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O quarto episódio de Sound-à-Porter que será transmitido hoje pelo canal E! Entertainment Television retornará ao ambiente musical dos anos 70 que atravessou o tropicalismo, a era disco, o rock progressivo, o glitter entre outros gêneros em um diálogo com dois ícones desta época: o cantor Sidney Magal e a cantora Wanderléa. O programa será conduzido pela apresentadora Carla Lamarca.

Wanderlea, que iniciou sua carreira aos 10 anos participando de programas infantis e ficou conhecida com a Jovem Guarda ao lado de Roberto Carlos e Erasmo Carlos fala sobre toda a sua trajetória e sobre a moda que fez com o seu figurino: “Não encontrávamos no mercado uma forma de nos vestirmos que tivesse identidade com as músicas que fazíamos. Começamos a fazer uma moda para o palco, que me desse condições performáticas, inspiradas em heroínas de gibis e quadrinhos; e eu comecei a usar roupas de couro preto, uma roupa inspirada na mulher gato, saias curtas, as botas de faroeste. E com isso descobrimos que o público começou a aderir a moda e foi uma coisa em expansão. Chegávamos nas cidades e a garotada inteira estava vestida igual!”, lembra a cantora.

Já Sidney Magal, que sempre usou um visual meio cigano, meio toureiro espanhol faz revelações sobre o seu figurino: episódio de Sound-à-Porter. No bate-papo com Carla Lamarca, o cantor, que enlouqueceu as mulheres com seu visual meio cigano, meio toureiro espanhol, revela como construiu seu visual. “Eu tinha cabelo encaracolado grande, usava pulseiras, brincos, e, apesar da minha altura, sapatos com salto de 8 cm que se usava muito na época e calça boca de sino roxo, amarelo… Eu era o mais roqueiro possível, sem ser roqueiro. De repente, eu vi que tudo aquilo funcionava muito bem, que tinha a ver com a minha descontração e meu jeito de ser”, explica Magal.

Também participam de Sound-à-Porter os produtores musicais Afonso Nigro, João Marcello Bôscoli e Rick Bonadio e a stylist Manu Carvalho.

O programa vai ao ar hoje (25) as 21h.

É jornalista e pesquisador musical. Cobre shows nacionais e internacionais e já entrevistou bastante gente interessante do Brasil e do mundo. Foi vencedor do Prêmio TopBlog Brasil em 2010 na categoria "Música"e foi membro do Grammy Latino.

MPB & SAMBA

Zeca Baleiro apresenta inéditas no volume 2 de “O Amor no Caos”

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Zeca Baleiro apresenta inéditas no volume 2 de "O Amor no Caos"
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Na última sexta-feira (11) chegou nas plataformas digitais o álbum O Amor no Caos, Vol. 2, o 12º de estúdio do cantor Zeca Baleiro.

“O Volume 2 é mais acústico, menos pop e mais emocionado”, revela Zeca Baleiro, fazendo uma comparação com o Volume 1, lançado em maio deste ano.

Zeca Baleiro apresenta inéditas no volume 2 de "O Amor no Caos"

Produzido por Baleiro e sua banda, O Amor no Caos rendeu dois volumes de inéditas que, para alegria ainda maior dos fãs e colecionadores, também estão sendo editados em CD e vinil.

O novo álbum reúne nove composições do artista, sendo somente duas delas em parcerias: Eu Chamo de Coragem, com o maranhense Marcos Magah, e Rondel, música de Baleiro sobre poema de Tristan Corbière, que tem a participação da cantora portuguesa Susana Travassos.

Neste novo volume, Zeca também divide os vocais com as cantoras Diana Pequeno (Canção na Chuva), Jade Baraldo (Quando Cheiro Flores) e Tatiana Parra (Riverside Road).

Ouça:

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Pedra Letícia lança novo álbum autoral “Velhos Goianos Começou Risare”

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Pedra Letícia lança novo álbum autoral “Velhos Goianos Começou Risare”
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Quem conhece Pedra Letícia sabe que a irreverência é parte fundamental da história da banda. Não seria diferente com o novo álbum, Velhos Goianos Começou Risare, que já traz em seu título o toque de sátira e ironia que são marca registrada do grupo. Lançado nessa sexta, o novo trabalho também traz canções românticas, narrativas mais profundas, provocações, além da clássica pluralidade de ritmos, que vai do country ao baião.

