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Titãs assina contrato artístico com a BMG e anuncia novo álbum  Titãs assina contrato artístico com a BMG e anuncia novo álbum 

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Titãs assina contrato artístico com a BMG e anuncia novo álbum 

Nova parceria inicia com “Titãs Trio Acústico”

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A banda Titãs assinou com a gravadora BMG Brasil. Para dar o pontapé inicial, o grupo lançará um projeto acústico com 25 faixas, dividido em 3 EP’s. O primeiro trabalho sai na primeira semana de março.

Titãs assina contrato artístico com a BMG e anuncia novo álbum 

“Prestes a comemorar 40 anos de carreira, já estamos em estúdio gravando nosso álbum Titãs Trio Acústico, iniciando parceria com a BMG”, adianta Branco Mello.

Colecionando sucessos ao longo da carreira, como as canções Epitáfio, Flores, Sonífera Ilha, Pra Dizer Adeus e muitas outras, o grupo paulistano segue na estrada com a turnê Titãs Trio Acústico, que celebra o título mais vendido da discografia da banda, o álbum Acústico MTV (1997).

Paralelamente ao formato acústico, os Titãs apresentam o show elétrico, que reúne os grandes sucessos e algumas músicas da ópera-rock Doze Flores Amarelas (2018).

“Esse registro é muito especial para nós. Começamos a fazer os shows nesse formato, o Trio Acústico, despretensiosamente, e ele foi ganhando consistência a cada apresentação. A partir de um certo momento os próprios fãs passaram a pedir que gravássemos. A parceria com a BMG veio em ótima hora”, afirma Sérgio Britto.

Tony Bellotto também comenta a parceira: “Estamos entusiasmados! Com a BMG, inauguramos uma nova fase na nossa carreira, em que artista e gravadora colaboram de forma mais eficiente e adequada às transformações do mercado e das maneiras de se consumir música”.

Jasmina Zammit, Gerente Geral da BMG, diz: “Os Titãs é uma das bandas de rock de maior sucesso nas últimas décadas no Brasil e ainda toca gerações com sua música. Estamos muito felizes por eles terem decidido entrar numa parceria com a BMG para seus próximos projetos”.

BMG é um novo modelo de empresa musical fundada em 2008 pela Bertelsmann, companhia internacional que engloba negócios em mídia, serviços e educação, como uma resposta direta aos constantes desafios da revolução digital do mercado da música. A chave para a sua abordagem inovadora é sua forma de representar os direitos de edição e gravação de música na mesma plataforma internacional.

A Bertelsmann Music Group já é a quarta maior editora de música do mundo e o primeiro novo player global no ramo de gravações em décadas. No Brasil, ela representa os direitos autorais de catálogos como Workshow e compositores como Tropkillaz, Felipe Araújo, Paula Mattos, Haikaiss, entre outros.

Na parte da gravadora, a empresa sediada em São Paulo, representa Fresno, Ego Kill Talent, Sepultura, Zeeba e, agora, Titãs.

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Grupo de k-pop BTS ganha modelo de celular da Samsung

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Grupo de k-pop BTS ganha modelo de celular da Samsung
Divulgação | Site oficial

Numa ação exclusiva, a empresa Vivo inicia nesta quarta-feira (1) a pré-venda do Samsung Galaxy S20+ BTS Edition, que chega ao público brasileiro em uma edição especial em homenagem à banda sul-coreana de k-pop BTS.

Grupo de k-pop BTS ganha modelo de celular da Samsung

Foto: Divulgação | site oficial

Esta edição limitada do aparelho traz o logotipo da empresa Samsung juntamente com o do grupo na cor púrpura. A Vivo será a única operadora a comercializar a versão do smartphone no Brasil e que já pode ser adquirida na pré-venda com frete grátis, diretamente na loja online da empresa em http://lojaonline.vivo.com.br.

O valor do aparelho sai por R$ 4.299 à vista.

Grupo de k-pop BTS ganha modelo de celular da Samsung

Foto: Divulgação | Vivo

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Annenberg Inclusion e a Universal Music ampliam parceria para abordar inclusão na música

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Annenberg Inclusion e a Universal Music ampliam parceria para abordar inclusão na música
Montagem | Divulgação | sites oficiais das instituições

A Annenberg Inclusion Initiative e a Universal Music Group estão ampliando sua parceria para promover uma compreensão mais profunda sobre como proporcionar mudanças reais na indústria da música. Nos próximos meses, a parceria vai realizar novas pesquisas – examinando as grandes empresas de música, empresas independentes, gravadoras, editoras, plataformas digitais, empresas de rádio e shows ao vivo, assim como as equipes dos artistas, com foco nos empresários, agentes, advogados e publicitários – para determinar até que ponto homens e mulheres não brancos são excluídos das posições de liderança da indústria da música.

