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De acordo com uma publicação da Forbes, a dupla The Chainsmokers lidera a lista dos 10 nomes mais ricos da música eletrônica. Eles acumularam US$ 46 milhões em faturamento no ano de 2018. A dupla formada por Drew Taggart e Alex Pall destronou Calvin Harris após seis anos consecutivos no 1º lugar.

Ainda de acordo com a publicação, a base fundamental para o crescimento de receitas da dupla se deu “a uma infinidade de festivais e shows particulares, conquistando quantias médias de seis digitos por noite”. Parte desse montante também se deve a venda de álbuns, singles e a residência que eles mantêm no Wynn Nightlife que foi estendida até 2021.

“Trabalhamos com artistas porque faz sentido, porque estamos entusiasmados com eles”, explicou Pall à Forbes em 2017. “Sempre que trabalhamos com álbum, é porque nos oferecem algo criativo que nos inspira”.

Os 15 principais artistas registraram ganhos de US$ 358 milhões nos últimos 12 meses. Se analisarmos os 10 primeiros desta lista, o cálculo indica US$ 272 milhões e isso já é um aumento significativo com relação a 2018, quando a soma dos ganhos resultou em US$ 260 milhões. Isso também se deve aos ganhos de Marshmello que quase dobrou sua receita neste período.

Confira a lista dos 15 artistas mais ricos da música eletrônica:

1. The Chainsmokers com US$ 46 milhões
2. Marshmello com US$ 40 milhões
3. Calvin Harris com US$ 38,5 milhões
4. Steve Aoki com US$ 30 milhões
5. Diplo com US$ 25 milhões
6. Tiësto com US$ 24 milhões
7. Martin Garrix com US$ 19 milhões
8. David Guetta com US$ 18 milhões
9. Zedd com US$ 17 milhões
10. Armin van Buuren com US$ 15 milhões
11. Kaskade com US$ 14 milhões
12. Skrillex com US$ 13 milhões
13. Alesso com US$ 12,5 milhões
14. Afrojack com US$ 12 milhões
15. DJ Snake com US$ 11,5 milhões
15. DJ Pauly D com US$ 11,5 milhões
15. Dimitri Vegas & Like Mike com US$ 11,5 milhões

É jornalista e pesquisador musical. Cobre shows nacionais e internacionais e já entrevistou bastante gente interessante do Brasil e do mundo. Foi vencedor do Prêmio TopBlog Brasil em 2010 na categoria "Música"e foi membro do Grammy Latino.

ELETRÔNICA

On Music Festival terá Akon, Kevinho e Bruno Martini

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On Music Festival terá Akon, Kevinho e Bruno Martini
Divulgação

A primeira edição do On Music Festival chega a São Paulo como um dos maiores festivais de música do país. Em 12 horas de shows, o evento reúne a mistura perfeita de estilos, unindo clássicos que marcaram época com o que há de mais atual no cenário musical mundial.

On Music Festival terá Akon, Kevinho e Bruno Martini

A noite começa com os DJs Rushir, Kefing, Hombre e Zodiac. O americano Akon, um dos maiores rappers da indústria musical, volta ao Brasil com os hits Lonely, Don´t Matter, Smack That e músicas de seu mais recente trabalho, o álbum El Negreeto.

O DJ Bruno Martini traz os hits que o tornaram um dos maiores nomes do cenário da música eletrônica no Brasil e o funk marca presença com o hitmaker Kevinho e os sucessos Olha a Explosão, Ta Tum Tum e Rabiola.

Sandeville, Blackout, GBR e Bauer vão transformar o On Music Festival em uma grande pista de dança com o melhor da música eletrônica e funk.

On Music Festival
Data: 26 de outubro de 2019 (sábado)
Local: Estádio do Canindé
Endereço: Rua Comendador Nestor Pereira, 33 – Canindé – São Paulo – SP
Abertura portões: 22h

Atrações:

22h – Rushir
23h – Kefing
0h – Hombre / Zodiac
0h30 – Akon
2h30 – Bruno Martini
3h45 – Kevinho
5h – Blackout
6h30 – Sandville
7h30 – GBR
8h30 – Bauer

Valores e Ingressos

Pista (3o Lote)
R$120,00 (feminino)
R$140,00 (masculino)
Pista Premium (4o Lote)
R$220,00 (feminino)
R$250,00 (masculino)
*A Ingresse cobra taxa pela emissão dos ingressos.

