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School of Rock e EM&T anunciam acordo e criam a maior unidade da rede norte-americana no mundo School of Rock e EM&T anunciam acordo e criam a maior unidade da rede norte-americana no mundo

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School of Rock e EM&T anunciam acordo e criam a maior unidade da rede norte-americana no mundo

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Dois dos principais ícones da área de educação musical no Brasil acabam de liberar um anúncio de impacto para o mercado: a School of Rock, maior rede de escolas de música do globo, presente em 9 países, e a EM&T – Escola de Música e Tecnologia assinaram um contrato para criar a maior unidade franqueada da rede norte-americana do mundo, a EM&T School of Rock.

O acordo prevê o início da operação em janeiro de 2020 e, a unidade, que será no bairro Planalto Paulista, na zona sul de São Paulo, terá base inicial de 800 alunos. Com uma estrutura moderna, o prédio contará com instrumentos e equipamentos de áudio de última geração, um requerimento padrão em toda a rede School of Rock.

A junção de expertises das marcas conversa com um objetivo que ambas têm em comum: potencializar a educação musical no Brasil. Além de ensinar por meio da performance e da formação de bandas entre os alunos, a unidade contará também com o curso Music Business, focado para quem deseja estudar mais a fundo a indústria musical. Mais do que aprender a teoria, é imprescindível que a música seja absorvida pela experiência – seja ela a de um rockstar, seja de uma pessoa desenvolvendo habilidades técnicas, cognitivas ou sociais.

A trajetória das marcas até a fusão

School of Rock e EM&T anunciam acordo e criam a maior unidade da rede norte-americana no mundo

A School of Rock iniciou sua operação no Brasil em 2013 e deverá fechar o ano de 2019 com 23 unidades em operação, além de mais 16 unidades já assinadas para abertura em 2020, em uma expansão muito mais acelerada do que o previsto. Em pouco mais de dois anos, desde que a Master Franqueadora começou o trabalho no Brasil, a School of Rock saltou de 4 para 37 escolas, o que a posicionou como a maior escola de música privada do Brasil

Há ainda outras 100 unidades em negociação com empresários de várias regiões do país e, considerando o rápido crescimento, a meta da rede foi ampliada de 100 para 150 unidades em 10 anos. A School of Rock possui mais de 37 mil alunos espalhados pelo mundo, sendo que 2.800 deles estão no Brasil.

A EM&T é uma das mais tradicionais escolas de música do Brasil, com 22 anos de história. Cerca de 20 mil alunos já passaram pela instituição e, quando foi inaugurada, o principal objetivo da EM&T era fugir do tradicional modelo existente – com poucos recursos tecnológicos e professores que não seguiam uma metodologia de ensino específica – e criar um novo conceito de ensino, que fosse mais moderno e, principalmente, destinado às reais necessidades dos alunos.

Focada também em ensinar técnicas de produção, experiência de palco e indústria musical, a EM&T tem em seu portfólio o professor, coordenador e diretor da escola Fernando Quesada, músico multi instrumentista com passagens pelas bandas Shaman, Noturnall e Anie, e participação em grandes festivais como Rock in Rio, Abril pro Rock e Masters of Rock. Premiado com trabalhos lançados em diversos países, o produtor musical também atuou em estúdio com inúmeras bandas, como Sepultura.

Com mais de 10 anos de experiência em sala de aula, mais de mil shows e workshops trabalhados pelo mundo e cerca de 500 horas de cursos online produzidos dentro da EM&T Online, Quesada, junto com o time de professores e técnicos da EM&T e da School of Rock, trará esse importante conhecimento de produção artística e indústria musical para os alunos da nova unidade.

“Estar junto com a School of Rock é inacreditável! Com a filosofia de experiência e imersão completa na música dessa incrível rede de escolas de música iremos fomentar a vontade de tocar e proporcionar conhecimento para formar uma banda, lançar uma música e subir no palco”, explica Fernando Quesada.

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Lives geram até 400% mais pesquisas por nome de cantores, revela pesquisa

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Lives geram até 400% mais pesquisas por nome de cantores, revela pesquisa
Reprodução | Instagram

Com a atual quarentena, a indústria musical teve que reinventar para promover seus artistas e os produtos que são lançados semanalmente.

As lives, uma extensão audiovisual já utilizada antes da pandemia mas de forma moderada, virou um modelo de negócio, observado pelas grandes gravadoras, produtoras e seus artistas. Empresas se aliaram a este modelo como base de patrocínio. A música tem que estar onde o povo está e o imperativo da audiência se curva ainda mais a este princípio.

Lives geram até 400% mais pesquisas por nome de cantores, revela pesquisa

O cantor Gusttavo Lima em uma de suas lives | Foto: Reprodução | Instagram

Um levantamento divulgado nesta terça-feira (8) pela empresa de marketing digital SEMrush, identificou, por exemplo, que o nome do Gusttavo Lima cresceu 172% entre março e abril, momento em que a OMS anunciou a pandemia do coronavírus.

Foram muitas lives de Gusttavo Lima ao longo da quarentena, mas para o bem da verdade, um fato se tornou icônico nesse período: no dia 11 de abril, o cantor sertanejo bebeu um pouco a mais, gerando uma repercussão negativa. O resultado: notificação do Conar para não repetir a dose – literalmente, sem trocadilho.

