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O compositor e intérprete holandês Joep Beving, um dos mais importantes pianistas da atualidade, assinou com a lendária gravadora Deutsche Grammophon para lançar o seu novo álbum Prehesion que chegará ao mercado no dia 7 de abril. As informações são da Universal Music.

Beving é uma figura imponente no mundo do streaming: personificando a própria história de um homem de sucesso, ele escreveu, gravou e lançou seu álbum de estreia Solipsism que foi transmitido quase 60 milhões de vezes.

As melodias delicadas de Joep juntamente com os seus acordes logo causaram impacto em seus ouvintes que ficaram impressionados com a sua sonoridade. As faixas de Solipsism apareceram pela primeira vez na lista de músicas de streaming com as composições de Max Richter, Ólafur Arnalds e Nils Frahm.

Joep explica sua musicalidade: “Eu chamo de ‘música simples para emoções complexas. Atualmente o mundo é um lugar agitado e eu sinto uma vontade profunda de me reconectar a um nível básico humano com as pessoas em geral. A música como linguagem universal tem o poder de união.”, afirmou

O material de Joep Beving chegou a Deutsche Grammophon quando um amigo tocou o álbum em seu bar na cidade de Berlim. Um dos executivos da gravadora estava lá. A partir dali, acabou em uma sessão de autógrafos com a gravadora de música clássica mais importante do mundo.

Prehension é o fruto desta nova parceria que surge como um sucessor natural de Solipsism, repleto de temas musicais e filosóficos identificados na obra de Joep.

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É jornalista e pesquisador musical. Cobre shows nacionais e internacionais e já entrevistou bastante gente interessante do Brasil e do mundo. Foi vencedor do Prêmio TopBlog Brasil em 2010 na categoria "Música"e foi membro do Grammy Latino.

CLASSICA

Trompetista Alison Balsom lança álbum “Music For The Royal Fireworks”

Junto com seu “Ensemble”, musicista divulga a exuberante obra de Händel em todas as plataformas digitais

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Trompetista Alison Balsom lança álbum "Music For The Royal Fireworks"
Divulgação | Warner Music Classics

Com um álbum de celebração – ao mesmo tempo alegre e solene – a trompetista Alison Balsom declara novamente seu amor pela era barroca, que ela chama de “a idade de ouro do trompete”. Juntando-se à exuberante obra de Händel, Music for the Royal Fireworks, estão obras de outros dois compositores alemães, JS Bach e Telemann, além da Sonata No. 2 in Ré Maior, Z850 do britânico nascido em Londres, Henry Purcell. Este trabalho já está disponível em todas as plataformas digitais pela Warner Music Classics, via Erato e Parlophone Records.

Trompetista Alison Balsom lança álbum "Music For The Royal Fireworks"

“Esses compositores barrocos conheciam o instrumento para o qual estavam escrevendo”, diz Balsom. “Existe um valor tão grande na busca do som que eles próprios teriam ouvido, com a intenção de autenticidade. Quando se reúne, é absolutamente emocionante”.

Alison participou de importantes orquestras da Europa, com maestros como Sir Andrew Davis, Sir Roger Norrington, Mikko Franck, Jacques van Steen e Christopher Warren-Green. Como solista e expoente de trompetes tanto barrocos quanto modernos, Alison fez turnês extensivas pela Europa, América do Sul e Oriente Médio, tocando com órgão, piano, cravo e percussão, e em música de câmara com o The Balsom Ensemble.

Muita música nova para trompete foi encomendada para Alison, como por exemplo um concerto do jovem compositor britânico Joby Talbot, lançado em 2006 com a Royal Liverpool Philharmonic e a Orquestra de Câmara de Munique.

A reputação internacional de Alison se desenvolveu rapidamente desde seus estudos na Escola de Música e Drama Guildhall, no Conservatório de Paris e, posteriormente, com Håkan Hardenberger e John Wallace.

Como artista das Novas Gerações da BBC, ela se apresentou e gravou com todas as orquestras da BBC e, fez sua estréia no prestigiado BBC Proms com apenas 27 anos.

Artista empreendedora, Alison lançou-se em 2005 como diretora artística do primeiro Festival de Studlands em Dorset. Ela formou seu próprio conjunto, o The Balsom Ensemble, com os companheiros de metais Daniel Newell (trompete), Tim Jackson (trompa), Richard Balsom (tuba) e Helen Vollam (trombone). O conjunto se apresenta regularmente durante todo o ano em festivais e salas de concerto em todo o mundo.

Ouça o álbum:

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CLASSICA

Theatro Municipal de São Paulo abre exposição “O Lírico em Cena”

Mostra celebra os 80 anos do Coro Lírico e a experiência do convívio e do coletivo do grupo artístico octogenário ligado ao Municipal

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Theatro Municipal de São Paulo abre exposição "O Lírico em Cena"
Divulgação

O Coro Lírico Municipal de São Paulo encerra o ano de comemorações de seus 80 anos com uma exposição que retrata o fazer musical coletivo sem deixar de lado a individualidade de seus cantores e regentes. Por trás de cada história dos 435 coralistas que passaram pelo corpo artístico, há um ponto em comum: o amor pela música. Essa riqueza de narrativas somada ao acervo do grupo reúne elementos que podem servir de base do enredo de uma ópera.

