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Theatro Municipal de São Paulo apresenta programação gratuita em outubro Theatro Municipal de São Paulo apresenta programação gratuita em outubro

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Theatro Municipal de São Paulo apresenta programação gratuita em outubro

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O Theatro Municipal de São Paulo traz em sua programação gratuita do mês de outubro apresentações das séries Happy Hour e Quartas Musicais, que acontecem respectivamente às segundas e quartas-feiras, sempre às 18h. Um programa e tanto para curtir boa música na saída do trabalho. A retirada dos ingressos deve ser feita uma hora antes do início das apresentações, na bilheteria do local.

Theatro Municipal de São Paulo apresenta programação gratuita em outubro

O Municipal também oferece visitas guiadas pelas instalações desse espaço centenário que é marco cultural da cidade de São Paulo. Os tours, gratuitos, são realizados em horários pré-estabelecidos, de terça a sexta-feira, em português. Em dias e horários específicos e, condicionadas a programação do Theatro, acontecem também as visitas com monitoria de intérprete em Libras para surdos e tradutor em inglês para os estrangeiros. Os ingressos podem ser reservados pela internet ou na bilheteria. Para os grupos de 10 a 50 pessoas, as visitas devem ser agendadas por e-mail [email protected]

Quartas Musicais

As Quartas Musicais abrem a programação no dia 9 de outubro com integrantes da Oficina Texto e Contexto, da Escola Municipal de Música, acompanhados das professoras Maria Lúcia Waldow e Maria Emília Campos, apresentam o recital Palavra, Canto e Expressão – o libreto, interpretando solos e conjuntos de óperas de Mozart e libretistas Da Ponte, E. Schikaneder e G. Varesco, no Saguão no Theatro Municipal. A última apresentação acontece no dia 30, também no Saguão, com alunos do professor Hermes Jacchieri, também da Escola de Música, interpretando trios e quartetos dos períodos clássico e romântico.

Happy Hour

A apresentação da série no mês de outubro acontece no dia 28, no Saguão da entrada principal do Municipal. Alunos da professora Marta Vidigal, da Escola Municipal de Música, apresentam também trios e quartetos dos períodos clássico e romântico em repertório com duração aproximada de 30 minutos.

Curadoria

Todas as apresentações das séries Happy Hour e Quartas Musicais são organizadas pela Diretoria de Formação da Fundação Theatro Municipal de São Paulo. O objetivo é articular e promover a interação das atividades artístico-pedagógicas e administrativas dos setores que a compõem: a Escola de Música do Theatro Municipal de São Paulo, a Escola de Dança do Theatro Municipal de São Paulo e a Orquestra Experimental de Repertório.

9 Quarta | 18h
QUARTAS MUSICAIS

Recital da Oficina Texto e Contexto da EMM
“Palavra, Canto e Expressão – o libreto”
Solistas: integrantes da oficina texto e contexto da EMM
Professoras/coordenadoras: Maria Lúcia Waldow e Maria Emília Campos
Programa
Solos e conjuntos de óperas de W. A. Mozart e libretistas Da Ponte, E. Schikaneder, G. Varesco
Local: Saguão do Theatro Municipal de São Paulo
Duração aproximada: 45 minutos
Classificação indicativa: livre
Ingressos: Entrada Franca – Retirar 1 hora antes na bilheteria do Theatro Municipal
Capacidade: 80 lugares

28 Segunda | 18h
HAPPY HOUR

Trios e quartetos do período clássico e romântico com alunos da Prof.ª Marta Vidigal
Local: Saguão do Theatro Municipal de São Paulo
Duração aproximada: 30 minutos
Classificação indicativa: livre
Ingressos: Entrada Franca – Retirar 1 hora antes na bilheteria do Theatro Municipal
Capacidade: 80 lugares

30 Quarta | 18h
QUARTAS MUSICAIS

Trios e quartetos do período clássico e romântico com alunos do Prof. Hermes Jacchieri
Local: Saguão do Theatro Municipal de São Paulo
Duração aproximada: 45 minutos
Classificação indicativa: livre
Ingressos: Entrada Franca – Retirar 1 hora antes na bilheteria do Theatro Municipal
Capacidade: 80 lugares
*Programação sujeita a alterações.

VISITA EDUCATIVA**

Terça-feira: 11h, 16h e 17h
Quarta a sexta-feira: 11h, 13h, 15h, 16h e 17h
Os ingressos podem ser reservados pela internet, pelo site da Eventim, e na bilheteria do Theatro Municipal.
Visitas em inglês para estrangeiros
Terça-feira: 16h
Quarta a sexta-feira: 13h
Sábado: 11h
Visitas em libras para surdos
Sábado: 11h
Para as visitas em libras e em inglês, os ingressos são retirados presencialmente no dia da visita mediante apresentação de documento comprobatório de terça a sábado a partir das 10h.
Grupos de 10 a 50 pessoas
Terça: 10h
Quarta a sexta-feira: 10h e 14h
Agendamento prévio pelo e-mail
[email protected]

**Para mais informações, acesse o site: theatromunicipal.org.br/espaco/theatro-municipal/#visita-guiada

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Maria Callas: gravadora lança coletânea “Drama Queen”

Álbum reúne as gravações de estúdio mais dramáticas já feitas pela artista durante a carreira

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Maria Callas: gravadora lança coletânea "Drama Queen"
Divulgação | Warner Music | Warner Classics

A gravadora Warner Classics lançou na última sexta-feira (29), a coletânea Drama Queen, que reúne algumas das mais dramáticas cenas e árias de ópera já gravadas pela lendária Maria Callas (1923-1977). O álbum já está disponível em todas as plataformas digitais.

