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Pianista Felipe Senna se apresenta com o Quarteto de Cordas em São Paulo Pianista Felipe Senna se apresenta com o Quarteto de Cordas em São Paulo

CLASSICA

Pianista Felipe Senna se apresenta com o Quarteto de Cordas em São Paulo

Grupo interpreta obras de Beethoven no dia 7 e recebe Senna para um repertório só de composições autorais do pianista brasileiro, no dia 21

Fabiana Stig

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Neste mês, o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo faz duas apresentações com repertórios distintos, um tradicional dedicado a Beethoven e outro contemporâneo e só com obras do pianista brasileiro Felipe Senna como convidado. Os concertos acontecem às 20h, na Sala do Conservatório, na Praça das Artes, e os ingressos custam R$ 20.

O primeiro concerto, no dia 7, reúne duas peças de um dos mais influentes nomes da história da música clássica. Reconhecido principalmente por suas sinfonias, Beethoven também compôs diversos quartetos, dentre os quais Op. 18 nº 3 e Op. 109, que serão interpretados neste concerto, antecipando os 250 anos do compositor que serão celebrados em 2020.

Pianista Felipe Senna se apresenta com o Quarteto de Cordas em São Paulo

“Esse repertório do Beethoven é peculiar porque são duas sonatas originalmente escritas para o piano. O próprio compositor fez uma versão para quarteto da Sonata Opus 14 N°1, criando uma ponte entre os gêneros. Nós levamos adiante essa “possibilidade musical” e pedimos para o Matheus Bitondi transcrever a Sonata Opus 109, que será tocada por um quarteto de cordas pela primeira vez”, explica Marcelo Jaffé, violista do Quarteto de Cordas da Cidade.

Já no dia 21, o grupo formado por Jaffé, pelo violoncelista Rafael Cesario e os violinistas Betina Stegmann e Nelson Rios recebe o pianista Felipe Senna para o concerto Brasil Moderno. Juntos, interpretam algumas das composições de Felipe que transitam entre erudito e popular, como Valsa Chorona e Entrelaços. O músico, que iniciou sua carreira aos 14 anos, já atuou com grandes nomes do cenário brasileiro como Toquinho, Claudete Soares, Filó Machado, Edu Ribeiro e importantes orquestras do país. Premiado e reconhecido internacionalmente, o pianista também é criador e diretor do grupo Câmaranóva.

Ensaio aberto gratuito

Um dia antes de cada apresentação, 6 e 20 de novembro, o grupo realiza um ensaio aberto gratuito, às 18h, na Sala do Conservatório. Essa é uma ótima oportunidade para acompanhar e aprender sobre o processo musical e as obras do repertório.

QUARTETO TOCA BEETHOVEN
Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo

Programa:
Ludwig van Beethoven
Quarteto, Op. 18 nº 3
Quarteto, Op. 109 (versão de Matheus Bitondi)

Local: Sala do Conservatório – Praça das Artes
Endereço: Av. São João, 281
Duração aproximada: 60 minutos
Classificação indicativa: Livre
Ingressos: R$ 20,00
Vendas: pelo site theatromunicipal.org.br ou pela bilheteria.

CLASSICA

Trompetista Alison Balsom lança álbum “Music For The Royal Fireworks”

Junto com seu “Ensemble”, musicista divulga a exuberante obra de Händel em todas as plataformas digitais

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Trompetista Alison Balsom lança álbum "Music For The Royal Fireworks"
Divulgação | Warner Music Classics

Com um álbum de celebração – ao mesmo tempo alegre e solene – a trompetista Alison Balsom declara novamente seu amor pela era barroca, que ela chama de “a idade de ouro do trompete”. Juntando-se à exuberante obra de Händel, Music for the Royal Fireworks, estão obras de outros dois compositores alemães, JS Bach e Telemann, além da Sonata No. 2 in Ré Maior, Z850 do britânico nascido em Londres, Henry Purcell. Este trabalho já está disponível em todas as plataformas digitais pela Warner Music Classics, via Erato e Parlophone Records.

Trompetista Alison Balsom lança álbum "Music For The Royal Fireworks"

“Esses compositores barrocos conheciam o instrumento para o qual estavam escrevendo”, diz Balsom. “Existe um valor tão grande na busca do som que eles próprios teriam ouvido, com a intenção de autenticidade. Quando se reúne, é absolutamente emocionante”.

Alison participou de importantes orquestras da Europa, com maestros como Sir Andrew Davis, Sir Roger Norrington, Mikko Franck, Jacques van Steen e Christopher Warren-Green. Como solista e expoente de trompetes tanto barrocos quanto modernos, Alison fez turnês extensivas pela Europa, América do Sul e Oriente Médio, tocando com órgão, piano, cravo e percussão, e em música de câmara com o The Balsom Ensemble.

Muita música nova para trompete foi encomendada para Alison, como por exemplo um concerto do jovem compositor britânico Joby Talbot, lançado em 2006 com a Royal Liverpool Philharmonic e a Orquestra de Câmara de Munique.

A reputação internacional de Alison se desenvolveu rapidamente desde seus estudos na Escola de Música e Drama Guildhall, no Conservatório de Paris e, posteriormente, com Håkan Hardenberger e John Wallace.

Como artista das Novas Gerações da BBC, ela se apresentou e gravou com todas as orquestras da BBC e, fez sua estréia no prestigiado BBC Proms com apenas 27 anos.

