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Reino Unido inicia missão para expandir música britânica no Brasil

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O Departamento de Comércio Internacional do Reino Unido (DIT), em parceria com a BPI (British Phonographic Industry) e a AIM (Associação de Música Independente) está organizando uma missão musical no Brasil que ocorrerá em São Paulo pela primeira vez. Esta missão coincidirá com o evento SIM São Paulo.

Reino Unido inicia missão para expandir música britânica no Brasil

De acordo com a BPI, a indústria musical está crescendo rapidamente no Brasil e é reconhecido como um país cada vez mais engajado na música internacional e desenvolvendo sua associação com os negócios globais da música.

O órgão britânico afirma que a missão comercial atuará como um catalisador para a colaboração, exploração e expansão da indústria musical britânica no Brasil. Incluirá um programa de educação, networking, reuniões, B2B, conferências, vitrines, visitas à sites e  outras atividades relacionadas à música.

“Estamos muito satisfeitos por fazer parceria neste projeto, que ajudará a criar oportunidades compartilhadas com os principais players do mercado brasileiro”, disse Paul Pacífico, CEO da AIM. “Em 2018, o Brasil registrou um aumento maciço de 46% na receita de streaming, o que impulsionou sua ascensão para se tornar o maior mercado de música gravada do mundo. Este é um momento perfeito para estabelecer valiosas conexões culturais e comerciais que essa missão comercial impulsionará”, concluiu.

Para Chris Tams, diretor da BPI, o papel da missão é também reforçar o intercâmbio musical entre o Reino Unido e o Brasil: “Como principal exportador munsical de música depois dos EUA, a indústria musical do Reino Unido está bem posicionada para ajudar a construir novas parcerias comerciais em todo o mundo e o Brasil é um dos mais empolgantes mercados para artistas e gravadoras britânicas”.

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Sony lança edição comemorativa do Walkman para o seu 40º aniversário

Modelo foi anunciado na IFA 2019 em Berlim. NW-A100TPS revisita o primeiro aparelho produzido em 1979

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Sony lança edição comemorativa do Walkman para o seu 40º aniversário
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A Sony anunciou durante a IFA 2019 em Berlim uma nova versão do Walkman, o aparelho que revolucionou o mercado de eletrônicos na época e a forma como ouvimos música. O novo modelo NW-A100TPS contará com um logotipo comemorativo dos 40 anos de lançamento do aparelho original, o TPS-L2 de 1979.

Sony lança edição comemorativa do Walkman para o seu 40º aniversário

O NW-A100TPS será um lançamento especial que contará com uma interface de fita cassete exclusiva, além de ser equipado com o Android e novos recursos para audiófilos. Neste item de série, será incluído um amplificador digital S-Master HX para fornecer áudio de alta resolução e reduzir a distorção, além de um processador DSEE HX que aprimora o áudio compactado e um processador de vinil para, incorporar nas faixas digitais, o som característico do formato.

Outro ponto importante do novo Walkman é a sua bateria: ela vai durar bem mais do que os smartphones atuais, com 26 horas de duração. O novo aparelho também conta com uma porta USB-C.

A Sony ainda não divulgou a data de lançamento do NW-A100TPS e seu preço.

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Tencent procura investidores para celebrar compra da Universal Music, reporta publicação

Gigante chinesa já conversa com potenciais co-investidores para realizar a oferta de compra de 10%
à Vivendi

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Tencent procura investidores para celebrar compra da Universal Music, reporta publicação
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A gigante de tecnologia chinesa Tencent está se aproximando de várias empresas para iniciar a oferta de compra referente a 10% da Universal Music Group que é parte da francesa Vivendi. As informações são da Bloomberg e do Digital Music News.

Tencent procura investidores para celebrar compra da Universal Music, reporta publicação

Para isso, a Tencent mantém diálogo com a Hillhouse Capital e um fundo soberano em Cingapura chamado GIC Pte. Se a empresa chinesa formar algum consórcio, espera-se que a compra seja celebrada nos próximos meses.

Ainda de acordo com a publicação, o preço de 3 bilhões de euros referente aos 10% da participação na UMG, a Tencent ainda planeja aumentar um terço por meio de financiamento por dívida, sendo o restante proveniente de investimentos em ações.

A Tencent poderá adquirir até 20% da Universal Music Group, já que a empresa possui uma opção de compra de um ano da Vivendi por 10% adicionais da UMG.

A Digital Music News também informou que as notícias sobre uma possível aquisição da Tencent sobre a UMG, colaboraram para que os preços das ações da empresa chinesa subissem 2,1% na bolsa de Hong Kong.

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Michael Jackson: lucros obtidos após morte do artista diminuem

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Michael Jackson: lucros ocorridos após morte do artista diminuem
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A Forbes fez uma análise interessante sobre os ganhos que os representantes legais do espólio fonográfico e editorial de Michael Jackson obtiveram desde a morte do cantor em 2009. Houve uma diminuição drástica nos valores, mas que, segundo a publicação, não foram resultado do impacto das recentes alegações de abuso contra o artista como são relatadas no documentário Deixando Neverland. As questões são mais mercantis que morais.

Michael Jackson: lucros ocorridos após morte do artista diminuem

Nos últimos anos, a obra de Michael Jackson rentabilizou US$ 400 milhões, elevando seu total pós-morte para US$ 2,4 bilhões. Contudo, de acordo com a publicação, a arrecadação em 2019 foi drasticamente reduzida para US$ 60 milhões.

A Forbes explica que em 2018, os ativos de Michael Jackson resultaram em quase US$ 300 milhões depois da venda da participação do cantor na editora EMI Music Publishing. Soma-se a isto, um novo contrato de gravação com a Sony Music Entertainment e valores recebidos para que um especial de Halloween fosse realizado na emissora CBS.

E não para por aí: os totais de streaming da obra fonográfica de Michael Jackson nos EUA subiram de 1,8 bilhão para 2,1 bilhões, um aumento significativo de 17%.

Ou seja, todos os ganhos de Michael Jackson que resultavam a cada ano em US$ 100 milhões, com celebrações póstumas e lançamentos especiais após a sua morte foram concluídos.

“Michael Jackson talvez tenha sofrido um pouco demais na mão dos críticos, mas provavelmente recebeu uma quantidade igual de apoio dos fãs”, observa David Bakula, vice-presidente sênior de Insight e Analytics da Nielsen Music. “Ele continuará a crescer porque o streaming continua a crescer e porque ele tem algumas músicas pop incrivelmente populares”, concluiu.

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