Pedra Letícia lança novo álbum autoral “Velhos Goianos Começou Risare”

Completando 14 anos de trajetória em 2019, o novo álbum é uma síntese da essência dos integrantes da banda, que se isolaram em uma casa litorânea para intensificar o processo de composição das novas músicas: “A gente nunca se prendeu a nada, nunca se obrigou a fazer nenhum tipo de música específica. Inclusive, nem toda música precisava obrigatoriamente ser divertida ou engraçada. Isso está espelhado no novo disco, que está bem a nossa cara”, conta o vocalista Fabiano Cambota.

A experimentação musical sempre esteve no DNA da banda, assim como as letras provocativas e questionadoras.

O álbum, gravado no estúdio Sonastério em Belo Horizonte, foi totalmente produzido pela banda com instrumentos e vocais gravados ao vivo. “Pedra Letícia é isso: quatro caras que se encontraram e que se completam de alguma maneira. Todos são muito diferentes um do outro, mas o bom humor e a tolerância é o que nos une”, conta o guitarrista Xico Mendes.

História Com Fins, com clipe em animação já lançado em julho, faz uma sátira motivacional e conta a história de uma banda que vive situações inacreditáveis para continuar existindo. Com o clima de uma boyband dos anos 1990, além de vários clichês, a canção foi composta por todos os integrantes e não resta dúvidas para quem ouve: é definitivamente uma música da Pedra Letícia.

Mentira, Verdade, Mentira foi criada inicialmente para o jingle de um comercial de cerveja que, no final das contas, acabou se transformando em uma canção do álbum. O trabalho também traz canções românticas compostas por Cambota sobre amor, relacionamento à distância e friendzone, como Se Fosse Eu e Final da Estrada, que conta com participação especial da banda Maneva e metais da Orquestra Brasileira de Música Jamaicana.

Em uma homenagem inusitada a Chico Buarque, Só o Chico Pode traz a participação de Rick Ferreira, antigo guitarrista e fiel escudeiro de Raul Seixas, tocando steel guitar. Elementos de country e saloon estão presentes em Rotina, que apresenta um clima dos anos 30 na sonoridade, retratando a realidade e os perrengues da banda com uma letra divertida.

O disco também traz maracatu em Crença, baião em O Juiz e o Jardineiro, regravação de Dr. Silvana & Cia em Êô e quarteto de cordas e voz em O Menino e o Pássaro, canção que fecha o disco com mensagem sobre saudade e liberdade, com história inspirada no livro A Menina e o Pássaro Encantado, de Rubem Alves. O processo de produção do novo álbum vai ganhar documentário de making of, que será lançado em breve nos canais da banda.

Pedra Letícia é formada por Fabiano Cambota nos vocais, Pedro Torres na bateria, Kuky Sanchez no baixo e Xiquinho Mendes na guitarra.

Ouça o álbum:

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Suricato lança a versão física de “Na Mão As Flores”

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Suricato lança a versão física de "Na Mão As Flores"
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Chega hoje às principais lojas do país a versão física do álbum Na Mão as Flores, que foi todo composto, arranjado, tocado, interpretado e produzido por Suricato. Lançado em julho, o terceiro álbum do cantor tem Marco Vasconcellos assinando também a produção – um bonito cartão-postal folk pop de um autor maduro.

Suricato lança a versão física de "Na Mão As Flores"

A faixa-título do álbum de 11 canções já entrega uma sinceridade que permeia todo o trabalho, composto e produzido entre 2017 e 2018.

Acompanhado por mais de 12 músicos durante a trajetória do projeto, Suricato lançou dois álbuns, sempre entre o folk e o rock, antes de absorver novas influências sonoras, incluindo um toque mais eletrônico, até finalmente se assumir como “banda de um homem só”, na qual toca simultaneamente diversos instrumentos, dos pés às mãos.

Atualmente, ele também é vocalista do Barão Vermelho.

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