Theatro Municipal de São Paulo abre exposição "O Lírico em Cena"

É isso que a exposição cenográfica O Lírico em Cena vai revelar ao público a partir do dia 17 de dezembro.

A entrada é gratuita e a mostra fica aberta para visitação até 21 de fevereiro de 2020, com uma pausa entre a virada de ano.

Sob a curadoria de Carla Nieto Vidal e Joana Tuttoilmondo e expografia e montagem de Fernando Uehara e Marco Antonio Alves, a exposição está dividida em nove instalações que colocam o Coro Lírico em cena nos espaços do Municipal, como o Saguão e o Salão Nobre. O visitante poderá rever ou ter o primeiro contato com os sapatos e os adereços, as máscaras e as perucas utilizadas pelos cantores e os objetos de cena que compuseram as principais montagens de ópera, das tradicionais às contemporâneas.

Os figurinos também ganham destaque. As roupas que vestem as vozes e dão forma a personagens tão diversos, mostram ao público o delicado trabalho de composição dos figurinistas. Uma mistura de tecidos, cores e texturas que toma conta do palco com toda a energia dos cantores, seus nomes, suas medidas e suas emoções. Elementos de cenografia também preservados e armazenados no Centro de Documentação e Memória (arquivo) e na Central Técnica de Produções.

Estantes com as partituras dos títulos mais emblemáticos encenados pelo grupo artístico como Nabucco e Macbeth, ambas de Verdi, Carmen, de Bizet e La Bohème, de Puccini, só para citar algumas, também serão expostas.

Um vídeo produzido pelo diretor teatral Nelson Baskerville e pelo video-artista Raimo Benedetti, que em agosto assinou a concepção e direção artística do espetáculo Ensaio sobre o Lírico, também será projetado.

O Lírico em Cena – 80 anos do Coro Lírico Municipal
Abertura: 17 de dezembro, a partir das 11h
Visitação: 17 a 22 de dezembro de 2019; e de 15 de janeiro a 21 de fevereiro de 2020
Classificação indicativa: livre
De terça a domingo, das 11h às 18h.
Saguão e Salão Nobre
Grátis

Theatro Municipal de São Paulo
Praça Ramos de Azevedo, s/nº, Sé – próximo à estação do metrô Anhangabaú
Bilheteria: (11) 3053 2090
Horário de Atendimento: Segunda a sexta, 10h às 19h; Sábado e domingo, 10h às 17h
Acessibilidade para pessoas com deficiência

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CLASSICA

Capuçon e Wang: confira o novo álbum “Franck, Chopin”

Projeto gravado durante a turnê norte-americana do violoncelista Gautier Capuçon e da pianista Yuja Wang, mostra fogo, , sensibilidade e a unidade da relação musical dos em obras de Chopin e Franck

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Capuçon e Wang: confira o novo álbum "Franck, Chopin"
Divulgação | Warner Music Brasil

“Finesse e fogo de uma dupla musical estrelada. Um recital que mostrou o melhor da produção musical colaborativa”, foi como o Toronto Star descreveu o concerto no Koerner Hall, em Toronto, que serviu de base para a gravação de Franck, Chopin.

Capuçon e Wang: confira o novo álbum "Franck, Chopin"

O registro marca parte de uma extensa turnê norte-americana feita na primavera de 2019 pelo violoncelista Gautier Capuçon e pianista Yuja Wang, que estabeleceram parceria musical há vários anos, consolidando-a notavelmente com apresentações no Festival Verbier, na Suíça.

“Eles trabalharam suas interpretações em perfeita união”, continuou o Toronto Star. “Os dois possuem uma técnica notável: Wang, com suas aparentemente impossíveis corridas de legato e dedos que giram infinitamente a mais luxuosa seda musical; Capuçon com seu fraseado gracioso apoiado por gradações aparentemente infinitas de controle de arco”.

“Quando a turnê os levou a Boston, a The Classical Review observou que Capuçon e Wang compartilham de semelhante vigor e de uma espontaneidade atenta que parecem terminar as frases um do outro. O violoncelista francês toca com uma intensidade robusta que extrai drama até dos trabalhos mais delicados. Wang provou ser uma parceira sutil e atenciosa. Parecia que os dois tocavam juntos desde toda a vida”.

O programa do álbum compreende duas obras de Frédéric Chopin, a Sonata em Lá Maior e a Polonaise Brillante em Dó Maior, além da Sonata de César Franck em Lá Maior, uma transcrição do violoncelista do século XIX Jules Delsart, da gloriosa sonata para violino do compositor belga.

Confira:

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