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O single Orinoco Flow que projetou a cantora e multi-instrumentista irlandesa Enya ao estrelato mundial, completou 30 anos de seu lançamento original na última semana. No Brasil, esta canção fez um grande sucesso depois de ser incluída na trilha sonora da novela Que Rei Sou Eu?.




Orinoco Flow foi determinante para o sucesso comercial do álbum Watermark, o segundo da carreira de Enya, que obteve resultados expressivos, tanto para o seu desempenho comercial como o artístico. O título da faixa foi inspirada no nome do estúdio utilizado para a sua gravação, o Orinoco Studios em Londres.

Inicialmente, a faixa foi reconhecida como uma canção new age, pela sua constituição melódica com acordes pizzicato gerados pela alteração do patch Pizzagogo no sintetizador Roland D-50. A multiplicação de vozes, algo característico nas canções de Enya, foram produzidos com técnica de overdubs, onde ocorre a multiplicação de vozes.

Watermark, que levou dez meses para ficar pronto, foi muito elogiado pela crítica especializada na época, o que levou Enya ao estrelato mundial. Além disso, ela conquistou discos de multi-platina nos EUA e Reino Unido. Apesar de nunca anunciar uma turnê, a artista irlandesa promoveu o álbum com entrevistas, aparições e performances ao vivo. Este trabalho marcou, também, o contrato da cantora com a Reprise Records.

Ouça Orinoco Flow:

É jornalista e pesquisador musical. Cobre shows nacionais e internacionais e já entrevistou bastante gente interessante do Brasil e do mundo. Foi vencedor do Prêmio TopBlog Brasil em 2010 na categoria "Música"e foi membro do Grammy Latino.

CLASSICA

Enya lança nova coletânea natalina “Christmas Secrets”

Novo projeto da multi-instrumentista irlandesa conta com 12 faixas

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Enya lança nova coletânea natalina "Christmas Secrets"
Divulgação | Warner Music Brasil

A célebre multi-instrumentista irlandesa Enya lança nesta sexta-feira (6) a sua nova coletânea Christmas Secrets com 12 faixas que reúnem algumas das melhores músicas natalinas de todo o catálogo da Rainha do New Age. O álbum já está disponível em todas as plataformas digitais pela Warner Music.

Christmas Secrets inclui faixas dos álbuns Amarantine (Special Christmas Edition), And Winter Came… e Sounds Of The Season (The Enya Collection).

Enya lança nova coletânea natalina "Christmas Secrets"

Enya já vendeu mais de 75 milhões de álbuns em todo o mundo, sendo 26,5 milhões nos EUA e é a segunda artista irlandesa que mais vendeu álbuns na história depois do U2. Ela já conquistou sete prêmios World Music Awards, quatro Grammy’s e um prêmio Ivor Novello.

Seu álbum A Day Without Rain de 2000 é o álbum de New Age mais vendido de todos os tempos e estima-se que tenha vendido mais de 16 milhões de cópias em todo o mundo.

Confira o conteúdo de Christmas Secrets e ouça o álbum abaixo:

1. Oíche Chiúin (Silent Night)
2. We Wish You A Merry Christmas
3. White Is in the Winter Night
4. Adeste, Fideles
5. Christmas Secret
6. Journey of the Angels
7. O Come, O Come, Emmanuel
8. Amid The Falling Snow
9. The Magic Of The Night
10. The Spirit of Christmas Past
11. Dreams Are More Precious
12. Oíche Chiúin (Chorale)

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CLASSICA

Placido Domingo: “Sempre fui um gentleman”

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Placido Domingo: "Sempre fui um gentleman"
Divulgação

A lenda da ópera, o espanhol Placido Domingo disse em uma recente entrevista à El Confidencial da Espanha, que, desde setembro deste ano quando foi acusado de assédio sexual por mais de 20 mulheres, sua vida virou um “pesadelo”.

“Fui galante, mas sempre dentro dos limites da gentileza, respeito e sensibilidade”, disse Placido Domingo. “Nunca me comportei de uma maneira agressiva, perseguidora e vulgar que (os acusadores) descreveram”, alegou.

Placido Domingo: "Sempre fui um gentleman"

Domingo, que chegou a deixar a Ópera de Los Angeles em 2019, reclamou em entrevista das acusações que sofreu: “A credibilidade dada ás acusações é automática… e me senti prematuramente julgado, sentenciado e condenado”, disse, reclamando que as exposições pelas quais passou resultaram nos “meses mais difíceis” de sua vida.

Contudo, Plácido Domingo também explicou que está determinado a cumprir sua agenda até 2021 e que tem se preparado muito para essas apresentações: “Foram tempos difíceis, mas as coisas diminuíram um pouco”, observa o tenor. “Estou trabalhando, estudando, ensaiando e me apresentando. Isso me proporcionou a calma que preciso para enfrentar esse pesadelo”, observa.

E concluiu: “Eu ainda me sinto forte e saudável”.

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CLASSICA

Pianista francês Alexandre Tharaud revisita Beethoven em “Versailles”

Álbum enaltece compositores associados à corte francesa dos séculos XVII e XVIII

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Pianista francês Alexandre Tharaud revisita Beethoven em "Versailles"
Divulgação | Warner Music Brasil

Quem, se não Alexandre Tharaud, seguiria um álbum dedicado às formidáveis três sonatas finais de Beethoven com um recital de peças compactas de Lully, Rameau, François Couperin e outros compositores associados à corte francesa nos séculos XVII e XVIII? O brilhante pianista francês lançou na última sexta-feira (15) o seu novo álbum Versailles, que já está disponível em todas as plataformas digitais pela Warner Music via Parlophone Records e Erato.

Pianista francês Alexandre Tharaud revisita Beethoven em "Versailles"

“Sempre fui atraído pela música francesa desse período”, explica Tharaud, cujo amplo catálogo para o selo Erato abrange Bach, Scarlatti, Haydn, Mozart, Chopin, Brahms, Rachmaninov, Satie, a música do Jazz Age Paris e a obra da cantora e compositora francesa Barbara. “Eu vejo este álbum como um buquê de peças curtas de diferentes compositores da época. É uma homenagem aos compositores de Versalhes. Eles foram ativos durante os reinados de Luís XIV, Luís XV e Luís XVI e o mais novo deles, Claude Balbastre, morreu em 1799, 10 anos após o início da Revolução Francesa”, explica.

Tharaud lança o programa com uma obra que descreve como “uma obra-prima absoluta”, o prelúdio que abre o primeiro livro de peças de teclado de Rameau: “É como estar sozinho em Versalhes, abrindo as portas e entrando naquelas salas enormes e imponentes. A música começa com uma primeira seção de simplicidade contemplativa e desarmante, e depois se move para um prelúdio claramente definido que poderia ter sido escrito por Bach. De certa forma, resume todo o programa em apenas alguns minutos”.

Segundo Tharaud e até onde sabemos, várias dessas peças não foram gravadas anteriormente no piano moderno – ele menciona a música de Balbastre, Jacques Duphly e Pancrace Royer. Como ele explica, Lully não escreveu para teclado solo, mas a orquestra Marche Pour La Cérémonie Des Turcs, do Le Bourgeois Gentilhomme foi transcrita para piano várias vezes.

Para este álbum, Tharaud fez o próprio arranjo da peça, com o objetivo de capturar toda a riqueza de suas sonoridades e enfatizar sua natureza dançante.

Confira:

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