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Queen: receita milionária aponta alta popularidade da banda no século 21 

Queen: receita milionária aponta alta popularidade da banda no século 21
Foto: Site oficial

Um dos maiores grupos de rock de todos os tempos, o Queen, ainda mantém uma grande popularidade no século 21, graças à uma série de fatores comerciais e artísticos que mostram que seu apelo como banda continua tão forte quanto o inicio de suas atividades na indústria musical, em 1970.

Um arquivo fiscal da Queen Productions Ltd., empresa sediado no Reino Unido de propriedade dos membros originais remanescentes da banda, além dos representantes legais do espólio do eterno vocalista Freddie Mercury (1946-1991) que foi obtido pela Music Business Worldwide revelou que o lendário grupo britânico ainda está ganhando muito dinheiro, apesar de seu último trabalho de estúdio com Mercury, Innuendo, ter sido lançado apenas em 1991.

O referido documento revela que as receitas da banda geradas por direitos autorais sobre sua obra fonográfica gerou cerca de US$ 53,5 milhões (mais de R$ 289 milhões no câmbio atual) referentes ao ano fiscal de 2020 – 12 meses até o final de setembro daquele ano.

Queen: receita milionária aponta alta popularidade da banda no século 21
Foto: Site oficial

Em uma época onde o streaming é o formato padrão de consumo de música, todo esse montante financeiro conquistado pelo Queen teve um fator determinante: a exibição da cinebiografia Bohemian Rhapsody, vencedora do Oscar, lançada globalmente em outubro de 2018.

Até hoje, o sucesso do filme deve ser considerado determinante para que a música do Queen continue o mesmo sucesso que marcou o planeta entre as décadas de 1970 e 1990.

Ainda que a cinebiografia tenha impulsionado o catálogo do Queen nas plataformas digitais, devemos sempre lembrar que grande parte dos assinantes de plataformas como Spotify, Apple Music e Deezer é o público jovem. Então, essa geração passa a consumir a obra da banda, colaborando profundamente para uma perpetuação do apelo artístico do grupo.

Queen: receita milionária aponta alta popularidade da banda no século 21
Foto: Universal Music

E, consequentemente, os shows do Queen continuam sendo grandes concertos, com um público renovado, quase 50 anos após as primeiras apresentações de Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor. Considere também a entrada do jovem Adam Lambert, com uma carreira solo estabelecida, que apresentou todo esse conteúdo ao seus fãs.

Atualmente, o Queen ocupa a 44ª colocação na lista dos artistas mais ouvidos do mundo no Spotify, com 40,3 milhões de ouvintes.

Discografia do Queen também pode ter valor bilionário no mercado

Queen: receita milionária aponta alta popularidade da banda no século 21
Foto: EMI

Há muita especulação sobre o valor total de todo o catálogo do Queen, em uma época que grandes nomes da música mundial estão negociando seus espólios discográficos com outras empresas, mas tudo leva a acreditar que esteja valendo mais de US$ 1 bilhão (algo em torno de R$ 5 bilhões no câmbio atual).

A discografia da banda é controlada pela Disney Music Group na América do Norte e. para o resto do mundo, esse material é licenciado para a Universal Music Group como distribuidor e parceiro de gravadora.

Estima-se que o Queen vendeu quase 300 milhões de discos em todo mundo. A banda entrou para o Hall da Fama do Rock em 2001.

Matéria produzida por Marcelo de Assis

É jornalista e pesquisador musical. Cobre shows nacionais e internacionais e já entrevistou bastante gente interessante do Brasil e do mundo. Já realizou reportagens musicais na Record TV para o Domingo Espetacular e Jornal da Record. Foi vencedor do Prêmio TopBlog em 2010 e membro do Grammy Latino.

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