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Pianista francês Alexandre Tharaud revisita Beethoven em "Versailles" Pianista francês Alexandre Tharaud revisita Beethoven em "Versailles"

CLASSICA

Pianista francês Alexandre Tharaud revisita Beethoven em “Versailles”

Álbum enaltece compositores associados à corte francesa dos séculos XVII e XVIII

Divulgação | Warner Music Brasil

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Quem, se não Alexandre Tharaud, seguiria um álbum dedicado às formidáveis três sonatas finais de Beethoven com um recital de peças compactas de Lully, Rameau, François Couperin e outros compositores associados à corte francesa nos séculos XVII e XVIII? O brilhante pianista francês lançou na última sexta-feira (15) o seu novo álbum Versailles, que já está disponível em todas as plataformas digitais pela Warner Music via Parlophone Records e Erato.

Pianista francês Alexandre Tharaud revisita Beethoven em "Versailles"

“Sempre fui atraído pela música francesa desse período”, explica Tharaud, cujo amplo catálogo para o selo Erato abrange Bach, Scarlatti, Haydn, Mozart, Chopin, Brahms, Rachmaninov, Satie, a música do Jazz Age Paris e a obra da cantora e compositora francesa Barbara. “Eu vejo este álbum como um buquê de peças curtas de diferentes compositores da época. É uma homenagem aos compositores de Versalhes. Eles foram ativos durante os reinados de Luís XIV, Luís XV e Luís XVI e o mais novo deles, Claude Balbastre, morreu em 1799, 10 anos após o início da Revolução Francesa”, explica.

Tharaud lança o programa com uma obra que descreve como “uma obra-prima absoluta”, o prelúdio que abre o primeiro livro de peças de teclado de Rameau: “É como estar sozinho em Versalhes, abrindo as portas e entrando naquelas salas enormes e imponentes. A música começa com uma primeira seção de simplicidade contemplativa e desarmante, e depois se move para um prelúdio claramente definido que poderia ter sido escrito por Bach. De certa forma, resume todo o programa em apenas alguns minutos”.

Segundo Tharaud e até onde sabemos, várias dessas peças não foram gravadas anteriormente no piano moderno – ele menciona a música de Balbastre, Jacques Duphly e Pancrace Royer. Como ele explica, Lully não escreveu para teclado solo, mas a orquestra Marche Pour La Cérémonie Des Turcs, do Le Bourgeois Gentilhomme foi transcrita para piano várias vezes.

Para este álbum, Tharaud fez o próprio arranjo da peça, com o objetivo de capturar toda a riqueza de suas sonoridades e enfatizar sua natureza dançante.

Confira:

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CLASSICA

Maria Callas: gravadora lança coletânea “Drama Queen”

Álbum reúne as gravações de estúdio mais dramáticas já feitas pela artista durante a carreira

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Maria Callas: gravadora lança coletânea "Drama Queen"
Divulgação | Warner Music | Warner Classics

A gravadora Warner Classics lançou na última sexta-feira (29), a coletânea Drama Queen, que reúne algumas das mais dramáticas cenas e árias de ópera já gravadas pela lendária Maria Callas (1923-1977). O álbum já está disponível em todas as plataformas digitais.

Maria Callas: gravadora lança coletânea "Drama Queen"

Foto: Divulgação | Warner Classics

Mesmo quatro décadas após a morte de Callas em Paris no ano de 1977, o que o diretor Franco Zeffirelli disse sobre ela é verdadeiro até hoje: “Há uma era “BC” e “AC” – “antes de Callas” e “depois de Callas”.

Teria sido fácil encher uma caixa de CD com inúmeros exemplos da versatilidade de Maria Callas, especialmente em gravações mono, embora reconhecidamente menos tecnicamente perfeitas, mas ainda mais intensas, de suas performances ao vivo de 1949 a 1953. A coleção termina com apenas uma gravação ao vivo de modo que o segundo arco narrativo central de sua carreira seja pelo menos abordado brevemente: a ária D’amore al dolce impero de Armida, mencionada acima, gravada ao vivo no Teatro Comunale, em Florença, em 1952. Esta é uma gravação divina de La Divina, que hoje, quase 70 anos depois, ainda transcende o tempo e a arte.

