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Paul McCartney: primeiro álbum solo "McCartney" completa 50 anos Paul McCartney: primeiro álbum solo "McCartney" completa 50 anos

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Paul McCartney: primeiro álbum solo “McCartney” completa 50 anos

Disco contou com “Maybe I’m Amazed”, que ganhou um novo clipe em 2020

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Há exatos 50 anos, o lendário Paul McCartney lançava seu primeiro álbum solo, após a separação oficial dos Beatles. Intitulado McCartney, o disco, que contém 13 faixas, ficou conhecido pelo fato de o britânico ter tocado todos os instrumentos e gravado todos os vocais para o compilado.

Considerada o grande sucesso do álbum, a canção Maybe I’m Amazed ganhou um vídeo especial no canal oficial do cantor, no YouTube.

Paul McCartney: primeiro álbum solo "McCartney" completa 50 anos

Para aumentar ainda mais a ansiedade dos fãs de Paul, ele fez uma première na plataforma, na manhã desta quinta-feira (16), e seus admiradores puderam acompanhar a contagem regressiva para o lançamento do vídeo.

Maybe I’m Amazed foi escrita pelo artista em homenagem à sua primeira esposa, Linda McCartney. Apesar de não ter sido lançada como single, a música se tornou um dos maiores hits da carreira solo do britânico.

Embora McCartney tenha sido gravado quase que inteiramente em sua residência, em Londres, Paul também contou com o apoio logístico dos estúdios Morgan e Abbey Road. Após o fim dos Beatles, em 1970, o artista se jogou numa carreira solo de conquistas, com mais de 20 álbuns lançados, inúmeros sucessos, e posições de prestígio nas paradas musicais.

Ele foi o primeiro integrante dos Beatles a ostentar o título de Sir, honraria que lhe foi concedida pela Rainha Elizabeth II, nos anos 1960.

O britânico, de 77 anos, esbanja energia e carisma por onde passa. Paul se apresentou no Brasil em diversas ocasiões. A última vez foi no ano passado, quando aterrissou em São Paulo e Curitiba com a turnê Freshen Up, onde fez três shows.

Neste sábado (18), o ex-Beatle participará do festival de música online One World: Together At Home, organizado pela Global Citizen e pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Mesmo após 50 anos do fim dos Beatles, a banda formada por Paul McCartney, John Lennon, George Harrison e Ringo Starr ainda é considerada uma das mais influentes do mundo. O quarteto fez sucesso global na década de 1960, com o estilo revolucionário que implantou no cenário musical. Em 1965, a Rainha Elizabeth II também condecorou os Beatles com a Ordem do Império Britânico.

Paul McCartney foi o compositor e coautor de várias músicas de sucesso do grupo, como Yesterday, Another Day, Michelle, And I Love Her, entre outras.

Assista ao clipe de Maybe I’m Amazed, agora remasterizado em 4K.

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“O Live Aid arruinou minha vida”, diz Bob Geldof, idealizador do concerto 

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"O Live Aid arruinou minha vida", diz Bob Geldof, idealizador do concerto 
Dean Chalkley | Divulgação

Bob Geldof pareceu se sentir muito desconfortável e, talvez, até amargurado quando toca no assunto do Live Aid, o lendário festival que aconteceu no dia 13 de julho de 1985, simultaneamente em Londres e na Filadéfia (EUA).

"O Live Aid arruinou minha vida", diz Bob Geldof, idealizador do concerto 

Foto: Dean Chalkley | Divulgação

Em uma recente entrevista à agência Associated Press, Geldof, um icônico músico irlandês de 68 anos que liderou a banda Boomtown Rats nos anos 1970, chegou a dizer que o Live Aid arruinou sua vida.

“Não me foi permitido voltar ao trabalho”, explicou. “Sou cantor pop. É literalmente assim que eu ganho dinheiro. Esse é o meu trabalho. Levanto pela manhã e, se eu estiver de bom humor, vou tentar escrever músicas. Vou tentar
ensaiar”, disse.

Mas o que levou Bob Geldof a mencionar o modo de ganhar o seu pão na entrevista?

Geldof, na época com 33 anos, se uniu ao Midge Ure do Ultravox para realizar um concerto contra a pobreza na África. Então, elaboraram o Live Aid – o nome é uma alusão ao supergrupo Band Aid, que ele também ajudou a formar em 1984 -, um concerto que aconteceria no Wembley Stadium em Londres e no JFK na Filadélfia (EUA).