Artista empreendedora, Alison lançou-se em 2005 como diretora artística do primeiro Festival de Studlands em Dorset. Ela formou seu próprio conjunto, o The Balsom Ensemble, com os companheiros de metais Daniel Newell (trompete), Tim Jackson (trompa), Richard Balsom (tuba) e Helen Vollam (trombone). O conjunto se apresenta regularmente durante todo o ano em festivais e salas de concerto em todo o mundo.

Ouça o álbum:

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CLASSICA

Theatro Municipal de São Paulo abre exposição “O Lírico em Cena”

Mostra celebra os 80 anos do Coro Lírico e a experiência do convívio e do coletivo do grupo artístico octogenário ligado ao Municipal

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Theatro Municipal de São Paulo abre exposição "O Lírico em Cena"
Divulgação

O Coro Lírico Municipal de São Paulo encerra o ano de comemorações de seus 80 anos com uma exposição que retrata o fazer musical coletivo sem deixar de lado a individualidade de seus cantores e regentes. Por trás de cada história dos 435 coralistas que passaram pelo corpo artístico, há um ponto em comum: o amor pela música. Essa riqueza de narrativas somada ao acervo do grupo reúne elementos que podem servir de base do enredo de uma ópera.

Theatro Municipal de São Paulo abre exposição "O Lírico em Cena"

É isso que a exposição cenográfica O Lírico em Cena vai revelar ao público a partir do dia 17 de dezembro.

A entrada é gratuita e a mostra fica aberta para visitação até 21 de fevereiro de 2020, com uma pausa entre a virada de ano.

Sob a curadoria de Carla Nieto Vidal e Joana Tuttoilmondo e expografia e montagem de Fernando Uehara e Marco Antonio Alves, a exposição está dividida em nove instalações que colocam o Coro Lírico em cena nos espaços do Municipal, como o Saguão e o Salão Nobre. O visitante poderá rever ou ter o primeiro contato com os sapatos e os adereços, as máscaras e as perucas utilizadas pelos cantores e os objetos de cena que compuseram as principais montagens de ópera, das tradicionais às contemporâneas.

Os figurinos também ganham destaque. As roupas que vestem as vozes e dão forma a personagens tão diversos, mostram ao público o delicado trabalho de composição dos figurinistas. Uma mistura de tecidos, cores e texturas que toma conta do palco com toda a energia dos cantores, seus nomes, suas medidas e suas emoções. Elementos de cenografia também preservados e armazenados no Centro de Documentação e Memória (arquivo) e na Central Técnica de Produções.

Estantes com as partituras dos títulos mais emblemáticos encenados pelo grupo artístico como Nabucco e Macbeth, ambas de Verdi, Carmen, de Bizet e La Bohème, de Puccini, só para citar algumas, também serão expostas.

Um vídeo produzido pelo diretor teatral Nelson Baskerville e pelo video-artista Raimo Benedetti, que em agosto assinou a concepção e direção artística do espetáculo Ensaio sobre o Lírico, também será projetado.

O Lírico em Cena – 80 anos do Coro Lírico Municipal
Abertura: 17 de dezembro, a partir das 11h
Visitação: 17 a 22 de dezembro de 2019; e de 15 de janeiro a 21 de fevereiro de 2020
Classificação indicativa: livre
De terça a domingo, das 11h às 18h.
Saguão e Salão Nobre
Grátis

Theatro Municipal de São Paulo
Praça Ramos de Azevedo, s/nº, Sé – próximo à estação do metrô Anhangabaú
Bilheteria: (11) 3053 2090
Horário de Atendimento: Segunda a sexta, 10h às 19h; Sábado e domingo, 10h às 17h
Acessibilidade para pessoas com deficiência

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CLASSICA

Capuçon e Wang: confira o novo álbum “Franck, Chopin”

Projeto gravado durante a turnê norte-americana do violoncelista Gautier Capuçon e da pianista Yuja Wang, mostra fogo, , sensibilidade e a unidade da relação musical dos em obras de Chopin e Franck

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Capuçon e Wang: confira o novo álbum "Franck, Chopin"
Divulgação | Warner Music Brasil

“Finesse e fogo de uma dupla musical estrelada. Um recital que mostrou o melhor da produção musical colaborativa”, foi como o Toronto Star descreveu o concerto no Koerner Hall, em Toronto, que serviu de base para a gravação de Franck, Chopin.

Capuçon e Wang: confira o novo álbum "Franck, Chopin"

O registro marca parte de uma extensa turnê norte-americana feita na primavera de 2019 pelo violoncelista Gautier Capuçon e pianista Yuja Wang, que estabeleceram parceria musical há vários anos, consolidando-a notavelmente com apresentações no Festival Verbier, na Suíça.

“Eles trabalharam suas interpretações em perfeita união”, continuou o Toronto Star. “Os dois possuem uma técnica notável: Wang, com suas aparentemente impossíveis corridas de legato e dedos que giram infinitamente a mais luxuosa seda musical; Capuçon com seu fraseado gracioso apoiado por gradações aparentemente infinitas de controle de arco”.

“Quando a turnê os levou a Boston, a The Classical Review observou que Capuçon e Wang compartilham de semelhante vigor e de uma espontaneidade atenta que parecem terminar as frases um do outro. O violoncelista francês toca com uma intensidade robusta que extrai drama até dos trabalhos mais delicados. Wang provou ser uma parceira sutil e atenciosa. Parecia que os dois tocavam juntos desde toda a vida”.

O programa do álbum compreende duas obras de Frédéric Chopin, a Sonata em Lá Maior e a Polonaise Brillante em Dó Maior, além da Sonata de César Franck em Lá Maior, uma transcrição do violoncelista do século XIX Jules Delsart, da gloriosa sonata para violino do compositor belga.

Confira:

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