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Rock in Rio teve mais de 3 milhões de menções nas redes sociais Rock in Rio teve mais de 3 milhões de menções nas redes sociais

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Rock in Rio teve mais de 3 milhões de menções nas redes sociais

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O Rock in Rio nem acabou direito e já é possível contabilizar o sucesso que o festival fez nas redes sociais. Ao todo, o evento contou com mais de 3,2 milhões de menções nas redes sociais ao longo de seus nove dias de realização. O maior pico aconteceu no dia 29 de setembro, quando o festival teve mais de 555 mil menções nas redes.

Rock in Rio teve mais de 3 milhões de menções nas redes sociais

Este acompanhamento foi parte importante da estratégia de comunicação do evento que, para isso, utilizou a solução Vizia, da Brandwatch, um centro de comando que apresentou, em tempo real, tudo o que foi dito sobre o festival nas redes sociais. A solução é parte da Artplan NOW, produto de gestão de conteúdo em tempo real que opera com produção e monitoramento de forma integral durante o festival.

“Aqui, o Brandwatch Vizia é a plataforma de Command Center que capta e analisa o buzz nas redes sociais sobre o RiR e seus patrocinadores. Só no primeiro final de semana, foram mais de 2 milhões de menções que foram agrupadas em clusters de acordo com os temas que pautam suas conversas”, explica Alexander Kohlitz, CEO da Polis Consulting, representante da Brandwatch no Brasil.

Os picos de menções ajudaram a identificar alguns dos destaques do festival. Na primeira semana, por exemplo, os maiores picos ocorreram nos dias 28 de setembro (552 mil menções) e 29 de setembro (555 mil menções). Nestes dias, os destaques do festival identificados pelo monitoramento das redes foram os shows de Drake e de IZA e Alcione.

Do total de menções da primeira semana, os dois shows foram responsáveis por 35% e 14% delas, respectivamente. Já na segunda semana, os maiores destaques foram os shows das cantoras Anitta e Pink, nos dias 5 de outubro (436 mil menções) e 6 de outubro (533 mil menções). Também aqui, do total de menções relativas aos show da segunda semana, estes dois foram responsáveis por 38% e 34%, respectivamente.

Outros destaques da primeira semana foram Bebe Rexha (13%), Jessie J e Bon Jovi (ambos com 9%) e Ivete Sangalo (6%). Na segunda semana, também apareceram bem nas menções Iron Maden e Red Hot Chilli Peppers (ambos com 6%), Black Eyed Peas (4%) e Nickelback e Imagine Dragons (ambos com 3%).

Kohlitz explica que o objetivo da Brandwatch é trazer inteligência para a operação ao conectar todas as bases de dados e adicionar fontes externas que permitam agregar informações complementares sobre a audiência. Para isso, a plataforma utiliza algoritmos de Machine Learning e outras modalidades de Inteligência Artificial que constantemente analisam os dados, trazendo os melhores insights de negócio e comunicação.

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Lives geram até 400% mais pesquisas por nome de cantores, revela pesquisa

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Lives geram até 400% mais pesquisas por nome de cantores, revela pesquisa
Reprodução | Instagram

Com a atual quarentena, a indústria musical teve que reinventar para promover seus artistas e os produtos que são lançados semanalmente.

As lives, uma extensão audiovisual já utilizada antes da pandemia mas de forma moderada, virou um modelo de negócio, observado pelas grandes gravadoras, produtoras e seus artistas. Empresas se aliaram a este modelo como base de patrocínio. A música tem que estar onde o povo está e o imperativo da audiência se curva ainda mais a este princípio.

Lives geram até 400% mais pesquisas por nome de cantores, revela pesquisa

O cantor Gusttavo Lima em uma de suas lives | Foto: Reprodução | Instagram

Um levantamento divulgado nesta terça-feira (8) pela empresa de marketing digital SEMrush, identificou, por exemplo, que o nome do Gusttavo Lima cresceu 172% entre março e abril, momento em que a OMS anunciou a pandemia do coronavírus.

Foram muitas lives de Gusttavo Lima ao longo da quarentena, mas para o bem da verdade, um fato se tornou icônico nesse período: no dia 11 de abril, o cantor sertanejo bebeu um pouco a mais, gerando uma repercussão negativa. O resultado: notificação do Conar para não repetir a dose – literalmente, sem trocadilho.

Naquele momento, o nome de Gusttavo Lima foi pesquisado 2,24 milhões de vezes, de acordo com a SEMRush.

Outro artista que também cresceu nas pesquisas foi o DJ Alok. Depois que ele realizou uma sofisticada live na janela do apartamento onde reside, com direito a um aparato de som e luz com alta qualidade e com transmissão pelo canal a cabo Multishow, o nome do artista chegou a 1 milhão de pesquisasum aumento de 400% de abril para maio.

Só o termo apartamento alok chegou a 33 mil buscas.

