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Facebook negocia licenciamento de música para serviço de vídeo Facebook negocia licenciamento de música para serviço de vídeo

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Facebook negocia licenciamento de música para serviço de vídeo

De acordo com a Bloomberg, gigante das redes sociais conversa com as principais gravadoras do mundo

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O Facebook está negociando acordos de licenciamento de música para o seu serviço Watch com as principais gravadoras do mundo: Universal Music Group, Sony Music Entertainment e Warner Music Group. As informações são da Bloomberg e Digital Music News.

Facebook negocia licenciamento de música para serviço de vídeo

A publicação informa que o Facebook já está testando vídeos musicais em mercados como a Índia e a Tailândia.

Ainda que o Facebook não tenha o direito de transmitir videoclipes, a empresa já conquistou alguns direitos de licenciamento musical. Existe um acordo que permite que os usuários da plataforma incluam música em vídeos que eles postam especificamente na plataforma.

O serviço Watch foi iniciado pelo Facebook em 2017. Um ano depois, a empresa começou a oferecer um serviço parecido no Instagram chamado IGTV. A ideia do Facebook é apostar em vídeos musicais, que são o terceiro gênero mais popular de vídeos no YouTube.

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Selo Nova Dose firma parceria com o produtor Tiago Suminsky para lançamentos de artistas independentes

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Selo Nova Dose firma parceria com o produtor Tiago Suminsky para lançamentos de artistas independentes
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O selo Nova Dose, apoiado pela Chilli Beans, acaba de firmar uma parceria com o Estúdio Suminsky do produtor Tiago Suminsky de Porto Alegre (RS).

Suminsky, que tem um trabalho de produção musical com grande relevância há mais de 20 anos, já lançou vários singles que entraram no TOP 10 no sul do Brasil.

A finalidade da nova parceria é lançar músicas para artistas independentes autorais por preços simbólicos, viabilizando gravações musicais à distância, principalmente em tempos de quarentena, como o que vivemos atualmente em decorrência da pandemia do coronavírus. Além disso, o material produzido será com alta qualidade para novos artistas que necessitam de um estúdio de gravação.

Selo Nova Dose firma parceria com o produtor Tiago Suminsky para lançamentos de artistas independentes

O selo Nova Dose, nasceu de um projeto sócio-cultural de um desejo da Chili Beans de auxiliar novos artistas autorais independentes ligados à música, moda e arte no Brasil, sendo este, uma divisão direcionada à música, criado e gerido pela Dearo Marketing Social. Este trabalho nasceu no segundo semestre de 2019 com a intenção apoiar artistas independentes, incluindo a capacitação, planejamento de carreira, produção, clipes, inserindo sua arte no mercado sem a necessidade de grandes investimentos, mas que o artista possa ter um retorno o qual ele consiga viver de sua arte.

O primeiro artista dentro deste cenário e que foi anunciado pelo Nova Dose em 2019, foi o cantor e compositor Seadi e, além disso, o selo mantém em cartaz uma exposição do coletivo Acidum Project na Flagship da Chili Beans – claro, que no momento está fechada em decorrência da pandemia do coronavírus – contudo, quem quiser visitar a obra digitalmente, pode conhecê-la através do Instagram oficial do Acidum Project e os trabalhos do Seadi podem ser conferidos nas redes sociais do artista e no Spotify.

Selo Nova Dose firma parceria com o produtor Tiago Suminsky para lançamentos de artistas independentes

O produtor Tiago Suminksy | Divulgação

O novo trabalho do selo Nova Dose com o Estúdio Suminsky não isenta artistas que já trabalharam com outros produtores, a exemplo do cantor Seadi, que tem singles trabalhados com outros grandes produtores como os da HeadMedia e do produtor Juliano Cortuah. O selo conta com a parceria de assessoria da Márcia Stival, da Chili Beans, da Roots To Go, da marca de roupas T-Flow, que já mantém um trabalho de apoio aos artistas.

O lançamento do Nova Dose foi divulgado em primeira mão pelo portal TMJ.