Ambos os concertos arrecadaram mais de US$ 127 milhões.

Geldof admite que todo esse acontecimento o deixou “perplexo por um tempo”, acrescentando que ele não tinha muito dinheiro na época e que sua imagem vinculada diretamente ao Live Aid afetava inteiramente sua vida particular e, provavelmente, lhe custou o casamento com Paula Yates.

Em tempo: Paula Yates, falecida em 2000, deixou Geldof para iniciar um relacionamento com Michael Hutchence do INXS.

Geldof chegou a ser apelidado na época de Saint Bob (São Bob), pela iniciativa em combater a fome no continente africano.

Chegou a receber o título de Cavaleiro Honorário do Império Britânico (KBE) da Rainha Elizabeth II em 1986 por esse feito.

Mas 35 anos depois, sobrou pouco entusiasmo para ele.

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Os Pretenders estão cada vez mais próximos de lançar seu novo álbum

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Os Pretenders estão cada vez mais próximos de lançar seu novo álbum 
Divulgação | BMG

“Homens nunca saberão a dor que uma mulher passa”, canta Chrissie Hynde, vocalista da lendária banda The Pretenders em uma das faixas do seu inédito Hate for Sale. E ela entende bem disso: há mais de 40 anos, Chrissie desafia convenções e normas ao se impor como mulher e criadora em meios predominantemente masculinos.

Os Pretenders estão cada vez mais próximos de lançar seu novo álbum 

Foto: Divulgação | BMG

Antes de compor clássicos como I’ll Stand By You, Don’t Get Me Wrong, Back on the Chain Gang ou fazer uma ponta na série Friends, Chrissie nasceu e cresceu em uma cidade pequena em Ohio (EUA). Mas seus planos estavam muito longe dali e seu olhar era só para a música.

Buscando outros ares e um novo caminho para seus sonhos, ela se mudou para Londres no início dos anos 1970 onde começou a trabalhar como jornalista na conceituada revista NME como especialista em rock.

Aos poucos, Hynde começou a desenvolver intimidade com a música e com os artistas, formando parcerias e fazendo parte do movimento seminal que originou o punk e o new wave.

Com 13 álbuns de estúdio lançados e diversos clássicos, Chrissie Hynde é parte do Rock’n’Roll Hall of Fame e uma inspiração para diversas gerações de artistas, de diversos gêneros musicais.

Madonna chegou a dizer que ela foi uma das influências no começo de sua carreira: “Me inspirou ver uma mulher com tamanha presença no meio de um monte de homens”, disse a Rainha do Pop em meados dos anos 1990.

A artista – que dedica seu tempo a lutar em prol de causas ambientais e pelos direitos dos animais – tem uma carreira eclética que passou também pelo folk, pop, jazz e até pela música brasileira. Um dos parceiros mais recorrentes de Hynde é o conceituado produtor Moreno Veloso, filho de Caetano.

Chrissie estaria trabalhando com ele, se não fosse a pandemia, e chegou a morar no icônico Copan, em São Paulo, no início dos anos 2000 para criarem juntos.

No dia 17, Hynde abre uma nova página na carreira com o próximo disco do Pretenders, que chega ao Brasil via BMG. Produzido pelo premiado Stephen Street (The Smiths, Blur, The Cranberries e responsável por clássicos da banda), este será também o primeiro álbum com a formação ao vivo do grupo.

Hate For Sale já está disponível em pré-venda em https://pretenders.lnk.to/HateForSalePR.

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Phil Collins relança o clássico “One More Night”

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Phil Collins relança o clássico "One More Night"
Divulgação | Warner Music | Rhino Entertainment

O cantor e compositor britânico Phil Collins relançou neste fim-de-semana, o clássico One More Night, uma das músicas de maior sucesso de sua carreira. A faixa é parte integrante do álbum No Jacket Required, lançado originalmente em 18 de fevereiro de 1985 pela Virgin Records, Atlantic Records e WEA.

Phil Collins relança o clássico "One More Night"

Foto: Divulgação | Warner Music | Rhino Entertainment

One More Night ficou no topo das paradas norte-americanas por duas semanas consecutivas naquele ano, sendo apenas superada por outro clássico: We Are The World, do supergrupo USA for Africa. A canção foi produzida por Phil Collins e Hugh Padgham.

Ouça:

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