Maria Callas: gravadora lança coletânea "Drama Queen"

Foto: Divulgação | Warner Classics

Mesmo quatro décadas após a morte de Callas em Paris no ano de 1977, o que o diretor Franco Zeffirelli disse sobre ela é verdadeiro até hoje: “Há uma era “BC” e “AC” – “antes de Callas” e “depois de Callas”.

Teria sido fácil encher uma caixa de CD com inúmeros exemplos da versatilidade de Maria Callas, especialmente em gravações mono, embora reconhecidamente menos tecnicamente perfeitas, mas ainda mais intensas, de suas performances ao vivo de 1949 a 1953. A coleção termina com apenas uma gravação ao vivo de modo que o segundo arco narrativo central de sua carreira seja pelo menos abordado brevemente: a ária D’amore al dolce impero de Armida, mencionada acima, gravada ao vivo no Teatro Comunale, em Florença, em 1952. Esta é uma gravação divina de La Divina, que hoje, quase 70 anos depois, ainda transcende o tempo e a arte.

Na época, as performances da jovem Maria Callas colocavam o bel canto em oposição ao verismo – com o último confiando principalmente em explosões poderosas e dinâmica “forte” para expressar emoções – enquanto o bel canto, que o zeitgeist havia abandonado, recebeu uma voz inesperada e ainda mais impressionante. Como resultado, 1952 marcou nada menos que uma mudança radical no mundo da ópera.

Ouça a compilação Drama Queen de Maria Callas:

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Judy Collins lança nova versão para “Amazing Grace” com coral virtual

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Judy Collins lança nova versão para "Amazing Grace" com coral virtual
Divulgação | Warner Music Brasil

Judy Collins lançou na última sexta-feira (29) uma nova versão para o clássico Amazing Grace, que chega acompanhada de um coral virtual em auxilio ao Fundo de Resposta à Solidariedade, fundo global criado para apoiar o trabalho da Organização Mundial de Saúde (OMS) na contenção da pandemia do coronavírus. A faixa já está disponível em todas as plataformas digitais pela Warner Music.

Judy Collins lança nova versão para "Amazing Grace" com coral virtual

Foto: Divulgação | Warner Músic

Amazing Grace reúne um enorme número de cantores internacionais profissionais e amadores. de todo o mundo unificados em solidariedade global por meio de um enorme coral virtual, dando à faixa uma nova sensação e profundidade. A canção se tornou uma fonte de conforto durante esses tempos sem precedentes, com a versão de Judy sendo tocada no Hospital Charing Cross, que recebeu uma onda de derramamento emocional nas mídias sociais e mais de 5 milhões de visualizações e o agora famoso padre de Notting Hill, Pat Allerton AKA tocando a versão da música de Judy durante sermões recentes pelas ruas.

“Gravei ‘Amazing Grace’ com um grupo de amigos na Capela Saint Paul, no campus da Universidade de Columbia, em Nova York”, explica Judy Collins. “Quando minha gravação da música foi lançada, ela se tornou enormemente popular em todo o mundo. Foi escrita por John Newton em 1772, um homem que evoluiu de um capitão de navio negreiro para um escritor de hinos poderosos e mudou toda a sua vida, tornando-se um modelo de transformação espiritual. É disso que precisamos hoje mais uma vez. Fique seguro, ajude os outros e ore pelo planeta. Estou dedicando esta música para todos os médicos, enfermeiros e pacientes. Nós vamos sobreviver a isso com amor, música e graça incrível”.

Assista à nova versão de Amazing Grace:

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Theatro Municipal de São Paulo homenageia maestrina Namoi Munakata 

Regente titular do Coral Paulistano completaria 65 anos de idade

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Theatro Municipal de São Paulo homenageia maestrina Namoi Munakata 
Reprodução | YouTube

O Theatro Municipal de São Paulo fez uma homenagem à maestrina Namoi Munakata que completaria 65 anos de idade neste domingo (31). Há dois meses, a regente titular do Coral Paulistano faleceu em decorrência de complicações do coronavírus.

Theatro Municipal de São Paulo homenageia maestrina Namoi Munakata 

Foto: Reprodução | YouTube

O tributo em memória à maestrina traz o Coral Paulistano cantando a capella Ubi Caritas, o primeiro de quatro motetos escritos pelo compositor francês Maurice Duruflé. Um canto gregoriano cujo texto sacro traz a mensagem: “Onde há caridade e amor, Deus está aí”. A música era muito apreciada pela regente e interpretada pelo coro nos concertos, daí a escolha. Cada um dos 45 coralistas aparecem cantando de suas casas. A regência é da agora maestrina titular interina Maíra Ferreira, amiga e parceira de trabalho de Naomi. O vídeo editado entrou no ar às 11h30 deste domingo no canal oficial do Theatro Municipal no YouTube.

Naomi Munakata iniciou os estudos musicais ao piano com apenas quatro anos de idade e começou a cantar aos sete, no coral regido por seu pai – Motoi Munakata. Estudou violino, harpa e formou-se em Composição e Regência em 1978 pela Faculdade de Música do Instituto Musical de São Paulo, na classe de Roberto Schnorrenberg.

Por duas décadas foi regente do Coro da Osesp e foi diretora e professora da Escola Municipal de Música de São Paulo, diretora artística e regente do Coral Jovem do Estado, regente-assistente do Coral Paulistano e professora na Faculdade Santa Marcelina e na FAAM.

Confira a homenagem à Naomi Munakata:

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