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O guitarrista Brian May confirmou à revista Rolling Stone que um filme, que contará a história do Queen, será produzido em breve. O ator Rami Malek ganhou o aval do guitarrista e do baterista Roger Taylor para interpretar o saudoso Freddie Mercury (1946-1991) nas telas. A produção da cinebiografia ficará a cargo de Graham King.

“Nós temos nossa estrela, temos Rami Malek como nosso Freddie que eu acho que será incrível. Ele tem uma ótima presença e está totalmente dedicado ao projeto, o que é maravilhoso”, disse May sobre Malek em entrevista.

Rami Malek substitui Sacha Baron Cohen que havia sido escolhido anteriormente. No entanto, no consenso de May e Taylor, Malek se aproximou mais da visão artística do filme e tem se dedicado ao máximo para representar com fidelidade um dos maiores frontmans da história do rock: “Nós passamos pouco tempo com ele. Ele já está vivendo completamente e respirando Freddie, o que é maravilhoso de se ver. E temos um produtor fabuloso em Graham King, que provavelmente é o maior produtor independente dentro ou fora de Hollywood. E ele montou uma grande equipe. Nós temos um roteiro realmente excelente. Finalmente”, concluiu.

O novo filme sobre o Queen é uma ideia que perdura há 12 anos e que finalmente tomará forma e, de acordo com a reportagem, terá investimento da Fox. Ainda não há previsão de estreia.

A direção geral será assinada por Bryan Singer.

 

É jornalista e pesquisador musical. Cobre shows nacionais e internacionais e já entrevistou bastante gente interessante do Brasil e do mundo. Foi vencedor do Prêmio TopBlog Brasil em 2010 na categoria "Música"e foi membro do Grammy Latino.

ROCK

Pearl Jam: confira a tracklist do novo álbum “Gigaton” 

Sucessor de “Lightning Bolt” de 2013 contará com 12 faixas e será lançado no dia 27 de março pela Universal Music via Republic Records e Monkeywrench

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O Pearl Jam divulgou nesta segunda-feira (20) a lista de faixas que farão parte de seu próximo álbum Gigaton, que será lançado no dia 27 de março pela Universal Music via Republic Records e Monkeywrench Records.

Gigaton já revelou o seu primeiro single Dance of the Clairvoyants e marca a primeira co-produção do Pearl Jam com Josh Evans, que realizou trabalhos de produção com o Soundgarden e o saudoso Chris Cornell.

“Fazer este disco foi uma longa jornada“, disse Mike McCready. “Era emocionalmente sombrio e confuso as vezes, mas tembém um roteiro emocionante e experimental para a redenção musical”.

Para a divulgação de Gigaton, o Pearl Jam entrará em uma turnê norte-americana no dia 18 de março. Depois seguirá para a Europa.

Confira as músicas do álbum Gigaton:

Who Ever Said
Superblood Wolfmoon
Dance of the Clairvoyants
Quick Escape
Alright
Seven O’Clock
Never Destination
Take The Long Way
Buckle Up
Come Then Goes
Retrograde
River Cross

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ROCK

Metallica homenageia Ray Burton, pai do baixista Cliff, morto aos 94 anos

Cliff Burton trabalhou nos três primeiros álbuns da banda e morreu aos 24 anos em um acidente de ônibus na Suécia em 1986

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Ray Burton, pai do baixista Cliff Burton, que fez parte do Metallica nos três primeiros álbuns da banda, morreu na última quarta-feira (15) aos 94 anos. A notícia só foi confirmada no domingo (19), mas a causa da morte não foi confirmada.

O Metallica fez uma homenagem ao pai do saudoso músico em seu site oficial: “É com incrível tristeza que dissemos adeus ao pai de Cliff, Ray Burton na semana passada. Durante 38 anos tivemos a sorte de ter a energia, sabedoria e luz de Ray em nossas vidas. Sua eterna juventude cheia de vontade, positividade e um sorriso que jamais desaparecia foram tanto incrivelmente poderosos quanto honestos de forma comovente. De costa a costa e em outros países também, o rosto brilhante de Ray frequentemente nos encontrava, oferecendo calor e âncora para as nossas viagens, e quando o assunto era toda a família Metallica, a banda, equipe e fãs, ele nos via como dos seus. O fato dele ter morrido deixa um sentimento indefinível de tristeza e perda, mas do mesmo jeito, sabemos que Ray não iria querer que a gente ficasse ‘andando pra lá e pra cá em cima de nossos traseiros’ por muito tempo. Então, para honrá-lo, e o tipo de homem que ele era, nós também queremos celebrar verdadeiramente os 94 anos da vida que Ray deu a todos, sabendo com certeza que um pouco do brilho de sua luz, sabedoria e energia sempre estarão com nós aonde quer que a gente vá. Nós te amamos Ray, Descanse em paz”.

A importância de Ray Burton para a história do Metallica é eterna. Ele fez o discurso quando a banda entrou para o Hall da Fama do Rock: “Eu só quero agradecer ao comitê de seleção do Hall da Fama por selecionar esses jovens maravilhosos atrás de mim. Eles são um ótimo grupo e o que eu sempre gostei deles é que você os vê tocar pessoalmente e imediatamente tem um grande sorriso no rosto…”

Cliff Burton fez parte do Metallica nos álbuns Kill ‘Em All, Ride The Lightning e Master Of Puppets. Ele morreu aos 24 anos em um acidente de ônibus na Suécia em 1986.

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ROCK

Ozzy Osbourne sobre o ano de 2019: “O mais miserável da minha vida”

Lendário frontman do Black Sabbath sofreu um acidente grave no ano passado, levando-o a uma difícil recuperação

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Ozzy Osbourne deixou claro que não terá boas lembranças de 2019. Depois de sofrer um grave acidente doméstico em sua residência, o frontman do Black Sabbath se viu obrigado a cancelar uma turnê que estava em curso. O lendário roqueiro admitiu, em uma entrevista para a emissora norte-americana ABC que seu ano foi “o mais miserável” de sua vida.

“Foi o pior, mais longo, mais doloroso e miserável ano da minha vida”, disse Osbourne. “Quando eu caí, estava escuro, fui ao banheiro e caí. Apenas caí e caí como uma batida no chão e lembro-me de ficar ali pensando: “Bem, você já fez isso agora”, muito calmo”, explicou

Ozzy Osbourne também deu detalhes como foi socorrido por sua esposa, Sharon: “Sharon chamou uma ambulância. Depois disso, tudo foi ladeira abaixo”, explicou. “Não era realmente um problema por um tempo. Eu nunca notei nada diferente. Sharon estava dizendo: “Você está bem? Você parece diferente”, revelou.

O cantor de 71 anos deu mais detalhes do acidente: “Foi ruim, pensei que estava paralisado e com muita calma disse: Sharon, não posso me mexer. Acho que machuquei o pescoço. Ligue para uma ambulância”. A dor era constante. Nos primeiros seis meses em que eu fiquei sofrendo, eu dizia: “Sharon, você não está me dizendo a verdade. Estou morrendo, não estou?” Pensei que tivesse uma doença terminal porque a melhora foi muito lenta. Estou melhorando, mas após a cirurgia, as enfermeiras me perguntaram em uma escla de 1 a 10 quanto dor eu sentia e disse: “55. Seis meses acordando e incapaz de se mover é uma existência miserável”, concluiu.

Recentemente, Ozzy Osbourne lançou o single Ordinary Man com a participação de Elton John.

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