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Sertanejo dispara como o gênero mais ouvido nas rádios em 2019  Sertanejo dispara como o gênero mais ouvido nas rádios em 2019 

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Sertanejo dispara como o gênero mais ouvido nas rádios em 2019 

Levantamento da Kantar IBOPE Media com a Crowley mapeou 13 regiões metropolitanas onde o meio é aferido regularmente

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A música é parte importante do nosso dia a dia, sendo capaz de nos transportar para momentos marcantes e nos fazer reviver cada situação. Não por acaso, para 63% dos ouvintes de rádio, a música faz parte da vida. E quem não gosta de ouvir música no rádio?

A Kantar IBOPE Media e a Crowley, empresa especializada em monitoramento eletrônico de broadcast de áudio, realizaram o levantamento Music Heat, que considera quantas vezes e em que minuto as músicas são executadas nas rádios e quantas pessoas estavam ouvindo à emissora no momento da execução. A combinação desses fatores aponta que o gênero Sertanejo é o campeão absoluto, responsável por 29% de todos os impactos no rádio.

Sertanejo dispara como o gênero mais ouvido nas rádios em 2019 

O Music Heat indica que as músicas no rádio foram ouvidas mais de 175 bilhões de vezes no Brasil em 2019. Os cinco gêneros mais ouvidos correspondem a mais de 80% de todo o consumo de músicas no meio.

O Inside Radio, estudo divulgado pela Kantar IBOPE Media em 2019, indica que 83% da população ouve rádio e que os ouvintes passam 4h33 consumindo diariamente o meio. Entre estes ouvintes, 93% declararam ouvir música.

Para Adriana Favaro, diretora comercial de veículos da Kantar, o Music Heat mostra um retrato interessante não só para o meio fonográfico, como, principalmente, para as próprias rádios e seus anunciantes: “Este levantamento é necessário para que marcas e anunciantes entendam o que o brasileiro consome de música, possibilitando estratégias cada vez mais em sintonia com o público. Por meio dos dados obtidos pelo estudo, é possível saber o que esses ouvintes consomem, de forma a impactá-los de maneira mais acertada e assertiva”, explica.

Eduardo Bonadio, diretor corporativo Brasil da Crowley Broadcasting, endossa a importância do estudo para o meio: “Assim como as marcas, as rádios e os artistas passam a definir melhor suas estratégias comerciais. Esse panorama do consumo de rádio e das músicas no Brasil é muito rico e aponta para a consolidação de um gênero que soube se reinventar e vem ganhando cada vez mais público”, finaliza.

Confira os 10 artistas mais ouvidos nas rádios do Brasil:

1. Marília Mendonça
2. Zé Neto & Cristiano
3. Gusttavo Lima
4. Luan Santana
5. Henrique & Juliano
6. Wesley Safadão
7. Matheus & Kauan
8. Jorge & Mateus
9. Felipe Araújo
10. Bruno & Marrone

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Grupo de k-pop BTS ganha modelo de celular da Samsung

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Grupo de k-pop BTS ganha modelo de celular da Samsung
Divulgação | Site oficial

Numa ação exclusiva, a empresa Vivo inicia nesta quarta-feira (1) a pré-venda do Samsung Galaxy S20+ BTS Edition, que chega ao público brasileiro em uma edição especial em homenagem à banda sul-coreana de k-pop BTS.

Grupo de k-pop BTS ganha modelo de celular da Samsung

Foto: Divulgação | site oficial

Esta edição limitada do aparelho traz o logotipo da empresa Samsung juntamente com o do grupo na cor púrpura. A Vivo será a única operadora a comercializar a versão do smartphone no Brasil e que já pode ser adquirida na pré-venda com frete grátis, diretamente na loja online da empresa em http://lojaonline.vivo.com.br.

O valor do aparelho sai por R$ 4.299 à vista.

Grupo de k-pop BTS ganha modelo de celular da Samsung

Foto: Divulgação | Vivo

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Annenberg Inclusion e a Universal Music ampliam parceria para abordar inclusão na música

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Annenberg Inclusion e a Universal Music ampliam parceria para abordar inclusão na música
Montagem | Divulgação | sites oficiais das instituições

A Annenberg Inclusion Initiative e a Universal Music Group estão ampliando sua parceria para promover uma compreensão mais profunda sobre como proporcionar mudanças reais na indústria da música. Nos próximos meses, a parceria vai realizar novas pesquisas – examinando as grandes empresas de música, empresas independentes, gravadoras, editoras, plataformas digitais, empresas de rádio e shows ao vivo, assim como as equipes dos artistas, com foco nos empresários, agentes, advogados e publicitários – para determinar até que ponto homens e mulheres não brancos são excluídos das posições de liderança da indústria da música.

