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Spotify lança documentário sobre o gênero pernambucano "Brega-Funk" Spotify lança documentário sobre o gênero pernambucano "Brega-Funk"

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Spotify lança documentário sobre o gênero pernambucano “Brega-Funk”

Plataforma digital registra aumento de 145% no interesse por playlist dedicada ao gênero musical

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O Spotify está lançando o documentário MPB Brega-Funk, o segundo do projeto Música Pelo Brasil (MPB), contando a história do gênero musical pernambucano e suas origens recifenses.

MPB Brega-Funk, com direção de Felipe Larozza e apresentação do jornalista GG Albuquerque, explora a evolução desse verdadeiro ritmo contagiante e da cena no Brasil. As gravações aconteceram em Recife, onde o brega-funk nasceu, e passa também por São Paulo, com entrevistas exclusivas com alguns dos maiores nomes dessa cena, como o próprio Dadá Boladão, com 3 milhões de ouvintes mensais na plataforma, Shevchenko & Elloco, MC Loma e as Gêmeas Lacração, MC Troia, A Tropa, MC Lia e Magnatas do Passinho SA, entre outros.

Spotify lança documentário sobre o gênero pernambucano "Brega-Funk"

“A história do brega-funk é a história da cultura de sobrevivência dos Mcs do Recife. O movimento reuniu elementos de diferentes cenas musicais da periferia do Brasil em uma batida eletrônica original e inovadora. Um som que mudou a identidade e o imaginário cultural de Pernambuco e Nordeste”, diz GG Albuquerque, pesquisador de músicas periféricas e curador do documentário produzido pelo Spotify.

O material aborda o brega-funk num contexto geográfico, musical e social, mostrando como o gênero ajudou a moldar o cenário cultural de Recife: “Brega-funk é um lifestyle, tem tirado muita gente da criminalidade, principalmente a galera que dança passinho. Quando surgiu o passinho Shevchenko tudo mudou. A galera que dança passinho saiu do tráfico, da bandidagem, saiu do vácuo mesmo”, destaca MC Draak, da galera do É A Tropa.

Neste contexto, o documentário traz também dados de consumo proprietários do estilo no Spotify, que ajudam a entender sua popularização com base em números reais de streams: “Eu to achando muito massa e agradecendo muito a Deus por estarmos chegando em locais que diziam que a gente não ia chegar e a gente vem hoje rompendo as barreiras”, completa MC Troia, que tem total apoio de outra entrevistada do documentário, a MC Lia: “A válvula de escape das comunidades do Recife hoje em dia é o brega-funk. O brega-funk vai dominar o mundo. Se o mundo não terminar em guerra ele termina em brega-funk, disso eu sei.”, conclui a cantora.

“Quando esse tipo de fenômeno cultural, essa junção de ritmos acontece localmente – neste caso o brega-funk – ele se reflete na música que ouvimos no Spotify. Por isso, por meio da cultura local e musical, o Spotify consegue conectar artistas e fãs de uma maneira que antes não era possível, construindo uma comunidade de descoberta e inspiração mútuas, expandindo esse fenômeno para todo país”, diz Roberta Pate, diretora de relacionamento com artistas e gravadoras do Spotify na América Latina.

O Spotify ainda informa que a playlist Brega-Funk cresceu 145% só em 2019 no Brasil, impulsionada pelos sucessos Surtada de Dadá Boladão, Tati Zaqui e OIK, Envolvimento de MC Loma e As Gêmeas da Lacração e Contagiante de Felipe Original.

Confira o documentário:

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Alice Caymmi lança clipe e remix de “Areia Fina” e anuncia novo álbum “Elétrika”

Disco que chega no primeiro semestre de 2020 é desdobramento pop do disco “Electra”

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Alice Caymmi lança clipe e remix de "Areia fina" e anuncia novo álbum "Elétrika"
Fernando Young

Alice Caymmi é uma cantora completa e inquieta. Vai do clássico ao pop com a mesma contundência e brilho. Não tem pudor na fala, na atitude, na vida. Faz disco moderno, dançante, cheio de beats para seu público se jogar na pista e logo depois arrebata milhares de corações com um álbum voz e piano.

Areia Fina, faixa do seu último álbum Electra acaba de ganhar videoclipe bem do seu jeito: inteligente, desenvolto, intenso, impactante. Uma verdadeira obra de arte, dirigida por Pedro Freire.

Alice Caymmi lança clipe e remix de "Areia fina" e anuncia novo álbum "Elétrika"

Nesta sexta-feira (13) ela disponibiliza também, via Altafonte, o remix dessa mesma faixa com produção de Maffalda. Alice é assim: virtuosa, caprichosa, gostosa e chocante. Bem ao seu modo. Nem aí para os padrões.

