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Foo Fighters admitem interferência de "fantasmas" na gravação do novo álbum Foo Fighters admitem interferência de "fantasmas" na gravação do novo álbum

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Foo Fighters admitem interferência de “fantasmas” na gravação do novo álbum

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Dave Grohl, frontman do Foo Fighters admitiu em uma entrevista com a revista MOJO que “fantasmas” estiveram presentes durante a gravação do novo álbum da banda.

“A acústica lá dentro era ótima, mas logo coisas estranhas começaram a acontecer”, relata Grohl. “Nós íamos embora e, quando voltávamos no dia seguinte, os instrumentos estavam todos desafinados. Nós arrumávamos todos os marcadores da mesa de som da forma como queríamos, e quando voltávamos eles estavam todos no zero”.

Foo Fighters admitem interferência de "fantasmas" na gravação do novo álbum

O vocalista também relatou que os instrumentos no estúdio, como microfones e aparelhos de a gravação se ligavam à noite. Contudo, não identificavam presença de pessoas: “Não ouvimos vozes nem gente tocando os instrumentos, mas havia algo estranho ali”, disse.

Dave Grohl também chegou a dizer que instalaram um câmera escondida no estúdio, para ver se o aparelho conseguia captar algo: “No começo, não víamos nada. Então, quando estávamos começando a acreditar que éramos loucos ou paranoicos, as coisas começaram a aparecer”, concluiu.

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Por precaução ao coronavírus, Kings of Leon lança “Going Nowhere”

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Por precaução ao coronavírus, Kings of Leon lança "Going Nowhere"
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O Kings of Leon lançou nesta quarta-feira (1) a canção Going Nowhere, o primeiro trabalho em estúdio desde o álbum Walls de 2016. As letras do novo single pedem para que as pessoas não irem a lugar nenhum.

Por precaução ao coronavírus, Kings of Leon lança "Going Nowhere"

Going Nowhere é um single acústico, onde apresenta o frontman Caleb Followill solitário, em um registro audiovisual monocromático, que foi gravado em Nashville (EUA).

“Fique seguro. Fique em casa. Nos vemos o mais breve possível”, diz uma legenda no vídeo.

Confira:

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Slayer: guitarista é diagnosticado com coronavírus

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Slayer: guitarista é diagnosticado com coronavírus
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Gary Holt, guitarrista do Slayer, foi diagnosticado com o novo coronavírus. O músico de 55 anos e que também faz parte da banda Exodus, já havia relatado ao The New Musical Express que teria feito o teste para identificar o vírus após se sentir “levemente doente”. O resultado foi positivo.

Slayer: guitarista é diagnosticado com coronavírus

Holt afirmou que já teve a maior parte dos sintomas antes de receber o resultado e que sua esposa, Lisa Holt, recebeu o resultado negativo para o covid-19.

O músico estava em turnê pela Europa com as bandas Death Angel e Testament antes de afirmar que estava com os sintomas do coronavírus. Will Carroll, que é baterista do Death Angel, está na U.T.I. de um hospital na Califórnia desde o dia 18 de março.

Gary Holt chegou a demonstrar preocupação pelo amigo em sua conta oficial no instagram, escrevendo que “Will precisa de algumas vibrações de cura de todos”.

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Julian Lennon: “Meu pai desapareceu da face do planeta”, disse sobre ex-beatle quando conheceu Yoko Ono

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Julian Lennon: "Meu pai desapareceu da face do planeta", disse sobre ex-beatle quando conheceu Yoko Ono
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O cantor Julian Lennon afirmou em uma entrevista ao Observer que se sentiu “descartado” quando seu pai, o ex-beatle John Lennon (1940-1980) começou a se relacionar com Yoko Ono.

“De repente, meu pai desapareceu literalmente da face do planeta”, disse Julian Lennon. “Pelo menos, foi assim que me pareceu. Ele e Yoko Ono estavam profundamente e publicamente apaixonados. E eu senti como se minha mãe e eu tivéssemos sido deixados de lado”, explicou.

Julian Lennon: "Meu pai desapareceu da face do planeta", disse sobre ex-beatle quando conheceu Yoko Ono

O hitmaker de Too Late For Goodbyes e Valotte também revelou ter um sentimento de gratidão a Paul McCartney, que, para Julian, “não esqueceu” dele.

“Nem todo mundo se esqueceu de nós. Paul escreveu Hey Jules depois de aparecer para saber como eu e minha mãe estávamos”, disse. Hey Jules foi modificado depois para Hey Jude em 1968.

Julian Lennon também disse que sua mãe, Cynthia, ajudou para que ele e John Lennon voltassem a se falar novamente: “Foi graças à minha mãe que começamos a conversar novamente. Ela era uma alma tão gentil, nunca vingativa de forma alguma. Ela sempre quis que eu tivesse um relacionamento com ele”.

E concluiu: “Eu tento lembrar do meu pai da maneira mais carinhosa possível. Eu luto pelo perdão e pela compreensão nessa área da minha vida, nos momentos difíceis em que ele colocou minha mãe e eu. Eu a amava mais do que tudo e não posso esquecer como ele a tratou mal”.

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