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Trompetista Lucienne Renaudin-Vary lança o novo álbum "Mademoiselle in New York" Trompetista Lucienne Renaudin-Vary lança o novo álbum "Mademoiselle in New York"

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Trompetista Lucienne Renaudin-Vary lança o novo álbum “Mademoiselle in New York”

Divulgação | Warner Music Brasil

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A trompetista francesa Lucienne Renaudin-Vary faz uma travessia musical transatlântica no segundo álbum da carreira, Mademoiselle in New York, já disponível pela Warner Classics, em todas as plataformas digitais. O projeto foi antecipado em agosto pelas faixas: Se Tu Vois Ma Mère e Pavane Pour une Infante Défunte, de Ravel.

Embora traga mais compositores norte-americanos, liderados por Bernstein e Gershwin, Mademoiselle in New York também chega com faixas dos franceses Maurice Ravel e Charles Aznavour. No setlist, foram incluídos ainda um número do alemão Kurt Weill e até uma melodia de Dvořak, tcheco responsável pela composição da sinfonia New World e que, posteriormente, se tornou diretor do Conservatório Nacional de Música em Nova York.

Trompetista Lucienne Renaudin-Vary lança o novo álbum "Mademoiselle in New York"

O intercâmbio cultural do projeto fica claro em Si Tu Vois Ma Mère. Coração do álbum, a faixa original é de Sidney Bechet. Nascido em Nova Orleans (EUA), o artista passou vários anos em Paris, tendo morrido lá, em 1959, e para sua obra, transpôs todos esses anos na cidade luz. Woody Allen, o arquetípico nova-iorquino, incluiu a faixa no conhecido longa Meia-Noite em Paris, sucesso de 2011.

Si Tu Vois Ma Mère é a sétima faixa do álbum e, juntamente com Pavane Pour une Infante Défunte, de Ravel, puderam ser degustadas antecipadamente, em todas as plataformas digitais, aquecendo o público para hoje, dia da estreia completa do projeto.

“O trompete é a minha voz”, diz Lucienne Renaudin Vary, de 20 anos. Ganhadora do prêmio Revelação de 2016 oferecido pela prestigiosa premiação Victoires de La Musique Classique, a artista fez história ao se tornar a primeira trompetista a conquistar vagas simultâneas como estudante de música clássica e jazz no prestigiado Conservatório Nacional de Paris.

“Eu me sinto mais em casa quando estou tocando do que se eu tivesse que cantar – ou até mesmo falar”, comenta Lucienne Renaudin-Vary. “Os trompetistas e os cantores respiram da mesma maneira. Eu passo muito tempo ouvindo os cantores: sou fascinada por sua espontaneidade, expressividade, fraseado e a relação entre música e palavras. E essas coisas realmente inspiram o meu modo de tocar”.

Sobre o álbum de estreia The Voice of the Trumpet lançado em 2017, a Gramophone disse: “Seu tom amanteigado é maravilhoso, aplicando um filtro esfumaçado para alguns dos números mais jazzísticos”.

Ouça o álbum:

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