Naquele momento, o nome de Gusttavo Lima foi pesquisado 2,24 milhões de vezes, de acordo com a SEMRush.

Outro artista que também cresceu nas pesquisas foi o DJ Alok. Depois que ele realizou uma sofisticada live na janela do apartamento onde reside, com direito a um aparato de som e luz com alta qualidade e com transmissão pelo canal a cabo Multishow, o nome do artista chegou a 1 milhão de pesquisasum aumento de 400% de abril para maio.

Só o termo apartamento alok chegou a 33 mil buscas.

Nesse ranking no crescimento nas buscas na internet, nomes como Jorge e Mateus, Bruno e Marrone, Henrique e Juliano, Anitta, Ivete Sangalo e Maiara e Maraísa tiveram um crescimento exponencial sem precedentes.

E sem esquecer do cantor Roberto Carlos, que foi procurado por 550 mil vezes na internet, um crescimento de 123% em relação a março.

Sem previsão de acabar, a onda das lives passou a ser modelo imprescindível de negócio e entretenimento no mundo da música.

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Grupo de k-pop BTS ganha modelo de celular da Samsung

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Grupo de k-pop BTS ganha modelo de celular da Samsung
Divulgação | Site oficial

Numa ação exclusiva, a empresa Vivo inicia nesta quarta-feira (1) a pré-venda do Samsung Galaxy S20+ BTS Edition, que chega ao público brasileiro em uma edição especial em homenagem à banda sul-coreana de k-pop BTS.

Grupo de k-pop BTS ganha modelo de celular da Samsung

Foto: Divulgação | site oficial

Esta edição limitada do aparelho traz o logotipo da empresa Samsung juntamente com o do grupo na cor púrpura. A Vivo será a única operadora a comercializar a versão do smartphone no Brasil e que já pode ser adquirida na pré-venda com frete grátis, diretamente na loja online da empresa em http://lojaonline.vivo.com.br.

O valor do aparelho sai por R$ 4.299 à vista.

Grupo de k-pop BTS ganha modelo de celular da Samsung

Foto: Divulgação | Vivo

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Annenberg Inclusion e a Universal Music ampliam parceria para abordar inclusão na música

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Annenberg Inclusion e a Universal Music ampliam parceria para abordar inclusão na música
Montagem | Divulgação | sites oficiais das instituições

A Annenberg Inclusion Initiative e a Universal Music Group estão ampliando sua parceria para promover uma compreensão mais profunda sobre como proporcionar mudanças reais na indústria da música. Nos próximos meses, a parceria vai realizar novas pesquisas – examinando as grandes empresas de música, empresas independentes, gravadoras, editoras, plataformas digitais, empresas de rádio e shows ao vivo, assim como as equipes dos artistas, com foco nos empresários, agentes, advogados e publicitários – para determinar até que ponto homens e mulheres não brancos são excluídos das posições de liderança da indústria da música.

Com essas informações em mãos, a Annenberg emitirá um relatório, estabelecendo metas e fornecendo recomendações sobre como a indústria da música pode lidar com essas disparidades.

Annenberg Inclusion e a Universal Music ampliam parceria para abordar inclusão na música

Foto: Montagem | Divulgação | sites oficiais das instituições

“Atualmente, existem lacunas no acesso e nas oportunidades geradas para que essas pessoas, especialmente executivos negros, assumam posições importantes no ramo da música”, disse a Dra. Carmen Lee, membro do corpo docente afiliado à Annenberg Inclusion Initiative e pesquisadora principal do trabalho. “Além de destacar essas discrepâncias, devemos mostrar como a falta de pessoas negras em papéis-chave impede que haja inclusão no mercado da indústria. Estou ansiosa para liderar essa comissão, ladeada pela Annenberg Inclusion Initiative e em parceria com a Universal Music Group, uma empresa com um histórico comprovado de mudança”, disse.

Com isso, a Universal Music Group estabeleceu uma força-tarefa para mudanças significativas, nomeada Ask Force for Meaningful Change (TFMC), que nasce como uma força motriz para a inclusão e a justiça social e que trabalhará para ampliar e expandir os programas atuais da UMG, elaborar novas iniciativas e apoiar comunidades marginalizadas na luta contínua por igualdade, justiça e inclusão.

A TFMC é dividida em seis áreas: Auxílio/Doações de Caridade, Global, Mudanças Internas/Institucionais, Política Legislativa/Pública, Parceiros e Programação/Curadoria.

A força-tarefa é formada por um grupo de profissionais da UMG, e co-presidida por Jeff Harleston (Vice-Presidente Executivo da UMG, General Counsel e Presidente e CEO Interino da gravadora Def Jam) e Ethiopia Habtemariam (Presidente & EVP das lendárias gravadoras Motown Records e Capitol Music Group).

“Esperamos ansiosamente pelo nosso trabalho contínuo com a Annenberg Inclusion Initiative, enquanto trabalhamos para promover a diversidade e a inclusão em todos os ângulos do negócio da música“, disseram os co-presidentes da TFMC, Jeff Harleston e Ethiopia Habtemariam. “Estamos comprometidos não apenas em melhorar o desempenho da UMG, mas também em promover mudanças reais e sustentáveis em todo o ecossistema musical. Sabemos que a música pode fazer melhor e acreditamos que, com base nas pesquisas e dados, a mudança pode ser mais significativa e construtiva”, concluíram.

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