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Sony Music anuncia fundo de ajuda global em resposta ao coronavírus

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Sony Music anuncia fundo de ajuda global em resposta ao coronavírus
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Rob Stringer, chairman da Sony Music Group, emitiu um comunicado nesta quinta-feira (2) a todos os funcionários do conglomerado multinacional de música anunciando um fundo de ajuda global em resposta à pandemia de coronavírus.

Sony Music anuncia fundo de ajuda global em resposta ao coronavírus

Stringer também aproveitou o momento para agradecer todas às equipes que a Sony Music mantém no planeta: “Continua sendo emocionante ver como a nossa família Sony Music está se mobilizando durante este período. Estes são os momentos que revelam nosso verdadeiro caráter e, a cada momento, vocês estão demonstrando o que eu já sabia: que nós somos uma empresa formada por pessoas apaixonadas, cuidadosas, criativas e focadas no negócio”, disse.

A Sony Corporation, controladora da Sony Music, lançou o programa Sony Global Relief Fund, um fundo de US$ 100 milhões dedicado aos trabalhadores da área da saúde que estão nas linhas de frente em todo o mundo. A ideia é proteger crianças e educadores que enfrentam desafios decorrentes do fechamento de escolas, além de apoiar criadores, artistas e outros parceiros do meio do entretenimento que foram impactados pelo coronavírus.

Rob Stringer também disse sobre as expectativas da empresa no ano fiscal que se inicia: “Esta semana marca o início do nosso novo ano fiscal. Claro que, como todas as empresas afetadas por essa crise, sabemos que os próximos 12 meses trarão desafios diferentes dos que já vivemos antes. No entanto, estou confiante de que temos o que é preciso para superar os ventos contrários que enfrentamos, desde que continuemos focados nos nossos valores e nos nossos pontos fortes. Seja o que for que está lá na frente, continuaremos colocando nossos funcionários, artistas e compositores em primeiro lugar em todas as atitudes que tomarmos”, disse.

A Sony Music Entertainment opera grandes selos da história do mercado musical como a Columbia Records, Epic Records, RCA Records e Artista. Grandes nomes da música mundial fazem parte de seu cast como Shakira, Harry Styles, Camila Cabello, Mariah Carey, além de nomes icônicos do rock como Elvis Presley e Jimi Hendrix.

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Mercado de shows no Brasil tem R$ 483 milhões em prejuízos com pandemia do coronavírus

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Mercado de shows no Brasil tem R$ 483 milhões em prejuízos com pandemia do coronavírus
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De acordo com o Data Sim, o mercado de shows no Brasil já sofreu com o prejuízo de R$ 483 milhões, em decorrência da pandemia de coronavírus. Foram afetados mais de 8 mil eventos e 8 milhões de pessoas.

Mercado de shows no Brasil tem R$ 483 milhões em prejuízos com pandemia do coronavírus

De acordo com o Data Sim, os dados apresentam um panorama do setor a partir de 536 empresas de diversas áreas como produtoras de festivais, agências de booking, casas de show, além de fornecedores e parceiros, que vão do aluguel de equipamentos à logística de transporte e hospedagem, envolvendo milhares de profissionais em suas operações.

“Esses números ajudam a pensar em ações concretas para o setor, composto por muitos interesses, a maioria sem uma representação ou associação de classe. É hora de pensarmos coletivamente para identificarmos interesses comuns e nos organizarmos, de maneira orgânica”, sugere Dani Ribas, diretora de pesquisas do Data Sim. “Não há espaço para pensarmos que uma única iniciativa vai liderar esse processo de cima pra baixo. É hora de aproveitarmos as iniciativas que surgiram autonomamente em diversas partes do país para repensar toda a organização política do setor”, concluiu.

De acordo com o UOL, este prejuízo, que deve incluir apresentações ao vivo promovidas por microempreendedores individuais, pode alcançar a cifra de R$ 3 bilhões, afetando 1 milhão de profissionais.

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