Na época, as performances da jovem Maria Callas colocavam o bel canto em oposição ao verismo – com o último confiando principalmente em explosões poderosas e dinâmica “forte” para expressar emoções – enquanto o bel canto, que o zeitgeist havia abandonado, recebeu uma voz inesperada e ainda mais impressionante. Como resultado, 1952 marcou nada menos que uma mudança radical no mundo da ópera.

Ouça a compilação Drama Queen de Maria Callas:

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CLASSICA

Judy Collins lança nova versão para “Amazing Grace” com coral virtual

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Judy Collins lança nova versão para "Amazing Grace" com coral virtual
Divulgação | Warner Music Brasil

Judy Collins lançou na última sexta-feira (29) uma nova versão para o clássico Amazing Grace, que chega acompanhada de um coral virtual em auxilio ao Fundo de Resposta à Solidariedade, fundo global criado para apoiar o trabalho da Organização Mundial de Saúde (OMS) na contenção da pandemia do coronavírus. A faixa já está disponível em todas as plataformas digitais pela Warner Music.

Judy Collins lança nova versão para "Amazing Grace" com coral virtual

Foto: Divulgação | Warner Músic

Amazing Grace reúne um enorme número de cantores internacionais profissionais e amadores. de todo o mundo unificados em solidariedade global por meio de um enorme coral virtual, dando à faixa uma nova sensação e profundidade. A canção se tornou uma fonte de conforto durante esses tempos sem precedentes, com a versão de Judy sendo tocada no Hospital Charing Cross, que recebeu uma onda de derramamento emocional nas mídias sociais e mais de 5 milhões de visualizações e o agora famoso padre de Notting Hill, Pat Allerton AKA tocando a versão da música de Judy durante sermões recentes pelas ruas.

“Gravei ‘Amazing Grace’ com um grupo de amigos na Capela Saint Paul, no campus da Universidade de Columbia, em Nova York”, explica Judy Collins. “Quando minha gravação da música foi lançada, ela se tornou enormemente popular em todo o mundo. Foi escrita por John Newton em 1772, um homem que evoluiu de um capitão de navio negreiro para um escritor de hinos poderosos e mudou toda a sua vida, tornando-se um modelo de transformação espiritual. É disso que precisamos hoje mais uma vez. Fique seguro, ajude os outros e ore pelo planeta. Estou dedicando esta música para todos os médicos, enfermeiros e pacientes. Nós vamos sobreviver a isso com amor, música e graça incrível”.

Assista à nova versão de Amazing Grace:

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Theatro Municipal de São Paulo homenageia maestrina Namoi Munakata 

Regente titular do Coral Paulistano completaria 65 anos de idade

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Theatro Municipal de São Paulo homenageia maestrina Namoi Munakata 
Reprodução | YouTube

O Theatro Municipal de São Paulo fez uma homenagem à maestrina Namoi Munakata que completaria 65 anos de idade neste domingo (31). Há dois meses, a regente titular do Coral Paulistano faleceu em decorrência de complicações do coronavírus.

Theatro Municipal de São Paulo homenageia maestrina Namoi Munakata 

Foto: Reprodução | YouTube

O tributo em memória à maestrina traz o Coral Paulistano cantando a capella Ubi Caritas, o primeiro de quatro motetos escritos pelo compositor francês Maurice Duruflé. Um canto gregoriano cujo texto sacro traz a mensagem: “Onde há caridade e amor, Deus está aí”. A música era muito apreciada pela regente e interpretada pelo coro nos concertos, daí a escolha. Cada um dos 45 coralistas aparecem cantando de suas casas. A regência é da agora maestrina titular interina Maíra Ferreira, amiga e parceira de trabalho de Naomi. O vídeo editado entrou no ar às 11h30 deste domingo no canal oficial do Theatro Municipal no YouTube.

Naomi Munakata iniciou os estudos musicais ao piano com apenas quatro anos de idade e começou a cantar aos sete, no coral regido por seu pai – Motoi Munakata. Estudou violino, harpa e formou-se em Composição e Regência em 1978 pela Faculdade de Música do Instituto Musical de São Paulo, na classe de Roberto Schnorrenberg.

Por duas décadas foi regente do Coro da Osesp e foi diretora e professora da Escola Municipal de Música de São Paulo, diretora artística e regente do Coral Jovem do Estado, regente-assistente do Coral Paulistano e professora na Faculdade Santa Marcelina e na FAAM.

Confira a homenagem à Naomi Munakata:

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