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Cinco anos depois que o R.E.M. encerrou suas atividades, o vocalista Michael Stipe tem se dedicado em grande parte do seu tempo à arte, mas precisamente às esculturas de bronze que ele cria.




Mas recentemente, ele foi convidado para se apresentar em dois concertos em tributo a David Bowie e empolgou a platéia em ambas as ocasiões, o que naturalmente desperta sempre uma esperança que ele se juntaria aos companheiros Mike Mills e Bill Berry novamente.

No entanto, em uma recente entrevista ao The New York Times, o veterano artista que deixou sua voz impressa em grandes sucessos como Losing My Religion, Everybody Hurts e Man On The Moon disse que voltaria à música, mas não para o pop: “Eu não estou pronto para para voltar ao pop com 56 anos, mas eu quero trabalhar na música novamente”, afirmou, jogando um certo “banho-de-água-fria” nos milhares de fãs que desejam ver o retorno do R.E.M. aos palcos.

Ao que se sabe, Stipe está envolvido em um novo projeto: produzir o álbum SIR do Fischerspooner, um grupo voltado ao eletroclash, uma nova denominação para a música eletrônica nova-iorquina, citada pelo DJ americano Larry Tee no ano 2000.

Esta entrevista vai de encontro com a semana de relançamento do clássico Out Of Time de 1991 que levou a banda norte-americana ao estrelato definitivo.

É jornalista e pesquisador musical. Cobre shows nacionais e internacionais e já entrevistou bastante gente interessante do Brasil e do mundo. Foi vencedor do Prêmio TopBlog Brasil em 2010 na categoria "Música"e foi membro do Grammy Latino.

DOCUMENTÁRIOS

R.E.M.: “Automatic For The People” ganha documentário

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R.E.M.: "Automatic For The People" ganha documentário

Seguindo as comemorações do 25º aniversário do álbum Automatic For The People do R.E.M., a Craft Recordings anunciou o lançamento de um documentário que revela os bastidores de um dos grandes discos lançados nos anos 1990.

Michael Stipe, Mike Mills, Peter Buck, além dos contribuídores Scott Litt e John Paul Jones do Led Zeppelin, revelam a história completa na criação do álbum. O projeto audiovisual já está disponível no canal oficial da banda no YouTube.

No documentário Automatic Unearthed, os membros do R.E.M discutem como foi a concepção do álbum, as gravações em estúdio e seus pontos-de-vista sobre o resultado do trabalho.

“Culturalmente, os EUA não era um lugar fácil de estar em 1992”, observa o vocalista Michael Stipe. “Nós passamos por 12 anos de uma era obscura politicamente que os EUA já havia visto com Ronald Reagan, (George) Bush e AIDS. Eu acho que o disco foi uma resposta a isso. Eu queria fazer um disco sobre perda, transição e morte – a maior transição que todos nós conhecemos!”, explicou.

Para gravar Automatic For The People, o R.E.M precisou de várias sessões em alguns estúdios nos EUA como Kingsway do consagrado produtor canadense Daniel Lanois em New Orleans e o Criteria em Miami – onde Eric Clapton, com o Derek & The Dominoes gravaram o clássico Layla.

“As músicas vieram, as letras de Michael vieram, a produção, o som e os overdubs pareciam certos para este disco”, analisou Mike Mills.

Automatic For The People, o oitavo disco do R.E.M., foi lançado no dia 5 de outubro de 1992 pela Warner Bros. Records. Estima-se que tenha vendido mais de 18 milhões de cópias em todo o mundo. O álbum se destaca pelos singles Drive, The Sidewinder Sleeps Tonite, Nightswimming, Find The River e os hits Everybody Hurts e Man On The Moon – este, com referência às teorias de conspiração sobre a viagem do homem à Lua e uma homenagem ao ator norte-americano Andy Kaufman, um dos primeiros comediantes do programa Saturday Night Live.

Assista ao documentário Automatic Unearthed:

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