Nesse ranking no crescimento nas buscas na internet, nomes como Jorge e Mateus, Bruno e Marrone, Henrique e Juliano, Anitta, Ivete Sangalo e Maiara e Maraísa tiveram um crescimento exponencial sem precedentes.

E sem esquecer do cantor Roberto Carlos, que foi procurado por 550 mil vezes na internet, um crescimento de 123% em relação a março.

Sem previsão de acabar, a onda das lives passou a ser modelo imprescindível de negócio e entretenimento no mundo da música.

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Grupo de k-pop BTS ganha modelo de celular da Samsung

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Grupo de k-pop BTS ganha modelo de celular da Samsung
Divulgação | Site oficial

Numa ação exclusiva, a empresa Vivo inicia nesta quarta-feira (1) a pré-venda do Samsung Galaxy S20+ BTS Edition, que chega ao público brasileiro em uma edição especial em homenagem à banda sul-coreana de k-pop BTS.

Grupo de k-pop BTS ganha modelo de celular da Samsung

Foto: Divulgação | site oficial

Esta edição limitada do aparelho traz o logotipo da empresa Samsung juntamente com o do grupo na cor púrpura. A Vivo será a única operadora a comercializar a versão do smartphone no Brasil e que já pode ser adquirida na pré-venda com frete grátis, diretamente na loja online da empresa em http://lojaonline.vivo.com.br.

O valor do aparelho sai por R$ 4.299 à vista.

Grupo de k-pop BTS ganha modelo de celular da Samsung

Foto: Divulgação | Vivo

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Annenberg Inclusion e a Universal Music ampliam parceria para abordar inclusão na música

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Annenberg Inclusion e a Universal Music ampliam parceria para abordar inclusão na música
Montagem | Divulgação | sites oficiais das instituições

A Annenberg Inclusion Initiative e a Universal Music Group estão ampliando sua parceria para promover uma compreensão mais profunda sobre como proporcionar mudanças reais na indústria da música. Nos próximos meses, a parceria vai realizar novas pesquisas – examinando as grandes empresas de música, empresas independentes, gravadoras, editoras, plataformas digitais, empresas de rádio e shows ao vivo, assim como as equipes dos artistas, com foco nos empresários, agentes, advogados e publicitários – para determinar até que ponto homens e mulheres não brancos são excluídos das posições de liderança da indústria da música.

Com essas informações em mãos, a Annenberg emitirá um relatório, estabelecendo metas e fornecendo recomendações sobre como a indústria da música pode lidar com essas disparidades.

Annenberg Inclusion e a Universal Music ampliam parceria para abordar inclusão na música

Foto: Montagem | Divulgação | sites oficiais das instituições

“Atualmente, existem lacunas no acesso e nas oportunidades geradas para que essas pessoas, especialmente executivos negros, assumam posições importantes no ramo da música”, disse a Dra. Carmen Lee, membro do corpo docente afiliado à Annenberg Inclusion Initiative e pesquisadora principal do trabalho. “Além de destacar essas discrepâncias, devemos mostrar como a falta de pessoas negras em papéis-chave impede que haja inclusão no mercado da indústria. Estou ansiosa para liderar essa comissão, ladeada pela Annenberg Inclusion Initiative e em parceria com a Universal Music Group, uma empresa com um histórico comprovado de mudança”, disse.

Com isso, a Universal Music Group estabeleceu uma força-tarefa para mudanças significativas, nomeada Ask Force for Meaningful Change (TFMC), que nasce como uma força motriz para a inclusão e a justiça social e que trabalhará para ampliar e expandir os programas atuais da UMG, elaborar novas iniciativas e apoiar comunidades marginalizadas na luta contínua por igualdade, justiça e inclusão.

A TFMC é dividida em seis áreas: Auxílio/Doações de Caridade, Global, Mudanças Internas/Institucionais, Política Legislativa/Pública, Parceiros e Programação/Curadoria.

A força-tarefa é formada por um grupo de profissionais da UMG, e co-presidida por Jeff Harleston (Vice-Presidente Executivo da UMG, General Counsel e Presidente e CEO Interino da gravadora Def Jam) e Ethiopia Habtemariam (Presidente & EVP das lendárias gravadoras Motown Records e Capitol Music Group).

“Esperamos ansiosamente pelo nosso trabalho contínuo com a Annenberg Inclusion Initiative, enquanto trabalhamos para promover a diversidade e a inclusão em todos os ângulos do negócio da música“, disseram os co-presidentes da TFMC, Jeff Harleston e Ethiopia Habtemariam. “Estamos comprometidos não apenas em melhorar o desempenho da UMG, mas também em promover mudanças reais e sustentáveis em todo o ecossistema musical. Sabemos que a música pode fazer melhor e acreditamos que, com base nas pesquisas e dados, a mudança pode ser mais significativa e construtiva”, concluíram.

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