Moby revisita a carreira no álbum de música clássica "Reprise" | The Music Journal Brazil
Connect with us
Moby revisita a carreira no álbum de música clássica "Reprise" Moby revisita a carreira no álbum de música clássica "Reprise"

CLASSICA

Moby revisita a carreira no álbum de música clássica “Reprise”

Deutsche Grammphon

Published

on

Pioneiro na música eletrônica, Moby apresenta nesta sexta-feira (28) o seu aguardado álbum Reprise, onde o artista revisita e reimagina grandes momentos musicais de seu passado. Juntamente com a Budapest Art Orchestra (Orquestra de Arte de Budapeste), ele repaginou alguns de seus clássicos mais conhecidos, com novos arranjos para instrumentos acústicos e para orquestra.

Moby revisita a carreira no álbum de música clássica "Reprise"

Foto: Deutsche Grammphon

Moby é acompanhado por um grupo estelar de artistas convidados de todo o espectro musical, incluindo Alice Skye, Amythyst Kiah, Apollo Jane, Darlingside, Deitrick Haddon, Gregory Porter, Jim James, Kris Kristofferson, Luna Li, Mark Lanegan, Mindy Jones, Nataly Dawn, Skylar Gray e Víkingur Ólafsson. O álbum já está disponível nas plataformas digitais pela Universal Music, via a lendária Deutsche Grammophon.

O inicio da divulgação de Reprise se deu no dia 26 de março, quando Moby compartilhou a primeira faixa Porcelain, que conta com a colaboração de Jim James (My Morning Jacket).

Moby revisita a carreira no álbum de música clássica "Reprise"

Foto: Universal Music | Deutsche Grammophon

O artista também disponibilizou outras três canções do compilado: The Lonely Night, com Mark Lanegan e Kris Kristofferson; Natural Blues, com Gregory Porter e Amythyst Kiah; e God Moving Over The Face Of The Water, ao lado de Vikingur Ólafsson.

“Reprise” inclui as mais importantes músicas de Moby, entre elas sua primeira faixa dance, Go, Extreme Ways (famosa pela série de filmes Bourne), Natural Blues e Why Does My Heart Feel So Bad?. Algumas das novas versões são mais sóbrias e lentas, enquanto outras exploram o grande potencial que uma orquestra pode oferecer”, explica Moby.

Após três décadas de carreira, o disco não é tanto um registro de grandes sucessos, mas uma oportunidade de refletir sobre como a arte pode se adaptar ao longo do tempo a diferentes ambientes e contextos.

“Sinto muito se isso soa óbvio, mas, para mim, o principal propósito da música é comunicar emoção, compartilhar algum aspecto da condição humana com quem está ouvindo. Por que ter uma orquestra? Anseio pela simplicidade e vulnerabilidade que você pode alcançar com a música acústica ou clássica”, diz o artista.

As sementes de Reprise foram plantadas quando Moby recebeu um convite para participar de sua primeira colaboração clássica: um concerto ao vivo de sua música no Walt Disney Concert Hall com seu amigo, Gustavo Dudamel e a Orquestra Filarmônica de Los Angeles, em 2018.

Ouça o álbum:

As Mais Lidas