslocamento diário de milhões de pessoas. No stream, isso significa que em vez do habitual horário de pico das 7h, o mundo agora tem dado play em suas faixas entre 9h e 10h. Aos finais de semana, as pessoas estão escutando mais música durante a tarde, algo que nunca ocorreu antes. Sextas-feiras anteriormente reuniam o maior volume de streams da semana – com a interrupção das atividades sociais e do #Sextou, isso mudou e agora, pela primeira vez, todos os dias se comportam iguais.

Recuperação dos streamers

Os dados mostram que as pessoas precisaram de cerca de dez dias para se adaptarem à vida solitária. Nossos números na Itália mostrou que embora os níveis de engajamento tenham caído no início, eles voltaram a se estabilizar após a primeira semana de isolamento. Países como França tem mostrado o mesmo comportamento – e é muito provável que o Brasil também siga essa tendência. Nesse processo de estabilização, a Deezer percebeu a demanda das pessoas por conteúdos que refletiam seus humores.

Decorrida apenas uma semana do lançamento do canal Vida em Casa, que ocorreu na última segunda-feira (23), a reprodução de playlists como Mellow Days aumentaram 335%, Feel Good se tornou a segunda mais transmitida globalmente no canal e Happy Hits teve um aumento de 53% globalmente.

No Brasil, a playlist Calmaria teve um crescimento de 267%, seguida pela Slow-Fi, feita para ajudar as pessoas a descansarem, que atingiu crescimento de 217%. Artistas que se engajaram com o público em lives também tiveram um crescimento em streams. Gusttavo Lima, por exemplo, teve um aumento de 40% em streams no último domingo em relação aos domingos anteriores, após a transmissão ao vivo que fez no sábado. Michel Teló também teve um consumo 40% maior no sábado, depois da live de sexta. Já Sandy viu seus streams crescer 46%.

O boom dos rádios e playlists de MOOD

Rádio: à medida que a incerteza aumenta e passamos mais tempo dentro de casa, temos mais necessidade de notícias e saber o que está acontecendo no mundo. Apesar da queda registrada de streaming de músicas, as pessoas passaram a ouvir rádio ao vivo, que cresceu globalmente em 19% nas últimas duas semanas. Na última semana, aumentou mais 2% no mundo todo.

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