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O formato "álbum" está chegando ao fim? O formato "álbum" está chegando ao fim?

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O formato “álbum” está chegando ao fim?

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Estamos inseridos em um momento do mercado musical onde a maioria dos artistas lançam EP´s – aqueles formatos que contam, no máximo, oito músicas e olhá lá -, bem diferente quando eles lançavam um disco completo, com um mínimo de doze músicas.

Com isso, nasce uma dúvida: os álbuns estão morrendo?

De acordo com uma pesquisa realizada pela Deezer no Reino Unido, aproveitando o Dia Nacional do Álbum que passa a ser colaborado por lá, 42%, das 2 mil pessoas adultas entrevistadas na terra da Rainha Elizabeth II, preferem colocar suas músicas favoritas em listas de reprodução. E a maioria da faixa etária, abaixo de 25 anos, tem mais chances de organizar suas músicas em playlists do que ouvir um álbum inteiro.

O formato "álbum" está chegando ao fim?

Outro fato curioso é que o mesmo estudo descobriu que 15% dos apreciadores de música jovens, aqueles que tem menos de 25 anos, nunca ouviram um álbum sequer completo. Em outras palavras: nem uma vez na vida.

Esses entrevistados foram questionados por que seu comportamento em ouvir músicas mudou tanto. A maioria dos entrevistados, de acordo com a Digital Music News, alegaram que é a vida ocupada e falta de tempo para consumir um álbum inteiro. Essas respostas vão de encontro com os dados de pesquisa da Deezer que apontam que no Reino Unido, a média diária para se consumir música é de apenas 17 minutos por dia. Eu disse “apenas”, porque a média mundial é de 26 minutos.

Ainda que o momento se revele obscuro para o formato “álbum”, a pesquisa da plataforma digital mostra que nem tudo está perdido: 82% dos participantes ouviram um álbum inteiro, do início ao fim. As principais ocasiões que permitiram isso, incluem: ouvir um álbum em casa (53%), ouvir um álbum durante uma viagem de carro (32%) ou quando a pessoa faz uma caminhada (14%).

Quando você vai assistir a um show de um artista de sua preferência, você sente vontade de ouvir os álbuns dele? Muita gente sente isso. Tanto que foi observado que 74% dos entrevistados confirmaram que têm mais probabilidade de ouvir um álbum após a apresentação ao vivo de um artista. Já outros 32% admitiram que escutam a obra do artista antes de ir a um show.

Todos esses indicativos foram observados em pesquisa apenas no Reino Unido – o que não deixa de ser relevante, pois é um mercado global importante – mas deve se aplicar em outras regiões do planeta. Se o formato de álbuns está chegando ao seu fim, talvez seja cedo para confirmar. Contudo, a mudança dos hábitos no consumo de música com o advento dos formatos digitais no inicio do século XXI não podem ser ignorados.

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Sony lança edição comemorativa do Walkman para o seu 40º aniversário

Modelo foi anunciado na IFA 2019 em Berlim. NW-A100TPS revisita o primeiro aparelho produzido em 1979

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Sony lança edição comemorativa do Walkman para o seu 40º aniversário
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A Sony anunciou durante a IFA 2019 em Berlim uma nova versão do Walkman, o aparelho que revolucionou o mercado de eletrônicos na época e a forma como ouvimos música. O novo modelo NW-A100TPS contará com um logotipo comemorativo dos 40 anos de lançamento do aparelho original, o TPS-L2 de 1979.

Sony lança edição comemorativa do Walkman para o seu 40º aniversário

O NW-A100TPS será um lançamento especial que contará com uma interface de fita cassete exclusiva, além de ser equipado com o Android e novos recursos para audiófilos. Neste item de série, será incluído um amplificador digital S-Master HX para fornecer áudio de alta resolução e reduzir a distorção, além de um processador DSEE HX que aprimora o áudio compactado e um processador de vinil para, incorporar nas faixas digitais, o som característico do formato.

Outro ponto importante do novo Walkman é a sua bateria: ela vai durar bem mais do que os smartphones atuais, com 26 horas de duração. O novo aparelho também conta com uma porta USB-C.

A Sony ainda não divulgou a data de lançamento do NW-A100TPS e seu preço.

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Tencent procura investidores para celebrar compra da Universal Music, reporta publicação

Gigante chinesa já conversa com potenciais co-investidores para realizar a oferta de compra de 10%
à Vivendi

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Tencent procura investidores para celebrar compra da Universal Music, reporta publicação
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A gigante de tecnologia chinesa Tencent está se aproximando de várias empresas para iniciar a oferta de compra referente a 10% da Universal Music Group que é parte da francesa Vivendi. As informações são da Bloomberg e do Digital Music News.

Tencent procura investidores para celebrar compra da Universal Music, reporta publicação

Para isso, a Tencent mantém diálogo com a Hillhouse Capital e um fundo soberano em Cingapura chamado GIC Pte. Se a empresa chinesa formar algum consórcio, espera-se que a compra seja celebrada nos próximos meses.

Ainda de acordo com a publicação, o preço de 3 bilhões de euros referente aos 10% da participação na UMG, a Tencent ainda planeja aumentar um terço por meio de financiamento por dívida, sendo o restante proveniente de investimentos em ações.

A Tencent poderá adquirir até 20% da Universal Music Group, já que a empresa possui uma opção de compra de um ano da Vivendi por 10% adicionais da UMG.

A Digital Music News também informou que as notícias sobre uma possível aquisição da Tencent sobre a UMG, colaboraram para que os preços das ações da empresa chinesa subissem 2,1% na bolsa de Hong Kong.

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Michael Jackson: lucros obtidos após morte do artista diminuem

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Michael Jackson: lucros ocorridos após morte do artista diminuem
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A Forbes fez uma análise interessante sobre os ganhos que os representantes legais do espólio fonográfico e editorial de Michael Jackson obtiveram desde a morte do cantor em 2009. Houve uma diminuição drástica nos valores, mas que, segundo a publicação, não foram resultado do impacto das recentes alegações de abuso contra o artista como são relatadas no documentário Deixando Neverland. As questões são mais mercantis que morais.

Michael Jackson: lucros ocorridos após morte do artista diminuem

Nos últimos anos, a obra de Michael Jackson rentabilizou US$ 400 milhões, elevando seu total pós-morte para US$ 2,4 bilhões. Contudo, de acordo com a publicação, a arrecadação em 2019 foi drasticamente reduzida para US$ 60 milhões.

A Forbes explica que em 2018, os ativos de Michael Jackson resultaram em quase US$ 300 milhões depois da venda da participação do cantor na editora EMI Music Publishing. Soma-se a isto, um novo contrato de gravação com a Sony Music Entertainment e valores recebidos para que um especial de Halloween fosse realizado na emissora CBS.

E não para por aí: os totais de streaming da obra fonográfica de Michael Jackson nos EUA subiram de 1,8 bilhão para 2,1 bilhões, um aumento significativo de 17%.

Ou seja, todos os ganhos de Michael Jackson que resultavam a cada ano em US$ 100 milhões, com celebrações póstumas e lançamentos especiais após a sua morte foram concluídos.

“Michael Jackson talvez tenha sofrido um pouco demais na mão dos críticos, mas provavelmente recebeu uma quantidade igual de apoio dos fãs”, observa David Bakula, vice-presidente sênior de Insight e Analytics da Nielsen Music. “Ele continuará a crescer porque o streaming continua a crescer e porque ele tem algumas músicas pop incrivelmente populares”, concluiu.

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