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ELETRÔNICA

Alok e Bhaskar se unem e anunciam “Killed By The City”

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Alok e Bhaskar se unem e anunciam "Killed By The City"
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O single Killed By The City, uma colaboração dos irmãos gêmeos Alok e Bhaskar, chega nesta sexta-feira (11) nas principais plataformas digitais.

Alok e Bhaskar se unem e anunciam "Killed By The City"

Disponível pela gravadora do Alok, a Controversia, a faixa traz uma vertente mais pop da música eletrônica que combina vocais melancólicos com diversos elementos orquestrais, uma mistura que promete agitar as pistas de todo o mundo.

Após a última colaboração dos irmãos em 2016 que resultou no hit Fuego, atingindo a marca de mais de 100 milhões de streamings, a nova música vem para firmar ainda mais a relação profissional que existe entre eles.

Mas a história da família Petrillo já vem de longa data. Filhos dos DJs Swarup e Ekanta, pioneiros do movimento psytrance no Brasil, Alok e Bhaskar com apenas 10 anos de idade já criavam músicas juntos e aprendiam com os pais diversas técnicas de produção, além de frequentarem ensaios da banda do pai, onde começaram a tocar instrumentos como bateria, teclado e violão.

É importante lembrar que Alok este ano concorre novamente ao Top 100 da revista britânica especializada DJ Mag. Somente em 2019, já são 15 hits lançados, entre eles, Table For 2 com o vocal do cantor e compositor Iro e um clipe com o artista brasileiro como protagonista ao lado de sua esposa Romana Novais.

A todo vapor com shows pelo Brasil e pelo mundo, Alok vem se destacando por onde passa e, recentemente, surpreendeu o público com sua apresentação no Rock in Rio. A surpresa foi tanta que segundo Roberto Medina, presidente do festival, seu nome foi o primeiro confirmado para o evento em 2021.

Bhaskar também tem mostrado um papel muito importante na evolução da música eletrônica no Brasil. Além de ter marcado presença no Lollapalooza Brasil 2019, seu single Feeling So High, um feat com Sevenn, tornou-se a música oficial do Tomorrowland Brasil.

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ELETRÔNICA

DJ Dolores lança “Recife • 19”

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DJ Dolores lança "Recife • 19"
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Um dos mais inventivos produtores do Brasil, o DJ Dolores lança o projeto Recife • 19. O álbum, híbrido, sem nenhuma ligação específica com nenhum estilo musical, apresenta um som pós-gênero, que não se prende a nenhum conceito pré-definido: “Assumi várias posições no disco, da composição original à mixagem e seria um trabalho solitário não fosse a companhia e suporte de pessoas queridas que reverteram cada dificuldade em estímulo e esperança. O conjunto de canções que compõem o álbum tem em sua origem a história, a busca do entendimento do passado como guia do futuro. Seja na reflexão sobre a estrutura social brasileira em A Casta ou na micro-história narrada em Adilia’s Place, no afro futurismo de Exú Ciborgue e nas lembranças de Nanquim” – conta ele.

DJ Dolores lança "Recife • 19"

Codinome de Helder Aragão, DJ Dolores é um dos nomes seminais do movimento manguebeat do Recife. Como designer, criou alguns dos ícones visuais da cena, além de assinar capas de discos e videoclipes para bandas como Chico Science & Nação Zumbi, Mundo Livre SA e Mestre Ambrósio, entre outros.

Em 1999, faz seus primeiros shows como DJ Dolores, iniciando uma trajetória improvável entre o experimentalismo da música eletrônica e matizes da cultura nordestina. De lá até aqui produziu álbuns e trilhas sonoras, incluindo Narradores de Javé, O Som ao Redor (Kleber Mendonça) e Tatuagem (Hilton Lacerda), entre outros.

Recife • 19 é um lançamento do selo inglês Sterns Music já disponível nas plataformas digitais e também em CD e vinil.

Ouça:

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