Com essas informações em mãos, a Annenberg emitirá um relatório, estabelecendo metas e fornecendo recomendações sobre como a indústria da música pode lidar com essas disparidades.

Annenberg Inclusion e a Universal Music ampliam parceria para abordar inclusão na música

Foto: Montagem | Divulgação | sites oficiais das instituições

“Atualmente, existem lacunas no acesso e nas oportunidades geradas para que essas pessoas, especialmente executivos negros, assumam posições importantes no ramo da música”, disse a Dra. Carmen Lee, membro do corpo docente afiliado à Annenberg Inclusion Initiative e pesquisadora principal do trabalho. “Além de destacar essas discrepâncias, devemos mostrar como a falta de pessoas negras em papéis-chave impede que haja inclusão no mercado da indústria. Estou ansiosa para liderar essa comissão, ladeada pela Annenberg Inclusion Initiative e em parceria com a Universal Music Group, uma empresa com um histórico comprovado de mudança”, disse.

Com isso, a Universal Music Group estabeleceu uma força-tarefa para mudanças significativas, nomeada Ask Force for Meaningful Change (TFMC), que nasce como uma força motriz para a inclusão e a justiça social e que trabalhará para ampliar e expandir os programas atuais da UMG, elaborar novas iniciativas e apoiar comunidades marginalizadas na luta contínua por igualdade, justiça e inclusão.

A TFMC é dividida em seis áreas: Auxílio/Doações de Caridade, Global, Mudanças Internas/Institucionais, Política Legislativa/Pública, Parceiros e Programação/Curadoria.

A força-tarefa é formada por um grupo de profissionais da UMG, e co-presidida por Jeff Harleston (Vice-Presidente Executivo da UMG, General Counsel e Presidente e CEO Interino da gravadora Def Jam) e Ethiopia Habtemariam (Presidente & EVP das lendárias gravadoras Motown Records e Capitol Music Group).

“Esperamos ansiosamente pelo nosso trabalho contínuo com a Annenberg Inclusion Initiative, enquanto trabalhamos para promover a diversidade e a inclusão em todos os ângulos do negócio da música“, disseram os co-presidentes da TFMC, Jeff Harleston e Ethiopia Habtemariam. “Estamos comprometidos não apenas em melhorar o desempenho da UMG, mas também em promover mudanças reais e sustentáveis em todo o ecossistema musical. Sabemos que a música pode fazer melhor e acreditamos que, com base nas pesquisas e dados, a mudança pode ser mais significativa e construtiva”, concluíram.

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Ecad anuncia terceira e última parcela de pagamentos antecipados por direitos autorais

Plano contempla quase 22 mil profissionais da música com reprasse de adiantamento extraordinário

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Ecad anuncia terceira e última parcela de pagamentos antecipados por direitos autorais
Divulgação | Ecad

Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) concluiu sua participação no primeiro plano de auxílio a compositores e artistas proposto pela gestão coletiva da música no Brasil, da qual faz parte juntamente com as associações que o administram. São elas: Abramus, Abramus, Amar, Assim, Sbacem, Sicam, Socinpro e UBC.

Ecad anuncia terceira e última parcela de pagamentos antecipados por direitos autorais

Foto: Divulgação | ECAD

A empresa fez o repasse às associações de música da terceira e última parcela do adiantamento extraordinário e os valores serão disponibilizados por elas até o fim desta semana a quase 22 mil compositores, intérpretes, músicos, editoras e produtores fonográficos brasileiros.

Outros beneficiários são titulares de obras musicais que tiveram rendimento médio anual entre R$ 500 e R$ 36 mil nos últimos três anos.

O pagamento inicial foi realizado em abril e o segundo, em maio. Ao todo, cada titular recebeu entre R$ 600 e R$ 900 dependendo de sua renda média nos últimos anos e valor total distribuído foi R$ 14 milhões.

“A gestão coletiva da música compreende as dificuldades enfrentadas por todos e essa medida emergencial certamente ajudou profissionais que são fundamentais para a cadeia produtiva da música”, observa Isabel Amorim, superintendente executiva do Ecad. “Estamos trabalhando firme com o intuito de auxiliar a todos. Seguimos em negociações com diversos parceiros, clientes, associações e sindicatos para acordos e retomada de pagamento dos direitos autorais de execução pública da música em diversos segmentos”, concluiu.

A medida visa auxiliar os autores em meio à atual pandemia do coronavírus.

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