“Eu sou uma artista de origem tradicional mas que vive o seu próprio tempo. Escolhi não me alienar apesar de ter sido criada nos moldes da ‘alta cultura’. Um artista que não vive no seu tempo, não expressa a ideia de sua era e não tem expressão não é artista. No percurso da minha carreira, percebi que bater na mesma tecla muitas vezes me dava tédio porque eu sei fazer muitas coisas. Sou polivalente, mas não dispersa”, afirma. “Acho que a imprevisibilidade do meu trabalho abala uns e agrada a muitos porque a surpresa ainda é um dos fatores chaves da criatividade”, acrescenta a cantora.

Ela conta que chorou copiosamente após ver o primeiro corte do clipe: “Mexeu tanto comigo que eu penso pouco sobre ele. É mais sentir mesmo. Foi muito duro assistí-lo. Ele é uma experiência sensorial que fala muito sobre o corpo presente, o corpo como verdadeiro envólucro das nossas vidas. O que chamamos de aceitação não se resume só a se aceitar. É se entender no mundo e o clipe aborda isso e muito mais”, adianta.

Sobre o remix, Alice Caymmi ressalta que nunca saiu do pop: “Inclusive acho engraçado as pessoas não se lembrarem que meu disco de maior sucesso, o Rainha dos raios, é um disco absolutamente pop que já carrega consigo esses meus dois lados. Eu sou uma artista popular, eu gosto de fazer coisas para todos, eu gosto de ouvir o público cantando, chorando, dançando. Não quero entrar para o hall dos inalcançáveis. Também não acho legal viver uma carreira efêmera com apenas um caminho ou uma estética. Eu quero viver a vida inteira de música”, finaliza.

E basta olharmos para obra de Alice, sentirmos suas interpretações e coragem para notarmos que estamos diante de uma das mais fortes personalidades da música brasileira. Alice vai muito além do vozeirão e da beleza: “E preparem-se porque vem aí Elétrika”, anuncia a cantora que nasceu em berço esplêndido, mas está eternamente em movimento.

Confira:

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Samba do Ano terá Péricles, Belo e Sorriso Maroto

Em clima de pré-Réveillon, evento apresenta grandes nomes do samba na Cidade das
Artes no Rio de Janeiro

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Samba do Ano terá Péricles, Belo e Sorriso Maroto
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Um dos momentos mais disputados da temporada de festas no Rio, os eventos de Pré-Réveillon antecipam a incrível experiência de se passar a virada na Cidade Maravilhosa. Trazendo o melhor da música e reunindo um público com muito samba no pé e energia a mil, o Samba do Ano chega à Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, com o melhor da música de artistas como Péricles, Belo e os grupos Sorriso Maroto, Clareou e Primeiro Amor.

Samba do Ano terá Péricles, Belo e Sorriso Maroto

Ao comprar os ingressos, o público pode optar por escolher o open bar, que conta com 6 opções de bebidas alcoólicas e não-alcóolicas, entre elas a vodka Wyborowa e o whisky Ballantine’s.

O evento acontece no grandioso espaço da Cidade das Artes, que conta com estacionamento próprio, fácil deslocamento e grande variedade de transporte público no entorno.

Samba do Ano
27 de dezembro de 2019
Local: Cidade das Artes, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ
Ingressos: Unissex Meia 2º Lote – R$ 70 Unissex Open Bar Meia 2º Lote – R$ 180
Vendas: http://www.ingressocerto.com/samba-do-ano
Obs: valores sujeitos à alterações
Classificação: 18 anos

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Turma do Pagode lança “O Brasil Tem Que Te Ver”, com participação de Kevinho

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Turma do Pagode lança "O Brasil Tem Que Te Ver", com participação de Kevinho
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A Turma do Pagode lançou na última sexta-feira (6) em todas as plataformas digitais pela Sony Music Entertainment o single O Brasil Tem Que Te Ver. A faixa inédita conta com a participação de Kevinho e fará parte do novo EP do grupo – Todo Seu – que terá sete músicas e será lançado ainda esse mês.

Turma do Pagode lança "O Brasil Tem Que Te Ver", com participação de Kevinho

Em O Brasil tem que te ver o grupo aposta mais uma vez na mistura do samba com o funk.

“A parceria com artistas de outros gêneros musicais não é uma novidade na nossa carreira, já fizemos isso em outros trabalhos”, diz Thiagão. “E para manter a tradição de trazer algo novo e uma nova sonoridade para o trabalho, reunimos o compositor e produtor musical Rafinha RSQ, que ficou responsável pelos arranjos e produção do single, com o Vinícius Poeta e a galera do Seu Hit e a participação de Kevinho”, completa.

Confira:

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