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Skank anuncia pausa na carreira e turnê comemorativa de 30 anos Skank anuncia pausa na carreira e turnê comemorativa de 30 anos

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Skank anuncia pausa na carreira e turnê comemorativa de 30 anos

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A banda mineira Skank anunciou neste domingo (3) uma pausa na carreira por tempo indeterminado. Contudo, também foi anunciada uma turnê comemorativa dos 30 anos do grupo em 2020.

No último ano, apenas em São Paulo, lotaram quatro das maiores casas de shows da cidade com a turnê Os Três Primeiros. Aconteceu o mesmo no Rio, Curitiba, Salvador e Belo Horizonte. E a história se repetirá em 2020, quando em comemoração às três décadas de banda farão a turnê 30 Anos, embalada por coletânea de 30 hits da carreira e uma canção inédita. Vai correr o Brasil todo e as datas serão anunciadas em janeiro, quando dão início ao desfile de sucessos que acumularam até agora.

Skank anuncia pausa na carreira e turnê comemorativa de 30 anos

“Não precisa nem da decadência, nem da guerra para terminar alguma coisa”, diz sabiamente o vocalista e guitarrista Samuel Rosa. “É um grande desafio pessoal para cada um. Pode ser extremamente saudável nos reinventarmos, tentarmos coisas diferentes, ter esse espaço para liberdade criativa”, completa o tecladista Henrique Portugal.

O Skank ganhou notoriedade nos anos 1990 com grandes composições que mesclavam dancehall, rock e MPB. Depois, outras experimentações vieram, com canções sob influências dos Beatles e Clube da Esquina, como observadas em grandes álbuns como Maquinarama e Cosmotron.

“(Chegou a hora de) Cada um olhar para si. É hora de experimentarmos, ainda que demos com os burros n´água. Quero me testar fora do Skank, me ver em um círculo de músicos fora do que sempre transitamos. Há muito ainda a descobrir”, diz Samuel.

Para o baixista Lelo Zanetti, esta parada por tempo indeterminado não tem que ser traumática: “Nosso grande compromisso é com o público e no cuidado com a carreira. Não acreditamos que é preciso estar em baixa para dar uma parada, não precisa ser trágico, nem problemático”, endossa.

“Quando parávamos era por seis meses. E ficávamos esses meses em estúdio para gravar um disco. Quando falei para pessoas próximas, a reação foi: “Até que enfim você vai descansar”. E quem disse que eu quero descansar?” (risos), afirma o baterista Haroldo Ferretti. “Mas o bom é inimigo do ótimo. Então vamos parar enquanto está bom pra cacete”, conclui.

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