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Lua une espiritualidade, pop e hip hop no single duplo "Nova" Lua une espiritualidade, pop e hip hop no single duplo "Nova"

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Lua une espiritualidade, pop e hip hop no single duplo “Nova”

Artista é a nova aposta da Warner. Capitaneado pelo clipe “Resiliência”, projeto tem produção
musical de Papatinho

Divulgação

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Espiritualidade, ancestralidade e astrofísica surgem na música de Lua, artista carioca que dá os primeiros passos em uma carreira já promissora. Dona de influências que vão de elementos terrenos aos confins do universo, a cantora entrega uma lírica afiada, ao mesmo tempo moderna, original e cosmopolita unindo pop urbano e hip hop.

Após se apresentar durante o Rock in Rio 2019, no stand da Warner, em parceria com a Mix FM, aos 20 anos, Lua lança o single duplo Nova, com as faixas Resiliência – que ganha clipe – e Dali & Kali, com beats do renomado produtor Papatinho (Marcelo D2, Criolo, Black Alien, Anitta, Ludmilla). O trabalho está disponível em todas as plataformas de streaming pela Warner Music.

Lua une espiritualidade, pop e hip hop no single duplo "Nova"

“É um sonho trabalhar com o Papatinho. Conheço o trabalho dele desde 2011 com a ConeCrewDiretoria e chegar na Papatunes e ver a gente trabalhando num som meu foi realmente algo impactante. Ele é uma  referência pra mim de onde você pode chegar com seriedade e trabalho incessante”, explica a artista.

Criada na zona oeste carioca, Lua cresceu em meio aos conceitos de espiritualidade e energia que hoje influenciam sua música. Aos 12 anos, transcendeu o dogmatismo do centro espírita que frequentava para buscar respostas em conceitos da astrofísica, ufologia, umbanda e budismo. Nessa mesma época, passou a compor as primeiras canções.

De lá para cá, Lua se tornou uma artista sincretista, uma verdadeira cigana urbana que não dissocia sua arte da jornada espiritual que a trouxe até aqui. “O amadurecimento musical nesses anos veio junto com o amadurecimento pessoal, com as vivências e experiências e com a minha percepção mudando. Foi um crescimento musical constante porque nunca deixou de acompanhar o meu crescimento pessoal. Como escrevo sobre o que vivo penso e sinto, tudo sempre foi profundamente integrado”, reflete.

Vinda de uma família de músicos voltados para o rock, Lua canalizou nos beats a sua inspiração. O lado eletrônico se contrapõe e, ao mesmo tempo, complementa a sua arte plural, com a influência direta de elementos esotéricos e sincréticos trazendo uma constante ligação com o orgânico. São partes de uma mesma criadora.

“Todas essas terapias holísticas e esotéricas estão envoltas no processo de autoconhecimento, cura e despertar do espírito, que me ajudaram 100% a ser quem sou hoje, ajudando a integrar e suavizar os pontos negativos e a potencializar e enriquecer os pontos positivos. Sempre fui de escrever sobre a vida, como ela flui e influi na gente, então foi um caminho paralelo que se cruzou de acordo com as minhas vivências e buscas. Acredito que ela cria um tipo de ‘filtro’ no nosso olhar que afeta todo e qualquer aspecto da nossa vida”, explica Lua.

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