Com essas informações em mãos, a Annenberg emitirá um relatório, estabelecendo metas e fornecendo recomendações sobre como a indústria da música pode lidar com essas disparidades.

Annenberg Inclusion e a Universal Music ampliam parceria para abordar inclusão na música

Foto: Montagem | Divulgação | sites oficiais das instituições

“Atualmente, existem lacunas no acesso e nas oportunidades geradas para que essas pessoas, especialmente executivos negros, assumam posições importantes no ramo da música”, disse a Dra. Carmen Lee, membro do corpo docente afiliado à Annenberg Inclusion Initiative e pesquisadora principal do trabalho. “Além de destacar essas discrepâncias, devemos mostrar como a falta de pessoas negras em papéis-chave impede que haja inclusão no mercado da indústria. Estou ansiosa para liderar essa comissão, ladeada pela Annenberg Inclusion Initiative e em parceria com a Universal Music Group, uma empresa com um histórico comprovado de mudança”, disse.

Com isso, a Universal Music Group estabeleceu uma força-tarefa para mudanças significativas, nomeada Ask Force for Meaningful Change (TFMC), que nasce como uma força motriz para a inclusão e a justiça social e que trabalhará para ampliar e expandir os programas atuais da UMG, elaborar novas iniciativas e apoiar comunidades marginalizadas na luta contínua por igualdade, justiça e inclusão.

A TFMC é dividida em seis áreas: Auxílio/Doações de Caridade, Global, Mudanças Internas/Institucionais, Política Legislativa/Pública, Parceiros e Programação/Curadoria.

A força-tarefa é formada por um grupo de profissionais da UMG, e co-presidida por Jeff Harleston (Vice-Presidente Executivo da UMG, General Counsel e Presidente e CEO Interino da gravadora Def Jam) e Ethiopia Habtemariam (Presidente & EVP das lendárias gravadoras Motown Records e Capitol Music Group).

“Esperamos ansiosamente pelo nosso trabalho contínuo com a Annenberg Inclusion Initiative, enquanto trabalhamos para promover a diversidade e a inclusão em todos os ângulos do negócio da música“, disseram os co-presidentes da TFMC, Jeff Harleston e Ethiopia Habtemariam. “Estamos comprometidos não apenas em melhorar o desempenho da UMG, mas também em promover mudanças reais e sustentáveis em todo o ecossistema musical. Sabemos que a música pode fazer melhor e acreditamos que, com base nas pesquisas e dados, a mudança pode ser mais significativa e construtiva”, concluíram.

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Ecad anuncia terceira e última parcela de pagamentos antecipados por direitos autorais

Plano contempla quase 22 mil profissionais da música com reprasse de adiantamento extraordinário

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Ecad anuncia terceira e última parcela de pagamentos antecipados por direitos autorais
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Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) concluiu sua participação no primeiro plano de auxílio a compositores e artistas proposto pela gestão coletiva da música no Brasil, da qual faz parte juntamente com as associações que o administram. São elas: Abramus, Abramus, Amar, Assim, Sbacem, Sicam, Socinpro e UBC.

Ecad anuncia terceira e última parcela de pagamentos antecipados por direitos autorais

Foto: Divulgação | ECAD

A empresa fez o repasse às associações de música da terceira e última parcela do adiantamento extraordinário e os valores serão disponibilizados por elas até o fim desta semana a quase 22 mil compositores, intérpretes, músicos, editoras e produtores fonográficos brasileiros.

Outros beneficiários são titulares de obras musicais que tiveram rendimento médio anual entre R$ 500 e R$ 36 mil nos últimos três anos.

O pagamento inicial foi realizado em abril e o segundo, em maio. Ao todo, cada titular recebeu entre R$ 600 e R$ 900 dependendo de sua renda média nos últimos anos e valor total distribuído foi R$ 14 milhões.

“A gestão coletiva da música compreende as dificuldades enfrentadas por todos e essa medida emergencial certamente ajudou profissionais que são fundamentais para a cadeia produtiva da música”, observa Isabel Amorim, superintendente executiva do Ecad. “Estamos trabalhando firme com o intuito de auxiliar a todos. Seguimos em negociações com diversos parceiros, clientes, associações e sindicatos para acordos e retomada de pagamento dos direitos autorais de execução pública da música em diversos segmentos”, concluiu.

A medida visa auxiliar os autores em meio à atual pandemia do coronavírus.

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