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Do jorrnalismo à música, Tarcísio Badaró lança o álbum “Deserto do Tempo”

Do jorrnalismo à música, Tarcísio Badaró lança o álbum "Deserto do Tempo"
Foto: Reprodução | Instagram

Após lançar seu primeiro disco Curiango no ano passado, Tarcísio Badaró, o jornalista que decidiu fazer música, apresenta nesta sexta-feia (26) o seu segundo álbum de estúdio Deserto do Tempo, já disponível nas plataformas digitais com distribuição pela Tratore.

Do jorrnalismo à música, Tarcísio Badaró lança o álbum "Deserto do Tempo"
Foto: Reprodução | Instagram

Bebendo nos clássicos do rock britânico e americano, principalmente das décadas de 1960 e 1970, as 15 músicas autorais mesclam elementos do folk, country e blues, com letras que refletem sobre o cotidiano do escritor e sua visão do mundo.

“Este lançamento é uma continuação do anterior, mostra o começo deste caminho que eu estou trilhando. Mas é um disco mais experimental, abstrato e intimista”, comenta Tarcísio Badaró.

A canção Depois dos Temporais foi apresentada previamente ao público, em outubro, e é caracterizada como a faixa mais pop do álbum. Agora, o destaque vai para Deserto do Tempo, um rock que dá nome ao disco, carregado de guitarras, e que fala sobre a cidade natal do artista (Minas Novas – uma pequena cidade histórica no Vale do Jequitinhonha em Minas Gerais) e sua relação de amor e despertencimento com ela.

“Em termos de atmosfera musical, acredito que esse single é o que mais representa o meu som. Nós usamos instrumentos e equipamentos dos anos 60 para chegar a essa sonoridade e timbre que caracterizam o disco”, finaliza Tarcísio.

Autor de dois livros-reportagem e jornalista investigativo dedicado a temas de direitos humanos, Tarcísio é quem assina a composição de todas as faixas, como já havia feito no primeiro disco. “Eu encaro o ato de compor como um exercício de escrita. Componho com a labuta de quem escreve um texto, uma reportagem ou um livro. Desde coisas cotidianas a reflexões interiores, tendo a minha visão jornalística impregnada em minhas composições”, disse o cantor.

A produção musical é comandada por Leonardo Marques, conhecido por produzir bandas como Moons e Maglore, que também é responsável por tocar baixo, lap steel e percussão no disco.

Autor de dois livros-reportagem e jornalista investigativo dedicado a temas de direitos humanos, Tarcísio é quem assina a composição de todas as faixas, como já havia feito no primeiro disco: “Eu encaro o ato de compor como um exercício de escrita. Componho com a labuta de quem escreve um texto, uma reportagem ou um livro. Desde coisas cotidianas a reflexões interiores, tendo a minha visão jornalística impregnada em minhas composições”, conclui.

A capa do disco é uma obra do artista chileno Juan Pablo Mapeto, que reside no Brasil.

Ouça o álbum:

 

Matéria produzida por The Music Journal Brazil

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