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Manuscritos de Paul McCartney para clássico "Hey Jude" são vendidos por US$ 910 mil Manuscritos de Paul McCartney para clássico "Hey Jude" são vendidos por US$ 910 mil

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Manuscritos de Paul McCartney para clássico “Hey Jude” são vendidos por US$ 910 mil

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Um dos singles mais populares do mundo e da história da música, Hey Jude, teve suas letras manuscritas originalmente por Paul McCartney vendidas por US$ 910 mil (cerca de R$ 4,6 milhões) em um leilão on-line ocorrido no Julien’s Auctions. O valor é nove vezes a sua estimativa original.

Manuscritos de Paul McCartney para clássico "Hey Jude" são vendidos por US$ 910 mil

“É obviamente uma música muito icõnica com a qual todos estão familiarizados”, disse Jason Watkins, especialista em música da Julien. “Essas letra manuscritas foram usadas no estúdio como guia durante a gravação”.

O leilão, que marca o 50º aniversário do filme da banda, estava previsto para acontecer, também, no Hard Rock Cafe, na Times Square em Nova York (EUA), mas a Julie desistiu da ideia em decorrência da pandemia de coronavírus.

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Capital Inicial inaugura loja virtual com produtos exclusivos

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Capital Inicial inaugura loja virtual com produtos exclusivos
Fernando Hiro

A banda Capital Inicial lançou na segunda-feira (13), o Dia do Rock, a sua nova loja oficial com produtos exclusivos do grupo.

Capital Inicial inaugura loja virtual com produtos exclusivos

Foto: Fernando Hiro

O novo empreendimento é uma plataforma de e-commerce que reúne produtos como camisetas, canecas, entre outros.

Na página oficial da loja, a banda deixou uma mensagem: “Sejam bem vindos! Viva o rock nacional! Feliz semana do rock!”

Todos os produtos saem com a já famosa caveirinha da banda, e para distingui-los terão uma etiqueta vermelha especial que será a assinatura do Capital Inicial.

Capital Inicial inaugura loja virtual com produtos exclusivos

Foto: Divulgação | site oficial

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ROCK

Chris Martin do Coldplay: “Fico deprimido quando bebo”

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Chris Martin do Coldplay: "Fico deprimido quando bebo"
Reprodução | YouTube

Chris Martin, líder do Coldplay, admitiu que beber não lhe traz boas sensações.

A voz de The Scientist, hoje com 43 anos, explicou a Jo Whiley da BBC Radio 2, que sua personalidade é forte o bastante para ingerir álcool e isso pode torná-la forte demais para algumas pessoas.

Chris Martin do Coldplay: "Fico deprimido quando bebo"

Foto: Reprodução | YouTube

“Não sou muito bom em beber, não me dou muito bem com isso”, explicou Chris Martin. “Fico muito deprimido ou mais ainda. Reconheço que já posso ter um sabor forte e beber o torna um pouco forte demais”, disse.

Ainda em entrevista para a BBC, Martin revelou que seus pais, Anthony e Alison, acreditaram ser uma “piada” quando ele disse que queria se tornar um músico.

“Você sabe que eu poderia ter dito: “Vou abrir um cassino em Júpiter” – isso seria realista”, explicou rindo. “Então eu acho que quando disse ao meu pai e minha mãe: “Sabe, eu acho que gostaria de fazer parte de uma banda”, eles ficaram tipo: “OK, pensando que era uma piada. E eu lembro de tocar algo para minha mãe uma vez e ela disse: “É você?” de uma maneira muito doce, como “Oh, ok, está tudo bem”.

Daquele dia em diante, o Coldplay se tornou uma realidade. Hoje já somam mais de 100 milhões de discos vendidos em todo o mundo, com inúmeros prêmios importantes, como o MTV VMA, BRIT Awards, MTV EMA e o Grammy Awards. Eles já gravaram oito álbuns de estúdio, sendo o último, Everyday Life, lançado pela Parlophone Records em novembro de 2019.

O álbum de estreia, Parachutes, completou 20 anos de seu lançamento.

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ROCK

“O Live Aid arruinou minha vida”, diz Bob Geldof, idealizador do concerto 

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"O Live Aid arruinou minha vida", diz Bob Geldof, idealizador do concerto 
Dean Chalkley | Divulgação

Bob Geldof pareceu se sentir muito desconfortável e, talvez, até amargurado quando toca no assunto do Live Aid, o lendário festival que aconteceu no dia 13 de julho de 1985, simultaneamente em Londres e na Filadéfia (EUA).

"O Live Aid arruinou minha vida", diz Bob Geldof, idealizador do concerto 

Foto: Dean Chalkley | Divulgação

Em uma recente entrevista à agência Associated Press, Geldof, um icônico músico irlandês de 68 anos que liderou a banda Boomtown Rats nos anos 1970, chegou a dizer que o Live Aid arruinou sua vida.

“Não me foi permitido voltar ao trabalho”, explicou. “Sou cantor pop. É literalmente assim que eu ganho dinheiro. Esse é o meu trabalho. Levanto pela manhã e, se eu estiver de bom humor, vou tentar escrever músicas. Vou tentar
ensaiar”, disse.

Mas o que levou Bob Geldof a mencionar o modo de ganhar o seu pão na entrevista?

Geldof, na época com 33 anos, se uniu ao Midge Ure do Ultravox para realizar um concerto contra a pobreza na África. Então, elaboraram o Live Aid – o nome é uma alusão ao supergrupo Band Aid, que ele também ajudou a formar em 1984 -, um concerto que aconteceria no Wembley Stadium em Londres e no JFK na Filadélfia (EUA).

Ambos os concertos arrecadaram mais de US$ 127 milhões.

Geldof admite que todo esse acontecimento o deixou “perplexo por um tempo”, acrescentando que ele não tinha muito dinheiro na época e que sua imagem vinculada diretamente ao Live Aid afetava inteiramente sua vida particular e, provavelmente, lhe custou o casamento com Paula Yates.

Em tempo: Paula Yates, falecida em 2000, deixou Geldof para iniciar um relacionamento com Michael Hutchence do INXS.

Geldof chegou a ser apelidado na época de Saint Bob (São Bob), pela iniciativa em combater a fome no continente africano.

Chegou a receber o título de Cavaleiro Honorário do Império Britânico (KBE) da Rainha Elizabeth II em 1986 por esse feito.

Mas 35 anos depois, sobrou pouco entusiasmo para ele.

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